Bem Vindo.

Bem vindo ao Personal Dog o lugar certo para você educar o seu cão! aqui educamos seu cão através do carinho e do amor. Criamos esse blog para que você conheça um pouquinho do nosso serviço e para você cliente que já deixa seu cãozinho com a gente ver o dia a dia do seu mascote...
Oferecemos, hospedagem canina, banho, passeios e bricadeiras, deixando seu cão forte e educado.
Venho nos conhecer.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

cuidado com a leishemaniose visceral canina


De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a leishmaniose é um importante problema de saúde pública mundial.
A leishmaniose (calazar) é uma zoonose causada por um protozoário do gênero Leishmania.
Sua transmissão ocorre através da picada do “mosquito-palha” (flebótomo) infectado. Esse mosquito tem o hábito de picar ao anoitecer e geralmente ocorre em regiões próximas a matas e encostas de morros. A doença pode afetar tanto seres humanos como animais domésticos e silvestres. O cão é considerado o principal reservatório da doença no meio urbano.
Apesar de classificada como doença de caráter rural, a boa adaptação do mosquito transmissor ao meio urbano tem permitido a expansão da doença no Brasil.
A doença apresenta-se em duas formas clínicas principais: a forma cutânea e a forma visceral, sendo esta última mais grave.
Os sintomas podem ser bastantes variáveis. O cão pode apresentar lesões na pele (úlceras e descamação), emagrecimento, problemas oculares e em alguns casos, crescimento exagerado das unhas.
A doença pode evoluir para um quadro mais grave, causando lesões no fígado, baço e rins, podendo levar à morte.
Como o tratamento não é recomendado (os orgãos oficiais de saúde recomendam a eutanásia dos animas positivos), a preveção é a melhor opção:
  • Combate ao mosquito transmissor
  • Usar telas milimétricas nas janelas e portas em áreas endêmicas
  • Usar repelentes para minimizar o risco de transmissão (nos cães e seres humanos)
  • Realizar exames sorológicos periódicos em animais de áreas de risco
  • Procurar o posto de saúde mais próximo quando suspeitar da doença em humanos
  • Evitar o desmatamento e a construção de moradias em encostas de matas.
A evolução da doença pode ser muito lenta (até 4 anos para apresentar sintomas), e o cão apesar de parecer saudável pode ser transmissor da doença para seres humanos e outros animais.
O diagnóstico é realizado através de um exame de sangue ou biópsia da lesão.
Animais que vivem em regiões onde já foram detectados casos positivos devem ser testados.
Já existe uma vacina que pode ser aplicada em cães saudáveis e acima de 4 meses de idade. É fundamental realizar um exame de sangue antes da vacinação – somente animais negativos podem ser vacinados.
O esquema de vacinação consiste em 3 doses com intervalo de 21 dias entre elas. A revacinação é anual.
Converse com o veterinário(a) dos seus animais.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Tal como nos humanos, os cães podem ter alergias. Os factores mais comuns de alergias caninas são o pólen, os ácaros, as picadas e a saliva de pulgas. Mas alguns produtos caseiros também são causadores, químicos industriais e inclusive certas carnes e cereais. Podemos consultar o veterinário que nos informará mais exaustivamente dos factores que podem causar alergia ao nosso cão.

Os sintomas das alergias variam segundo o tipo de alergia, claro. Quando as comichões aparecem, acabam por incomodar o animal, causando posteriormente irritações. Muitas vezes com um simples exame regular as alergias são detectáveis. A evolução posterior da alergia pode acabar por formar pele saída ou mesmo alastrar outras infecções e provocar por vezes problemas digestivos.

A alergia pode manifestar-se de modo periódico ou permanente. As zonas onde geralmente se nota na cabeça são os lábios, orelhas e o contorno dos olhos. O corpo é uma zona muito sensível, sobretudo as patas. As alergias contagiosas manifestam-se mais nos lábios, nos genitais ou no ventre.

Para o cuidado das alergias, o mais conveniente é ir ter com um veterinário, para que nos receite os produtos ou medicamente que devemos administrar ao cão. Estes podem ser desde champôs específicos a medicamentos para alergias ou crises graves. O veterinário também é essencial para analisar a fundo o animal e assim determinar a natureza da alergia e poder tratá-lo.

