Bem Vindo.

Bem vindo ao Personal Dog o lugar certo para você educar o seu cão! aqui educamos seu cão através do carinho e do amor. Criamos esse blog para que você conheça um pouquinho do nosso serviço e para você cliente que já deixa seu cãozinho com a gente ver o dia a dia do seu mascote...
Oferecemos, hospedagem canina, banho, passeios e bricadeiras, deixando seu cão forte e educado.
Venho nos conhecer.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Os cães e os fogos-de-artifício


O barulho estrondoso dos fogos-de-artifício deixa muitos cães nervosos, com medo ou assustados.
Quando se aproxima o natal, ano novo ou alguma festa popular, a preocupação dos donos de cães é quase sempre como fazer com que cão não se descontrole nesses momentos.
Os cães que não estão habituados ao barulho ou sons intensos geralmente reagem mal aos fogos-de-artifício. Alguns cães mostram-se incomodados, mas outros podem mesmo desenvolver fobias e entrar em pânico. Por serem pontuais, geralmente não são causa de grande preocupação para os donos, mas o perigo de o cão fugir ou magoar-se a ele próprio é real. Não são, infelizmente, assim tão raros os relatos de cães que entraram em pânico e se atiraram de janelas, partiram portas de vidros, tiveram ataques cardíacos, etc.
Sinais de medo
Não é difícil reconhecer quando um cão sofre com os sons intensos. Para isso basta observar como o cão muda radicalmente a sua atitude e comportamento. Alguns sinais de ansiedade causados pelos fogos-de-artifício e outros sons intensos:
Tremores
Hiperatividade
Roer ou atacar objetos
Esconder-se
Arfar
Procurar atenção
(Tentar) Fugir
“Chorar”
Ladrar
Como agir
O primeiro instinto dos donos é acalmar o cão, fazendo carícias e falando com voz terna. Mas os cães não pensam da mesma maneira que os humanos e ao reagir desta forma, os donos estão a incentivar o medo, como que a dizer: “tens razão em estar agindo desta forma”. Perante isto, os cães vão reforçar o comportamento, ou seja, vão-se mostrar mais medrosos e ansiosos sempre que ouvem barulhos intensos.
Por mais difícil que seja, os donos devem ignorar qualquer sinal de medo e recompensar o cão sempre que este se mostre calmo. Só inspirando confiança no cão, é que ele perde progressivamente o medo. Ou seja, se o cão começar a tremer, o dono não deve afagá-lo, se o cão se esconder, o dono não deve falar de forma terna, use antes o seu tom normal para chamar o cão, cada passo que ele der em frente, recompense-o com elogios. Não deve também castigar o cão por mostrar medo. Leve o cão à cama dele para que aí se sinta em segurança. Se o cão não relaxar, tente brincar com ele.
A boa notícia para os donos é que os foguetes são fáceis de prever. Durante épocas de festa e no ano novo, tente minorar a ação dos fogos-de-artifício no seu cão. Ter um cão implica sacrifício e o mais aconselhável é estar com o cão nesses momentos. Os cães descontrolados e em pânico podem destruir a casa, atacando tapetes, atirando-se contra as portas, derrubar mesas, etc. É da responsabilidade do dono certificar-se que o cão se encontra em segurança. Para além disso, a atitude calma e confiante do dono é vital para o cão nestas alturas.
Algumas medidas:
Fique na mesma divisão que o cão, não o deixe sozinho
Certifique-se que o cão não tem como fugir do local onde se encontra
Feche as persianas e as cortinas para isolar o som e a luz
Ligue a televisão ou o rádio ou ponha um CD/DVD a tocar
Prepare um abrigo dentro de casa, uma espécie de toca, longe da janela, onde o cão possa “se abrigar”. Pode ser uma mesa coberta com uma toalha. Leve o cão até lá e dê-lhe um dos brinquedos para se distrair
Se a cama ou local de descanso do cão está junto da janela, coloque-a atrás de um sofá ou numa parte mais isolada da casa.
Se conhecer um cão sociável que não tenha medo de sons intensos, traga-o para junto do seu, para lhe dar confiança
Compre/Faça um novo brinquedo e dê-lhe pouco antes dos foguetes
Utilize brinquedos recheados com comida e dê-lhe pouco tempo antes
Não leve o cão a fazer necessidades enquanto durarem os fogos-de-artifício. Antecipe o passeio para que o cão não faça necessidades devido ao medo.
Alimente o cão uma hora antes dos fogos-de-artifício começarem, para que esteja com sono na altura de soltar os foguetes.
Nunca leve o cão a um espectáculo de fogos-de-artifício
Dessensibilização
As fobias dos cães podem ser anuladas se for desenvolvido um trabalho de dessensibilização. Isto é, ir progressivamente expondo o cão a sons, cada mais intensos e associando estes sons a coisas agradáveis, tais como comida. Procure um treinador ou pesquise produtos no mercado, existem CD’s comercializados com esse objetivo.
Em cachorros pequenos, que ainda não adquiriram medos, exponha-os aos barulhos normais do quotidiano. A cozinha é sempre um bom local para isso, uma vez que os pratos, panelas e talheres geram sempre barulho a serem manuseados. Embora não os dessensibilize em relação aos fogos-de-artifício, pode pelo menos ajudar a habitua-lo a sons mais intensos para que não entre em pânico.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

ESPECIAL Saiba como acalmar animais de estimação que têm medo de fogos de artifício


Os animais são um dos mais prejudicados com a queima de fogos durante as festas de fim de ano. Muitos são os donos dos cães e gatos de estimação que buscam dicas para diminuir o sofrimento dos bichinhos.
Confira alguns métodos que podem deixar seu amigo de estimação mais tranquilo no Réveillon:
1. Importante: Nunca punir seu animal, mesmo se ele fizer xixi no tapete, também não tente confrontá-lo ou proteger demais (dando colo, por exemplo), caso contrario você vai incentivar seu cão a ter esse comportamento;
2. Evite fugas: A primeira coisa a fazer nas noites de festa é fechar bem as portas e as janelas. No desespero, cães e gatos tentam fugir, o pânico desorienta o animal, que tende a correr desesperado e sem destino. Animais com certa idade podem sofrer paradas cardiorrespiratórias, convulsões e diversos outros problemas;
3. Crie um refúgio: Coloque seu bicho em um lugar onde ele se sinta seguro. Mantenha a luz acesa e, se ele estiver acostumado, deixe TV e rádio ligado. Converse um pouco, faça carinho e vá visitá-lo de tempo em tempo;
4. Ajude ele a se sentir protegido: Tente diminuir os ruídos, coloque cobertores pesados ou ate mesmo um colchão tampando a janela e outras frestas;
5. Tampões: Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos;
6. Jamais ofereça a comida da ceia: Pode até ser que o peru esteja divino e a maionese seja light. Mas nada de dar ao seu bicho a comida da ceia de Réveillon. Problemas de digestão, somados ao pânico que ele sente dos rojões, podem até levar à morte, em casos extremos. Alimente-o com a ração de costume e ofereça água. Evite até dar biscoitinhos  para que ele não associe o fato de ter medo a uma coisa “boa” que ele pode ser recompensado;
7. Solte a coleira: Não deixe seu cachorro ou gato na coleira. Muitos animais, quando presos, morrem por enforcamento, no desespero de fugir dos fogos e rojões. Se precisar isolá-lo, deixe-o fechado num quartinho;
8. Acalme-o : Homeopatia, florais e acupuntura podem diminuir o medo e a ansiedade do seu animal. Mas esses tratamentos devem ser feitos ao longo do ano. Em casos muito graves, converse com o veterinário;
9. Identifique seu animal: Coloque uma coleira com plaqueta de identificação no pescoço do seu cão ou gato, importante para achá-lo no caso de fuga. A coleira do gato deve ser elástica, para que não haja risco de enforcamento ao se prender a um galho ou outro objeto. A plaqueta deve conter o número do seu telefone (residência e celular);
10. Evite brigas: Não deixe muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam e se ferem gravemente;
11. Distraia seu bichinho: se for possível ficar com eles durante a queima de fogos tente desviar a atenção dele com aquelas brincadeiras que ele mais gosta;
12. Evite acidentes: Retire qualquer coisa que possa ser derrubada, quebrada ou derramada do ambiente que o animal vai freqüentar.
Principais consequências do contato com fogos e barulhos altos demais:
Fugas, perdidos eles podem se afogar, ser atropelados ou mesmo provocar acidentes;
Mortes, enforcando-se na própria coleira quando não conseguem rompê-la para fugir, ou mesmo ao tentarem passar por vãos pequenos. Atirando-se de janelas, atravessando portas de vidro, batendo a cabeça contra paredes ou grades;
Ferimentos, quando atingido ou quando abocanham rojão achando que é algum objeto para brincar;
Traumas emocionais, resultando na mudança de temperamento para agressividade;
Ataques, contra os próprios donos e outras pessoas;
Brigas com outros animais com os quais convivem inclusive;
Mutilações, no desespero de fugir atravessando grades e portões;
Convulsões em cães de mais idade;
Quedas de grandes alturas;
Aprisionamento indesejado em lugares de difícil acesso na tentativa de se protegerem;
Outra dica interessante foi dada por uma empresa que fabrica produtos para cães. Grave o som de fogos de artifício ou trovão e coloque para tocar em um volume baixo. Enquanto isso, confira a reação do seu bicho e tente distraí-lo com brincadeiras.
Aos poucos e de tempos em tempos, vá aumentando o volume. Se ele voltar a mostrar medo, tente mais tarde. Dependendo do trauma do seu bicho, o processo pode ser longo e requerer uma dose extra de paciência. Mas, no final, o cão irá conviver bem melhor com o barulho dos fogos de artifício.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

cuidados com os cães no calor


Verão chegando, as temperaturas aumentando e começamos a ver nossos cães com a língua de fora e, às vezes, esparramados em pisos gelados tentando se aliviar do calor.
Realmente, os proprietários de cães devem se preocupar com esta época do ano para dar condições satisfatórias para o cão se sentir bem no dia a dia, ainda mais para cães peludos e com subpelos, além de controlar infestações de ectoparasitas e picadas de mosquitos que aumentam no verão.
Vamos entender algumas características dos cães antes de falar sobre os cuidados. Não sei se já perceberam, mas cachorros não suam. Suas poucas glândulas sudoríparas se encontram nas patas, entre os coxins, aquelas almofadinhas, portanto imaginem como é difícil para eles regular sua temperatura interna, ainda mais com o casaco de pele. Quando observamos um cão com a língua de fora, ofegando ele está tentando se termo-regular através da respiração, um processo muito diferente do que suar pelo corpo inteiro, como cavalos, por exemplo. A temperatura normal do cão é por volta de 38º, podendo chegar a hipertermia com 42º, portanto veja os perigos de exercitar um cão no sol ou deixa-lo, mesmo que por pouco tempo dentro de um carro fechado. Cães braquiocefálicos (aqueles de focinho curto, como bulldogs, pug, boxer) têm maior dificuldade de respiração, portanto maior dificuldade ainda de regular sua temperatura, mais cuidado ainda com eles.
Como vimos este assunto é sério e os cuidados são muitos. Primeiramente seu cão deve ter acesso à água fresca à vontade, além de um local fresco, sombreado e ventilado. Os passeios devem ser feitos nos horários em que o sol está baixo, ou seja, no começo da manhã ou final de tarde, caso seu animal precise utilizar focinheira, opte pelas de grade, aquelas que parecem um cesto, pois aquelas que deixam o animal com a boca fechada são extremamente perigosas, visto que já aprendemos que os cães utilizam a respiração para se refrigerar. Muito cuidado com os passeios de carro e em hipótese nenhuma deixe o cão dentro do carro fechado em um dia quente, ele pode rapidamente falecer. A tosa dos pêlos assim como e escovações que retiram o subpêlo são maneiras de deixá-lo mais confortável. Consulte um veterinário para indicar medicamentos que evitem parasitas e mosquitos.
Caso deseje ou precise abaixar a temperatura de seu animal é importante que realize este procedimento com conhecimento, se simplesmente jogar água gelada em seu cão que está com a temperatura muito alta, irá dar um choque térmico nele, o que é muito perigoso. Para resfriá-lo devemos começar o procedimento de banhá-lo pelas patas, o que gradualmente irá modificando a temperatura do corpo, podemos após isso passar uma toalha úmida em seu corpo, começando pela barriga. Assim conseguimos uma modificação de temperatura rápida, porém não brusca a ponto de prejudicar o animal.
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

feliz natal

AOS MEUS GRANDES AMIGOS E CLIENTES DO PERSONAL DOG  DESEJO Á TODOS VOCÊS UM FELIZ NATAL ,REPLETO DE MUITAS FELICIDADES E CHEIOS DE MUITAS E MUITAS LAMBIDAS !!!!!!    BJS Á TODOS

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Câncer em cães: quais os tipos mais comuns e quais os principais sintomas?

câncer em cãesQuais são os tipos de câncer mais comuns em cães?
Os cânceres, também conhecidos como neoplasias na veterinária, são mais comuns em fêmeas do que em machos, e os mais comuns são os de pele (carcinoma epidermoide), câncer de mama, câncer testicular. Além, é claro, dos cânceres internos em vários órgãos, como útero, ovários, baço, fígado e pulmões.