A identificação das alergias em ocasiões em longa e demoroso e exige a colaboração entre o dono do cão e o seu veterinário. Um cão alérgico será sensível aos factores alérgicos mesmo depois dos diferentes tratamentos. Deverás sempre evitar o contacto ou ingestão dos factores responsáveis.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

cães que destroi tudo


Os cães são capazes de fazer um estrago com os dentes, quem já teve um roedor em casa, sabe disso.
As motivações para roer são diferentes e por isso devemos considerar como um sinal ou um sintoma de outra causa.
Antes de chamar seu cachorro de destruidor, é importante entender por que ele está roendo tudo.
Os filhotes aprendem  tudo sobre seu ambiente através da boca. É como se fosse a fase oral das crianças, eles precisam colocar tudo na boca para matar a curiosidade.
Em geral, coloca-se a “culpa” na troca dos dentes. Por volta dos 4 meses, os filhotes têmseus dentes de leite substituídos por dentes definitivos. Morder tudo pode facilitar esta troca e aliviar o desconforto nas gengivas.
Os alvos da destruição são variados, podem ser os sapatos, móveis, papéis, quinas de paredes…
A primeira medida para evitar maiores estragos, é manter o filhote num cercadinho.  O filhote pode ficar no mesmo ambiente que os donos, mas sem destruir nada. Quando o filhote fica solto, é melhor retirar os itens mais valiosos (ou frágeis) do alcance dele.
Para deixar o filhote sozinho em casa por períodos mais longos, o cercadinho é muito pequeno e ele não terá como evacuar e defecar na área indicada. O ideal é deixá-lo numa área ou cozinha com opções de brinquedos para morder e se distrair.
Infelizmente, nem todos os filhotes param de roer quando crescem. Na verdade, os piores roedores são cães jovens adultos. Cães de raças esportivas (labrador, por ex.) e muito agitadas são mais propensos a destruição e podem demorar até os 2 ou 3 anos de vida para acalmar.
Os adultos que roem muito costumam ter uma razão por detrás deste comportamento.
O medo, ou fobia de barulhos altos (trovão, fogos) e a sensação de abandono são as mais frequentes. Na tentativa de escapar de casa e seguir seu dono, um cão é capaz de cavar uma porta ou parede até fazer um buraco. Para aliviar a ansiedade, um cão procura sapatos, almofadas entre outros objetos para morder. Nestes casos, não é recomendado deixar o animal confinado por causar mais panico ainda. Em geral, a ansiedade de separação (saiba mais em http://www.bichosaudavel.com/deixando-o-cao-sozinho-em-casa/) ocorre assim que o animal fica sozinho e a melhor maneira de confirmar é deixando uma camera ligada. O que observamos é um animal ansioso que começa a latir, chorar, uivar, cavar, destruir e até mesmo urinar e defecar poucos minutos depois que se percebe sozinho em casa.
Quando a causa é o medo de barulhos, a destruição só ocorre nos dias de tempestades, fogos ou tiros.
O tratamento para estes casos de ansiedade é tratar a própria ansiedade e não só se preocupar com a destruição. Devemos lembrar que se o animal está se comportando assim, é porque está desesperado, sofrendo muito. Alguns animais precisam de um tratamento complexo, envolvendo mudanças comportamento, medicação ansiolítica e dessensibilização.
Para os filhotes, o tratamento é mais simples, basta evitar o acesso aos objetos, realizar adestramento basico e oferecer bons brinquedos interativos.

sábado, 24 de novembro de 2012

fogos de artificios


Alguns assuntos acabam retornando, de tempos em tempos, quando a preocupação é o bem estar de nossos peludos. Agora, por exemplo, vamos tocar novamente em um ponto que preocupa muitos donos e apavora muitos peludos: O medo de fogos de artifício e a proximidade da grande festa do futebol, a Copa do Mundo.
Ainda temos alguns meses pela frente antes de nos tornarmos hexacampeões, mas para quem tem um cachorro que fica com medo ou nervoso com os fogos de artifício, ou para quem tem um filhotinho em casa que ainda não passou pela experiência de sobreviver a um foguetório, já está mais do que na hora de começar a pensar seriamente no assunto.
Nesta edição vamos mostrar os produtos que a BitCão tem para ajudar a você e ao seu peludo a superar estes problemas. Vamos explicar as principais causas deste medo todo e também vamos dar dicas do que se deve fazer para evitar que seu filhote desenvolva fobia de barulhos e do que não se deve fazer porque acaba piorando o problema.