É possível prevenir o câncer canino?
Não há formas de prevenir o câncer canino, pois é uma predisposição genética, mas no caso de tumores do aparelho reprodutor, sim, é possível prevenir se realizada a castração antes do primeiro cio nas fêmeas ou antes da maturidade sexual nos machos.

Fêmeas que tiveram filhotes durante a vida têm menos chance de desenvolverem câncer?
O fato de ter ou não cria não influencia no aparecimento dos cânceres. Isso é um mito que vem de estudos na medicina humana, na qual mulheres com um filho ou mais têm menos chances de ter cânceres.

É mais fácil o cão ter câncer conforme ele for ficando mais idoso? O risco de desenvolver câncer tem algo a ver com idade, ou há cães filhotes que podem desenvolver a doença?
Com certeza a idade avançada favorece o aparecimento de cânceres, principalmente quando já se tem a predisposição genética para o problema.

Há alguma raça que tenha mais frequência de câncer?
Todas as raças estão susceptíveis ao problema, não tendo tanta predisposição racial, mas claro que alguns fatores físicos e anatômicos favorecem o problema, como uma pelagem clara pode ser mais susceptível ao câncer de pele.

Quais são os sinais de um câncer?
É muito difícil de identificar um câncer em fase inicial, por isso é recomendado levar o animalzinho periodicamente ao veterinário, que esse, sim, está habituado a constatar anormalidades e iniciar o processo de tratamento o quanto antes, evitando assim consequências graves que o problema possa trazer.

Como o câncer é diagnosticado?
O diagnóstico principal é baseado em exames laboratoriais, histopatológicos e punções e biopsias dos cânceres. Passando, claro, primeiro pelo diagnóstico clínico geral para solicitação de tais exames.

Como prevenir o câncer de pele em cães? Existem protetores solares específicos? Como deve ser a utilização?
Já existem no mercado alguns protetores solares específicos para cães, mas os custos ainda são muito altos. Diante disso, temos a opção de utilizar protetores solares humanos mesmo, passando principalmente na barriga e no focinho do animal sempre que ele for para área desprotegida e nos horários de maior incidência solar.

Como é feito o tratamento do câncer?
O tratamento é dividido em três partes: terapêutica, curativa e paliativa. Grande parte dos tumores tem uma solução cirúrgica que é a mais segura e eficaz; temos também para alguns casos a utilização da quimioterapia, que tem uma resposta variando de animal para animal, além do tratamento paliativo, que contorna os sintomas dos tumores, como inflamação, dor.

No caso de câncer no sangue, o cachorro faz quimioterapia, como os humanos? Como é o tratamento?
Nos cães também se utiliza a quimioterapia, mas em doses mais baixas e menos agressivas do que em humanos, pois na veterinária o intuito é de trazer qualidade de vida ao animal, e não buscar a cura por completo! Hoje em dia se consegue, sim, grandes resultados nos tratamentos dos cães com a quimioterapia e também com as cirurgias. Basta conseguir diagnosticar o problema o quanto antes possível.
Já obtive muitos resultados positivos com a quimioterapia e a remoção cirúrgica de tumores, e acredito que hoje a eutanásia – que era realizada quando se acreditava que o câncer era uma doença sem cura – esteja distante deste quadro, sendo somente praticada em casos extremos que chamamos de terminais, quando há presença de metástase do tumor para órgãos fundamentais do animal, como é o caso do pulmão.

*Fica o alerta a todos os proprietários que não têm intenção de cruzar seu animal para realizar a castração o quanto antes possível, para evitar na idade senil alguns problemas, como as neoplasias.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Entenda como funciona a visão dos cães


Entenda como funciona a visão dos cães
Os cães enxergam em preto e branco? Eles assistem televisão? Essas são dúvidas comuns, já que a visão dos cachorros é um assunto que desperta muita curiosidade. Acompanhe a entrevista com o professor e oftalmologista canino Ademir Zacarias Júnior e saiba como o seu animalzinho vê o mundo.

Como é a visão dos cães?
Assim como a maioria dos animais considerados predadores, os cães possuem os olhos localizados à frente do crânio, com o eixo visual mais próximo ao paralelo e campo visual binocular maior, ou seja, a imagem é formada a partir dos estímulos recebidos pelos dois olhos. Isso quer dizer que os cães enxergam muito bem o objeto à frente da sua cabeça e têm visão periférica ao nível dos olhos.

É verdade que eles enxergam em preto e branco?
Não é verdade que os cães enxergam apenas em preto e branco. Estudos sugerem que esses animais possuem e utilizam a visão em cores, porém de maneira diferente dos humanos. Os cães possuem receptores específicos para a visão colorida, porém este número é muito pequeno comparado aos humanos, chegando a aproximadamente 10% da capacidade dos humanos em enxergar as cores.

Como eles veem as cores?
O modo como os cães veem as cores é algo ainda difícil de interpretar, pois não sabemos se esses animais distinguem as cores da mesma forma que os humanos. Mas estudos comprovam que os cães possuem apenas dois tipos de células para diferenciar as cores, enquanto os humanos possuem três. O provável modo de ver as cores nos cães pode ser dividido em dois matizes: um variando entre o violeta e o azul e o outro variando do amarelo-esverdeado, amarelo ao vermelho, além de terem ressaltadas as cores branca e cinza. Como as diversas cores são formadas com as combinações entre elas, a impossibilidade de diferenciação entre algumas delas faz com que os cães tenham dificuldade em distinguir entre o verde, amarelo-esverdeado, amarelo, laranja e o vermelho.
 Como é a visão noturna deles?
Os animais domésticos possuem adaptações para melhorar a visão noturna, aumentando a performance em diversos ambientes, e consequentemente conseguem visualizar objetos no escuro muito melhor que os humanos. São capazes de enxergar em ambientes com pouca luminosidade, pois possuem pigmentos no fundo dos olhos que refletem e amplificam a luz até 130 vezes mais que os humanos, possuem pupilas maiores para maior entrada de luz e retina rica em células para a captação de luminosidade.

Eles têm mais sensibilidade ao movimento?
Sim, os receptores dos olhos dos cães são muito bem adaptados à detecção de movimentos, especialmente em condições de pouca luminosidade. Há cães que conseguem identificar um objeto em movimento a 900 metros de distância, porém quando este é mantido estático pode ser reconhecido somente a aproximadamente 500 metros. Isso mostra que os cães são mais adaptados a reconhecer objetos em movimento e principalmente em algumas velocidades, o que pode explicar por que alguns cães ignoram objetos parados e adoram brincar ou "caçar" objetos em movimento.

Eles conseguem ter uma visão lateral melhor do que o humano?
A capacidade dos cães em enxergar perifericamente é maior que dos humanos. Isso faz com que eles vejam objetos fora do foco principal com maior facilidade, principalmente se estiverem em movimento.

É verdade que eles não enxergam bem de longe? Por quê?
Os olhos dos cães possuem a capacidade de adaptação às imagens inferior à dos humanos, porém essa diferença pode ser bastante sutil, não trazendo qualquer problema aos animais. Entretanto, alguns indivíduos e algumas raças predispostas ao problema apresentam acentuada miopia, ou seja, a incapacidade de enxergar objetos distantes. Há estudos que mostram os cães das raças Pastor Alemão e Rottweiler como os mais acometidos pela miopia. Essas alterações ocorrem por comprometimento nas propriedades ópticas do olho (habilidade do olho em gerar uma imagem focalizada com precisão), causando defeitos na refração da imagem (passagem da imagem pela córnea, lente e líquidos).

Eles enxergam embaçado?
Em animais sadios a acomodação visual (formação da imagem) acontece sem distorções a distâncias superiores a 50 centímetros do olho. No entanto, os cães possuem uma pequena capacidade de adaptação para objetos muito próximos, tornando a imagem embaçada a menos de 33 centímetros dos olhos. Os cães utilizam outros sentidos, como o faro e o paladar, para compensar a investigação de objetos muito próximos.

Uma curiosidade: por que os cachorros não se olham no espelho?
Os cães podem, sim, se olhar no espelho e ver a imagem refletida, porém não possuem a capacidade de se reconhecer. Um cão em frente ao espelho tem a impressão de que há outro cão a sua frente e muitos deles podem atacar, latir ou simplesmente se esconder da própria imagem.

Cachorros conseguem ver televisão?
Os cães assistem TV de um modo diferente dos humanos. Os programas de TV estão adaptados à percepção humana de 60 quadros por segundo, formando uma imagem linear como a que enxergamos. Os cães possuem a capacidade de enxergar de 70 a 80 quadros por segundo, fazendo com que a TV seja assistida como slides trocados muito rapidamente. Como os cães não possuem uma boa acomodação visual, eles ficam interessados mesmo no movimento gerado pela troca das imagens.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O seu cão balança o rabinho? Saiba o que esse comportamento canino pode refletir


O seu cão balança o rabinho? Saiba o que esse comportamento canino pode refletir
O que é a caudectomia canina? Desde quando ela está proibida e por quê?
Caudectomia é um procedimento cirúrgico no qual se retira a cauda do cão ou parte dela. Algumas raças tinham a cauda cortada como padrão, como o Rottweiler, o Poodle e o Pinscher, entre outras. Desde 2006, o Conselho Federal de Medicina Veterinária considerou como desaconselhável a prática dessa cirurgia com fins estéticos.

A caudectomia está proibida para todas as raças ou existe alguma exceção? Se sim, por qual motivo?
A exceção está na finalidade, ou seja, é permitido realizar a caudectomia em casos de indicação clínica. Por exemplo, se um cão tem uma fratura exposta na ponta da cauda e essa ferida está infectada. Além da dor da fratura, há o risco de infecção generalizada. Nesse caso hipotético, a cirurgia será indicada.

Como o movimento do rabinho pode refletir o comportamento dos cães?
A cauda é usada pelo cão para sua comunicação. Teoricamente ela tem a função de viabilizar duas vias de comunicação: visual e olfativa. A posição da cauda demonstra para outros cães a atitude corporal daquele cão, pode demonstrar medo, excitação ou agressividade. Para comunicar-se usando o olfato, o cão possui glândulas que liberam um odor que o caracteriza e que é único para cada indivíduo, como uma impressão digital. Essas glândulas se localizam ao lado do ânus. A cauda tem a função de dispersar mais ou menos o odor dessas glândulas, comunicando aos demais cães o quanto o emissor da mensagem quer ser notado. Há indícios de que animais caudectomizados (com a cauda cortada) desde filhotes têm maior propensão a manifestações agressivas fora de contexto. Tal fato se explica na deficiência da comunicação desse filhote, o que faz com que desenvolva uma agressividade defensiva aprendida na sua relação com seus irmãos de ninhada ou com outros cães adultos. Outra explicação para a agressividade é a possível dor crônica do coto. A remoção cirúrgica da cauda pode sensibilizar continuamente terminações nervosas e gerar dor.

Quais são os movimentos de rabo mais comuns e o que cada um deles pode significar? Alegria, tristeza, perigo?
As pessoas tendem a interpretar errado a movimentação de cauda do cão, por isso é bom evitar afirmações sobre a movimentação da cauda e seus significados, até porque há uma variedade de formatos de cauda entre as raças, o que dificulta sobremaneira tal generalização. Um engano comum, por exemplo, é que a cauda abanando é sinal de amizade. O cão pode estar abanando o rabo para ser notado no intuito de intimidar o seu "interlocutor"; se a intimidação não é entendida, o cão pode atacar. A interpretação, portanto, depende da leitura de toda a expressão corporal que o cão apresenta. Mas esse raciocínio da intenção de ser mais ou menos notado é uma boa linha de "leitura" da movimentação da cauda. Se a cauda está abanando, ele quer ser notado. Quanto mais intenso, mais notado quer ser. Se a cauda está escondida, ele não quer ser notado, por exemplo, quando está com medo.