Antes de tudo é preciso lembrar que não devemos dar nenhum tipo de medicamento para nossos amigos peludos sem o conhecimento do veterinário. Calmantes, sedativos, ou qualquer outro tipo de medicamento, seja humano ou próprio para os caninos, pode fazer muito mais mal do que bem. Algumas drogas, usadas de forma incorreta, ou em dosagens inadequadas, podem levar nossos amigões a óbito. Nada de dar só um remedinho sem falar com o doutor, ok?
O grau de medo de cada peludo e a forma a que ele reage são muito individuais. Tem cachorro que fica escondido em algum cantinho, salivando, com os batimentos cardíacos a toda, arfando sem parar. Não querem comer, nem beber. Tem peludo que late sem parar na direção de onde vem o barulho, mas não é um latido seguro. é um latido nervoso e é possível entender que o cão está sofrendo. Tem ainda alguns peludos que ficam tão agitados que tentam "fugir" de qualquer jeito. Escalam qualquer parede, se espremem em qualquer buraco, se ferem, se machucam, mas precisam fugir do barulho de qualquer maneira. Não é raro que estes peludos, totalmente bonzinhos em uma situação normal, tentem morder qualquer um que tente segurá-los ou contê-los na hora do pânico.
Igualmente são várias as causas deste pavor que eles sentem ao ouvirem barulhos muito altos e inesperados.
Para cada caso é possível indicar um tratamento diferente, mas algumas regras gerais se aplicam e ajudam a todos os peludos. Se, infelizmente, nem todos vão ficar 100% depois do tratamento, pelo menos a maioria vai suportar muito melhor estas situações que fogem do nosso controle.
Pela nossa experiência de mais de 10 anos lidando com comportamento canino e mais o de ter uma Border Collie que ficava 3 dias sem comer, sem beber e sem sair de debaixo da cama nem fazer suas necessidades a cada trovoada, ou espocar de fogos, fosse muito longe ou perto, podemos dizer que os casos mais leves de medo podem ser resolvidos com uma boa terapia de dessensibilização. Os casos mais graves se beneficiam muito do uso de medicamentos associados com o programa de dessensibilização.
BitCão não trabalha com remédios (converse sempre com seu veterinário), mas traz o que há de mais moderno para você trabalhar com o seu peludo antes da Copa chegar.
Terapias de dessensibilização (acostumar o cão com os barulhos que lhe causam medo), e mesmo o uso de medicamentos que auxiliam no bem estar emocional do cachorrinho levam pelo menos uns 2 meses para surtir um efeito satisfatório.
É justamente AGORA que os donos devem começar o programa de dessensibilização do peludo com os CD’s exclusivos da BitCão.
Criados especialmente para condicionar os cães que sofrem de pavor de barulhos, o CD Sem Medo de Fogos de Artifício e o CD Sem Medo de Trovões e Tempestades, são desenvolvidos cientificamente por profissionais da área de comportamento para que você consiga libertar o seu peludo dos medos, passo-a-passo, sem pular fases importantes, e com a ajuda de um manual explicativo (já traduzido).