Existe alguma explicação comportamental canina para a tentativa de perseguir o seu próprio rabinho para mordê-lo em movimentos circulares?
Perseguir a cauda é um comportamento lúdico dos cães. Ainda não há outra explicação para tal. Porém, se esse comportamento se repete com muita intensidade ou frequência, pode caracterizar um transtorno compulsivo, semelhante ao TOC em seres humanos.

Esse movimento pode ser prejudicial ao cão? Como é possível tentar educá-lo para evitar problemas?
O movimento não é prejudicial ao cão, mas, se é um comportamento compulsivo, é sinal de que há fatores estressantes na vida desse animal que devem ser controlados ou eliminados para a extinção do comportamento compulsivo e para a melhora da qualidade de vida desse cão. A movimentação em si não é problema, o problema começa se, em decorrência dela, o cão passa a se machucar esbarrando nas coisas ou mordendo com violência a ponta da cauda.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Por que o barulho dos rojões incomoda tanto os cachorros?


Você se incomoda com o barulho dos rojões em dias de jogos de futebol ou em outros tipos de comemorações? Quem também pode não gostar nem um pouco das explosões é o seu cãozinho de estimação, que possui uma audição bem mais sensível do que a sua. Saiba como amenizar o incômodo que as bombas podem causar ao seu pet e até mesmo prevenir possíveis perdas de audição com as dicas do Dr. Carlos Artur Lopes Leite, responsável pelo Setor de Clínica de Pequenos Animais do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Lavras - MG.

A audição dos cães é mais sensível que a dos humanos? Por quê?
Os cães possuem uma capacidade auditiva diferente do ser humano. Assim, para efeitos de comparação, o ouvido canino é capaz de perceber sons com frequência entre 10 Hz (Hz = Hertz, uma unidade de medida da frequência de uma onda) e 40.000 Hz; já o homem percebe sons na faixa de 10 Hz a 20.000 Hz. Além disso, os cães conseguem detectar sons quatro vezes mais distantes que o ser humano. Isto acontece por razões de evolução e adaptação: o ser humano, com seus olhos posicionados bem à frente (ao contrário dos cães, que são mais laterais), consegue focar um objeto com maior precisão, além de ter um campo visual maior. Com esse aprimoramento da visão, a audição ficou em segundo plano. Nos cães, há maior dependência do sentido auditivo que nos homens; assim, sua audição deve "compensar" a sua visão. Por fim, o ser humano se tornou tão especializado em suas faculdades mentais (cognição e raciocínio) que a audição é apenas mais um suporte ao processo (junto com todos os outros sentidos).

Em períodos de festa junina ou em dias de jogos de futebol, costumamos ouvir os famosos fogos de artifício e bombas, que incomodam (e muito) os cãezinhos. O que esse tipo de barulho pode ocasionar aos animais?
O deslocamento de ar provocado por estas explosões é que causa o estrondo que ouvimos. Aparentemente, se um artefato deste explodir muito próximo ao cão, pode ocorrer dano físico ao tímpano (ruptura ou laceração), comprometendo a audição. Para sons não tão próximos, o que conta é o efeito psicológico, pois o cão associa aquele barulho intenso e pouco comum com a movimentação e a desordem que normalmente ocorrem nestes períodos (jogos, festas, etc.). Desta forma instala-se um quadro de fobia que pode, inclusive, resultar em um quadro sintomático de ansiedade, tremores, taquicardia (aumento da frequência cardíaca), vocalização excessiva (chorar, ladrar, latir) e até mesmo óbito em casos extremos.

Existe alguma forma de impedir que o meu animal sofra com o barulho dos fogos?
O que o proprietário pode fazer é prever eventos que tenham mais utilização de fogos de artifício e colocar em prática uma série de medidas que podem mascarar o acontecimento ou desviar o foco de atenção do animal. Alguns procedimentos devem ser evitados, como ficar com o cão no colo, como se quisesse consolá-lo (ele vai entender que o comportamento emitido naquele momento está correto e sendo recompensado) ou alimentá-lo no momento dos fogos (forneça a comida pelo menos uma hora antes ou dê pequenas porções escondidas em brinquedos). Algumas medidas podem ser adotadas, como: colocar algum som mais alto e suportável ao cão no ambiente (como música ou televisão); enriquecer o ambiente do animal com brinquedos ou desafios para que este possa ter sua atenção desviada (bolinhas, túneis, caixas de papelão entreabertas); se ele insistir em se esconder, permitir que sua cama ou casa fique em local resguardado e abrigado (como no canto de um sofá ou debaixo de uma mesa); evitar o acesso a locais potencialmente perigosos (varandas, janelas e piscinas); colocá-lo em contato com outros cães, preferencialmente que não se assustem com barulhos; e fechar cortinas, portas e janelas (buscando minimizar o som). De qualquer forma, cães que ainda sofrem nestas situações podem ser manejados sob tranquilização/sedação (com estrito controle do médico-veterinário) ou passar por um processo de adestramento conhecido como dessensibilização (o cão é, progressivamente, colocado em contato com sons cada vez mais altos, até se "acostumar" com o barulho de fogos de artifício). Essa última alternativa deve ser feita com pessoal especializado neste tipo de condicionamento (uma boa dica é pedir informações às associações de raça; nunca aceite a ajuda de práticos ou "adestradores de fundo de quintal").

Quais sinais são possíveis de ser notados quando o cão está perdendo a audição?
Antes é necessário definir quais os tipos de perda auditiva. Existem perdas auditivas de apenas um ouvido (chamadas unilaterais) e aquelas dos dois ouvidos (bilaterais). Adicionalmente, pode-se ter uma perda total da audição (tecnicamente conhecida como surdez ou acusia) e uma parcial (hipoacusia). Nunca podemos falar que um cão com perda parcial da audição é surdo, mas sim hipoacúsico (ele ainda escuta alguma coisa, ao contrário do primeiro). Quando o cão inicia um processo de perda auditiva, uma das primeiras observações que o proprietário faz é que o pet muda o seu comportamento: fica mais arredio (ou agressivo); não responde ao chamado do dono ou ao escutar algum som; e gira a cabeça várias vezes em muitas direções diferentes (não focando para o local de origem do som). Um filhote que já nasce surdo (bilateral) tende a assumir um comportamento mais arredio (mantendo-se mais afastado dos seus irmãos de ninhada), tendo dificuldade para mamar. Com o seu crescimento, torna-se cada vez mais agressivo e pouco social logo nos primeiros meses de vida. De qualquer forma, a única maneira de se diagnosticar definitivamente problemas auditivos em cães é submetê-los a exames específicos conhecidos como determinação do potencial evocado do tronco cerebral (tecnicamente conhecido como BERA, Baer ou REACT) e audiometria de impedância. Apesar de rotineiros na área humana, apenas duas universidades brasileiras possuem a capacidade de executar tais testes em animais. Todos os demais testes clínicos apenas sugerem a perda auditiva, mas não a diagnosticam definitivamente ou apontam qual o real problema que está levando a este quadro. De qualquer forma, a sugestão ao proprietário que acredita que seu cão está perdendo a audição é levar o pet ao veterinário, pois este poderá apontar a causa desta possível perda, podendo estabilizar ou minimizar o quadro instalado.

cao-audiometria
Cão em procedimento de audiometria para diagnóstico de perda auditiva. (DMV/UFLA, 2012)

Qual é a melhor forma de melhorar a qualidade de vida dos animais que perdem a audição e quais adaptações podem ser feitas no dia a dia?
Um cão surdo possui uma grande adaptabilidade ao meio, mas algumas modificações de hábito e no ambiente deverão ser feitas. Cães que possuíam livre acesso à rua e agora estão surdos deverão ser monitorados de perto por uma pessoa; o fato de não escutarem sons pode favorecer a ocorrência de acidentes com automóveis, bicicletas e outros animais. Se a causa da perda auditiva for identificável, o proprietário deverá recorrer ao tratamento da mesma (como o uso de medicamentos indicados pelo veterinário). Também é aconselhável que aqueles cães de guarda que desenvolvam problemas de audição sejam avisados visualmente da chegada do dono, pois podem atacar o proprietário se não o virem direito (lembre-se que o cão já não consegue identificar as pessoas pela sua ultrassensível audição, restando apenas o olfato – também poderoso, mas insuficiente – e a visão). Ao chegar em casa, o proprietário deverá se mostrar, à distância, ao cão e não entrar bruscamente no quintal ou garagem onde o pet está.




terça-feira, 11 de dezembro de 2012

cuidados que se deve ter com os cães

Em dias muito quentes e abafados, as pessoas procuram aliviar a sensação de calor com roupas leves, banhos, bebidas geladas, etc.. Mas você já parou para pensar como se sentem os cães nesses dias? Recobertos pela pelagem, seria como se você estivesse vestindo um casaco de inverno em pleno verão... Por esse motivo, devemos tomar alguns cuidados com nossos animais durante as épocas quentes Cães e gatos, além da pelagem, que piora a sensação de calor, não possuem glândulas de suor, ou seja, eles não suam como as pessoas. O mecanismo da sudorese faz com que a temperatura do organismo diminua. Sem esse recurso, os animais ficam de boca aberta no calor, ofegando, isto é, fazendo com que o ar frio entre e resfrie seu corpo. Quanto mais ofegantes estão, mais calor estão sentindo.

foto: HARD FACE KENNEL
Com essas 'desvantagens', dá para concluir que os animais podem passar maus momentos com o calor extremo. As raças de cães muito peludas e adaptadas a invernos rigorosos sofrem ainda mais, pois além da pelagem e a falta de glândulas de suor, possuem uma camada de gordura sob a pele, para protegê-los do frio.
Para garantir o bem-estar dos animais no verão, passamos algumas dicas:
1. Deixe água fresca e, se possível, resfriada (não gelada), no bebedouro do cão. Vá trocando durante o dia. Alguns cachorros costumam bater as patas dentro do recipiente de água para se molharem quando está calor. Não há problemas nisso, mas observe sempre para que o cão não fique sem água.
2. Não passeie com o animal nos horários quentes do dia. Além do calor, ele pode queimar as patas no piso. Leve-o para a rua em momentos mais frescos (início e final da tarde) e ande em lugares sombreados.
3. JAMAIS deixe o cão preso dentro do carro, mesmo se os vidros ficarem semi abertos. O animal pode superaquecer e passar mal.
4. Não use focinheiras fechadas para passear com o cachorro. Se tiver que utilizá-las, opte por modelos arejados que permitam que o cão fique com a boca aberta em seu interior.
5. Se a raça de seu cão pode ser tosada, diminua bastante a pelagem dele durante o verão. Nessa hora é mais importante o bem-estar de seu animal do que a beleza.
6. Quem mora em regiões quentes nunca deve optar por raças adaptadas ao inverno (Husky siberiano, Malamute do alaska, Bernese, etc..). Mas se já fez essa escolha, seu cão pode necessitar de ar-condicionado ou ventilador no verão para suportar o calor, caso esteja extremamente ofegante. Aqui não se trata de "cuidar de bicho como gente" e sim adequar a temperatura ambiente àquela que o animal possa suportar.
7. Observe que o local onde o cachorro fica tenha sempre uma parte sombreada durante o dia, independente da casinha de cachorro. Esta é um local extremamente quente para o cão ficar sob o sol.
8. Atenção especial para cães que adoram a água, como os labradores. Eles podem entrar em piscinas para se refrescarem e não conseguirem sair depois, o que causa afogamento.
9. Se o seu cão estiver extremamente ofegante num dia quente, dê um banho frio para diminuir sua temperatura. Ou molhe seu corpo para refrescá-lo.
10. No caso das aves, deixe uma vasilha rasa com água, para que o pássaro possa tomar banho e se refrescar. A gaiola deve ficar sempre à sombra.
11. Pequenos roedores como hamsters podem sentir muito calor no verão. Deixe a gaiola num local fresco, sombreado e arejado durante o dia.
Os sinais que nos mostram que o animal está com muito calor são bem fáceis de observar: boca aberta e respiração ofegante, deitar-se em locais com piso frio com as patas traseiras abertas, beber muita água (nos dias quentes) e procurar sempre a sombra. Garanta que o verão seja uma época agradável para o seu melhor amigo.

domingo, 9 de dezembro de 2012


Natal está chegando e essa é uma época para ficar de olho no seu pet. Sim, isso porque os enfeites de Natal como as bolas coloridas piscas-piscas podem ser um PE-RI-GO para o seu bichinho! Então, para curtir essa época do ano com muitas risadas, é preciso tomar alguns cuidados especiais em casa!
Um dos perigos, de acordo com a Dra. Carla Berl, do Hospital Veterinário Pet Care, é o pisca-pisca! Sim, porque eles tendem a roer tudo que encontram pela frente e o pisca-pisca pode eletrocutar. “Já atendemos desde cães e gatos eletrocutados porque brincaram com os fios até pets que comeram enfeitespendurados na árvore de Natal“, comenta. Triste né, gente?  =( Por isso, é importante deixar a árvore de Natal em um lugar que o seu bicho não alcance de jeito nenhum!
Deixe os enfeites de Natal longe do seu pet!
Outro cuidado muuuuito importante que se deve ter com o seu pet é com a ceia de Natal! Nesse período defestas de final de ano, aumenta ainda mais a quantidade de pets intoxicados por comerem algo que não estão acostumados! “Devemos ter cuidado e evitar oferecer restos de comidas natalinas aos animais. Todo ano temos vários pets intoxicados, com vômitos e diarreia,que acabam passando muito mal”, disse Carla.
Já na noite de réveillon, a dica é não desgrudar do seu cãozinho ou gatinho! Eles ficam muito assustados com os fogos de artifício e chegam a tremer muuuito de medo. Uma opção é colocar algodão no ouvido dopet para abafar o barulho. Mas o mais importante mesmo é ficar bem perto do bichinho e dar muitocarinho a ele para que possa se acalmar aos poucos.

hospedagem de ano novo

nego    propriétaria carol ( 10 dias )

joy  propriétaria silvana  ( 5 dias)


atenção agora só há vagas para cachorro de pequeno porte (2 vagas ) 

ou hospedagem na propria casa eu vou em sua casa cuidar do quintal ,colocar água e comida e passear com o seu cachorrinho 2 veses ao dia de manhã e á noite  



ainda há vagas para natal e carnaval !!!! corram e agende já o passeio e a hospedagem de seu peludo ele agradece !!!!!

sábado, 8 de dezembro de 2012


Alimentação inadequada ao cão: “DANOS A SAUDE”!

Se você é o tipo de dono que quer sempre agradar seu cão com um bom petisco, fique atento!
“Não se deve humanizar os cães, achando que eles podem ingerir as mesmas coisas que comemos”, diz o veterinário endoscopista Franz Yoshitoshi. Além da “humanização”, que agrava a condição gástrica dos animais domésticos, outros fatores podem causar problemas, como a ingestão de medicamentos antiinflamatórios e reações alérgicas.
As rações são mais indicadas aos cães, pois tem todos nutrientes adequadas; sem duvidas é melhor pois é produzida de acordo com as necessidades do organismo dos animais. Portanto ela é mais completa em relação a vitaminas e minerais que os cães precisam. Quanto a comida caseira não é indicada pois contém  excesso de substâncias que não são digeríveis e danosas para o cão.
“A gastrite é um processo inflamatório que pode estar relacionado a uma série de causas e que, se não tratado adequadamente, pode desencadear algo pior.”
Fique de olho pois alguns sinais podem ajudar você a perceber se seu cachorro está com gastrite, ajudando você tomar atitude apropriada ao seu cão, à  tempo de evitar uma situação mais grave como a úlcera Cães vegetarianos – Quando um cachorro investe sobre uma planta da casa, por exemplo, pode estar querendo mais do que fazer uma simples boquinha. “Esta é uma forma instintiva de comer algo para proteger a mucosa gástrica”. Mas nem todo cão que aprecia o verde tem problema no estômago. Ele pode mesmo ser fã do prato, já que cachorros não são estritamente carnívoros.
Comportamento do animal: Cachorros amuados, ou com distúrbio alimentar são suspeitos. “É muito frequente o animal com problema gástrico ter distúrbio alimentar. Ou ele não come ou come e depois vomita. Ou ainda  passa a querer coisas que não costumava consumir, mesmo não sendo alimentos”. Problemas digestivos, como diarréia, fezes escuras e com sangue também podem indicar avaria no estômago.
Enfim, tratar seu cão como gente pode provocar gastrite nele. Portanto fique atento, até porque se não devemos “humanizar” o animal, não podemos repetir com ele os erros que cometemos.

Como alimentar uma cadela lactante

A fêmea lactante deve receber todos os nutrientes na sua dieta, pois o leite é a principal fonte alimentar para os filhotes após o nascimento. Recomenda-se fornecer um alimento de qualidade, incluindo altíssima palatabilidade para estimular a alimentação, alta digestibilidade para reduzir o volume e alto teor energético, sendo administrado através de várias pequenas refeições diárias, proporcionando condições para a produção de leite suficiente, atendendo a demanda dos filhotes nas primeiras três semanas de idade.
Durante a lactação há um aumento da necessidade energética e de outros nutrientes, portanto, recomenda-se um alimento extra e de boa qualidade durante esse estágio da vida. O carboidrato é um componente indispensável. Há alguns cuidados que devem ser seguidos durante a amamentação como: oferecer uma dieta altamente digestível e rica em nutrientes, fornecer a quantidade adequada de calorias para prevenir uma excessiva perda de peso, administrar de duas a três vezes a quantidade de alimento necessária à manutenção durante a lactação, no auge da amamentação optar pela dieta de livre escolha e dar pequenas quantidades de alimentos várias vezes ao dia, água limpa e fresca sempre a disposição, e após há quarta semana reduzir lentamente a quantidade de comida oferecida à cadela.
O conteúdo de lactose do leite de vaca é quase três vezes maior que o da cadela. E o leite da vaca contém 15% a menos de proteína do que o da cadela.  O leite da cadela possui alto teor de gordura e proteína, sendo assim o seu valor energético é duas vezes maior. Portanto, se filhotes são alimentados com o leite da vaca, podem desenvolver um quadro de diarréia devido à intolerância à lactose.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012


Primeiros cuidados com a vacinação do seu cão

Ao comprar o seu cão, é ideal que o leve ao Médico Veterinário para que se faça uma avaliação geral da sua saúde. Antes de aplicar as vacinas é necessário ter cuidado para que o seu cão não fique em contato com cães com a saúde comprometida. Lembrando que inclusive na clínica veterinária esse cuidado deve existir – mantenha-o no colo e distante dos outros cães.
Cachorro Vacinação

VACINAÇÃO DE CÃES

60 dias de idadeVacina Octupla – 1ª dose
90 dias de idadeVacina Octupla – 2ª dose
120 dias de idadeVacina Octupla – 3ª dose
1 semana após a 3ª aplicação da OctuplaVacina Anti- Rábica
OBS: A cada ano deve-se fazer o reforço das vacinas Octopla e Anti-rábica.
Ao vacinar o seu cão algumas doenças serão evitadas, como por exemplo:

CINOMOSE

Enfermidade infectocontagiosa aguda, sub-aguda ou crônica; febril, particular da família canina entre os animais domésticos. Somente o cão. Sua transmissão se dá por vias respiratórias e digestivas. Na fase aguda o vírus é eliminado intensamente e em abundância pela secreção ocular, urina e fezes.
Manifestação:
  • 1º. fase – digestiva: em que o animal apresenta vômitos, diarréia, mucosa sanguinolenta, anorexia, temperatura acima de 40ºC.
  • 2º. fase – respiratória: Broncopneumonia intensa, secreções mucosas e senomucosas, que depois passam para purulentas, geralmente por infecções secundárias.
  • 3º. fase – nervosa: Nesta fase aparecem alterações mioclonais ( tic nervoso ), podendo encontrar as três fases ou apenas uma delas. A mais perigosa é a nervosa. Toda vez que suspeitar de cinomose ou leptospirose, a temperatura deverá estar acima de 40 ºC.

HEPATITE

Enfermidade infectocontagiosa aguda, causada por vírus resistente ao éter, álcool, clorofórmio e sensível ao formol e calor. Período de encubação: 4 a 9 dias.
Manifestação:
  • Animais jovens: morte súbita sem nenhum sinal clínico.
  • Primeiro sinal: hipertemia passageira de 24 a 48 horas, temperatura de 40º a 40,5º, caindo logo após; apresenta sede intensa, anorexia, congestão das amígdalas, congestão das mucosas e da faringe, congestão conjuntival (pálpebras vermelhas), congestão da conjutiva nasal e bucal, fotofobia, hemorragias bucais, esquimoses na pele ( pinta ou pontos vermelhos). Principalmente na frente (abdômen) e faces internas da coxa e mucosa peniana, dispinéia (dificuldade respiratória) por edema pulmonar (pulmão cheio de líquidos), animais adotam posição de sentar, para aliviar a pressão.

LEPTOSPIROSE

Doença infecciosa grave que atinge os homens e os animais, sendo causada por uma bactéria a Leptospira sp presente na urina dos ratos e camundongos. A contaminação se da quando o animal, ou o indivíduo entra em contato com água ou lama que contenha a Leptospira. Esta penetra no organismo através de ferimentos na pele ou mesmo na pele integra quando num contato mais prolongado e também pelas mucosas (boca – nariz – olhos – órgãos genitais ).
Manifestação:
  • Vômitos e diarréia as vezes com sangue, urina com sangue, icterícia.

PARAINFLUENZA:

Tosse persistente, e as vezes associado a pneumonia. Esta doença é chamada tosse de canis.

PARVOVIROSE:

Doença de cães seria e altamente contagiosa, e a infecção se dá pelo Parvovirus Canino que tem um curto período de incubação.
Manifestação:
  • Os sintomas mais comuns são de morte súbita quando tivermos o modo cardíaco, com depressão e disfunções respiratórias. Vômitos, diarréias e desidratações são os sintomas do modo gastroentestinal que tem como sinal principal fezes sanguinolentas.

CORONAVIROSE

Doença viral, com um quadro semelhante à Parvovirose.

RAIVA

Doença infecto contagiosa aguda e fatal, caracterizada por sinais nervosos, apresentados por agressividade e por semi-paralisia ou paralisia. Tempo de encubação: pode aparecer de 10 a 90 dias.

Por que seu cão deve ser vacinado por um médico veterinário?

Porque somente o médico veterinário está capacitado para:
  1. Planejar o programa de vacinação adequado a cada cão;
  2. Realizar um exame clínico completo antes da vacinação;
  3. Não vacinar cães doentes ou debilitados;
  4. Recomendar, quando necessário, um programa de vermifugação adequado;
  5. Utilizar vacinas de boa qualidade e boa procedência, conservadas de modo correto;
  6. Não prescrever ou utilizar medicamentos que possam interferir na vacinação;
  7. Utilizar seringas e agulhas estéreis e boas técnicas de assepsia, evitando contaminações;
  8. Conhecer as vias corretas de aplicação;
  9. Emitir atestados de vacinação com valor legal para viagens ao exterior ou se o gato morder pessoas ou outros animais;
  10. Garantir o bom resultado da vacinação.
Cachorro tomando vacina

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012


Como medicar o seu cão

Você pode precisar dar remédio para dor após um acidente grave ou um vermífugo mensal, aprender a dar medicação via oral para o seu cachorro é um truque útil. Use as dicas a seguir para dar tanto remédios líquidos como comprimidos para o seu cachorro.
Líquidos
  • Segure o cachorro. Se ele for difícil de lidar você pode precisar de ajuda para contê-lo. Diminua a apreensão do cachorro conversando com ele com calma e segurança. Passe o braço delicadamente sob o pescoço do cachorro, segurando a garganta na dobra do seu braço. Veja se ele pode respirar sem problemas. Passe o outro braço por cima ou por baixo do meio do cachorro, pressionando com cuidado para segurar o corpo do cachorro contra o seu.
  • Se necessário, faça uma focinheira frouxa de maneira que a boca abra apenas um pouco.
  • Incline a cabeça do cachorro para trás, com cuidado.
  • Puxe o lábio inferior do cachorro para fazer uma bolsa.
  • Usando um conta-gotas ou uma seringa plástica, coloque o líquido aos poucos nessa bolsa, esperando que cada porção seja engolida antes de dar mais um pouco.
  • Massageie a garganta do cachorro para estimular o reflexo de engolir.
Comprimidos
  • Segure o cachorro. Se ele for difícil de lidar você pode precisar de ajuda para contê-lo.
  • Diminua a apreensão do cachorro conversando com ele com calma e segurança.
  • Segure a mandíbula superior do cachorro com uma mão por cima do focinho.
  • Pressione os lábios do cão sobre os dentes superiores apertando com seu polegar em um lado e os outros dedos no outro, de maneira que os lábios do cachorro fiquem entre os dentes e seus dedos. Aperte com firmeza para forçar a boca a ficar aberta.
  • Segure o remédio entre o polegar e o dedo médio da outra mão e coloque dentro da boca o mais fundo possível.
  • Massageie a garganta do cachorro para estimular o reflexo de engolir.
Um método alternativo é esconder o comprimido em um pedaço de salsicha, presunto ou outro petisco que o cachorro goste.