Para quem faz treinamento de guarda ou Shutzhund com seu cachorro e ele é (ou você quer evitar que seu filhote se torne) tímido com o som de tiros, há também o CD SEM MEDO DE Tiros, que utiliza o mesmo princípio para dessensibilização do cachorro.
Outro auxiliar que tem dado muito conforto para os peludos e por tabela para os seus donos, é o D.A.P., iniciais de Dog Appeasing Pheromone ou, em português, Feromônio Apaziguador de Cães.
O D.A.P. foi desenvolvido por veterinários franceses e é um produto sintético que imita as propriedades dos feromônios naturais da fêmea quando está amamentando. São estes feromônios apaziguadores que dão ao s filhotes a sensação de bem estar e aconchego. Os feromônios são substâncias largamente espalhadas no reino animal que são utilizadas nos processos de comunicação entre os animais da mesma espécie. Assim, os feromônios emitidos por um animal podem afetar e modificar o comportamento dos outros animais da mesma espécie e igualmente o animal que está liberando o feromônio. As pesquisas realizadas mostraram que as propriedades tranqüilizadoras destes feromônios persistem mesmo na idade adulta.
É como se o feromônio dissesse: “Calma, tudo está bem, não se preocupe. Mamãe está aqui e você está seguro”.
D.A.P. é indicado para cães que apresentam comportamento inadequado, ligados a ansiedade.
  •    medo de fogos, trovões e tempestades.
  •    destruição de objetos quando deixado sozinho.
  •    vocalização excessiva, sejam por latidos ou uivos.
  •    eliminação de urina e fezes em locais inadequados quando só.
  •    destruição de portas ou móveis.
  •    movimentação incessante e salivação excessiva.
  •    comportamento de auto-mutilação: lambendo, coçando ou se mordendo.
  •    medo de pessoas estranhas e visitas.
  •    estresses ligados à inserção de filhotes na família ou a uma alteração em seu ambiente (mudanças, visitantes incomuns).
Aproveite para também conversar com o seu veterinário e determinar se algum medicamento é necessário para auxiliar no tratamento do cão.

Não perca tempo. Quanto antes vocês começarem este programa, maiores serão as chances de sucesso e de que o tratamento do seu amigão se torne definitivo.
Existe hoje, no mercado, um produto feito à base de Buspirona (substância usada com sucesso por muitos comportamentalistas há anos nos Estados Unidos) para o controle e tratamento de cães que apresentam fobia de sons, inclusive de casos mais graves.
É possível também ter sucesso com o uso de antidepressivos que ajudam a aumentar a sensação de bem estar e segurança dos peludos. Ainda não há, no Brasil um produto dosado especificamente para os cães (nos Estados Unidos existe o Clomicalm), mas é possível fazer uso do antidepressivo indicado para humanos com o devido acompanhamento do veterinário.
Os sedativos e calmantes podem servir como SOS, ou seja, um socorro imediato para deixar os peludos "fora do ar", mas não vão ajudar a tratar o problema em si. Dar sedativos e calmantes sem o acompanhamento do veterinário pode ser muito perigoso para o seu peludo e, inclusive, os calmantes podem surtir um efeito totalmente inverso ao desejado, ou seja, pode deixar o cão muito mais excitado e reativo do que sem o calmante.
E para entendermos melhor porque alguns peludos sofrem tanto com os barulhos de fogos, trovões, ou estrondos inesperados, vamos analisar as possíveis causas de um cachorro ter medo de tanto barulho.
O MEDO É CAUSADO POR FATORES GENÉTICOS: 

Alguns cachorros são mais sensíveis do que outros com relação a sons e movimentos bruscos. Eles já nasceram assim, e na ninhada eles pareciam procurar sempre um cantinho quando alguém batia palmas ou dava um assobio forte perto deles. O filhote pode ter "puxado" um dos pais, que também era "medroso", ou então esta pode ser uma característica individual do filhote. Quando o medo é genético, não há muita coisa que possamos fazer para ajudar ao cachorrinho. O jeito é tentar a dessensibilização gradual, conforme o programa desenvolvido pela série de CDs SEM MEDO e torcer para que ele supere seus medos da melhor maneira possível.
O MEDO É CAUSADO POR UM TRAUMA:

Existem dois períodos na vida de um filhote onde ele é traumatizado com mais facilidade. Isso quer dizer que experiências ruins tendem a se fixar na memória do filhote pro resto da vida. O primeiro período ocorre entre 8 e 11 semanas de vida. O segundo período vai do 6º ao 14º mês de vida. O início e o fim de cada período, bem como a intensidade do trauma vai depender de cada cachorro, mas quase todos passam por esta fase sem muitos sustos.
O MEDO É CAUSADO PELA FALTA DE EXPOSIÇÃO A SITUAÇÕES NOVAS:

Tal como os bebês, os filhotinhos também aprendem a reagir de acordo com o meio ambiente que eles vivem. Se um cachorrinho é trazido para uma família cheia de crianças, dificilmente ele irá se importar com a barulheira generalizada. Ao contrário, filhotes criados em casas praticamente silenciosas, onde todos falam baixinho com ele, onde os filhos (quando existem) já são crescidinhos e já não fazem tanto barulho assim, provavelmente vão estranhar horrivelmente se alguém berrar com ele. Os cães criados em casas sem barulho tendem a ficar mais inseguros quando bombinhas estouram, quando a criançada bate uma pelada na frente da casa, ou quando uma tempestade se aproxima.
O MEDO É CAUSADO PELA ASSOCIAÇÃO DO BARULHO COM ALGUMA EXPERIÊNCIA DESAGRADÁVEL:

Mesmo que o cachorro não esteja numa fase de impressão do medo, se uma tábua de passar roupa cair em cima da patinha dele, causando dor, além de fazer um barulhão danado, pode contar que o canino vai passar a ter medo de barulhos altos e secos. Às vezes coisas muito mais sutis aos nossos olhos podem causar esta associação, por exemplo, uma porta que bate com o vento bem antes do cachorro levar um pisão.
Diferente da fase de impressão do medo, aqui os estímulos negativos precisam ser muito fortes para que o medo se torne permanente.
O MEDO É RECOMPENSADO CONSTANTEMENTE:

Em todos os casos o mais comum, e o pior que se pode fazer, é recompensar o medo com carinhos e afagos. Toda vez que o cachorro apresenta sinais de medo e nós tentamos acalmá-lo com palavras suaves, com carinhos, ou dando colinho, nós estamos passando a mensagem incorreta de que medo é bom, medo é bonito, e cachorro medroso ganha carinhos extras.

Para o cachorro não faz a menor diferença se o que você está falando para ele é um carinho ou uma ameaça, o que vai dar sentido às suas palavras é o tom de voz que você emprega e o que você faz com o cachorro junto com estas palavras. Tom de voz macio é carinho; carinho é recompensa; recompensa reforça o comportamento atual.

O QUE FAZER?

Para evitar problemas: Exponha o seu filhote com segurança. Faça festas em casa para o filhote. Convide os amigos e familiares, que gostem muito de cachorros, é claro, para uma festinha em homenagem ao seu filhote. Peça para todos tirarem os sapatos na porta, assim você diminuiu as chances de que o filhote, ainda sem vacinas, possa ficar doente (avise com antecedência pra todo mundo que vai ter que tirar sapato. Evita-se vexames de meias furadas, e tênis fedorentos).
Mantenha em mente que a festa é pro filhote, então ele pode ficar passeando pela sala. Escolha um horário tranqüilo e faça a festa "rapidinha". O importante é que o filhote veja bastante gente simpática, que barulhos normais de festa sejam associados com coisas boas (carinhos e sorrisos), e que ele possa se divertir também sem ficar estressado. Com o consentimento do seu veterinário (que vai orientar se a região em que você mora é muito perigosa para a saúde do seu filhote), leve o pequeno peludo para passear de carro ou no colo. Deixe ele ouvir os sons da rua e converse com ele calmamente. Qualquer sinal de estresse por parte do pequeno, simplesmente volte pra casa sem muito drama. Lembre-se, nada de tentar consolá-lo, apenas dê meia volta e tente novamente num horário mais calmo.
Se você não quer um cachorro que fique nervoso em situações novas, prepare-o para as situações mais diversas possíveis, e principalmente para aquela que provavelmente irão fazer parte da vida dele no futuro. Deixe os filhos do vizinho brincar com ele, leve-o para a janela ou para a frente da casa se estiver acontecendo algo de "novo" na sua rua. Ligue os aparelhos domésticos com segurança, sem forçá-lo a ficar perto do secador de cabelo ou do aspirador de pó.
Evite situações em que o filhote pode ser traumatizado nos períodos mais sensíveis da vida dele.
Tenha uma atitude positiva, não superproteja. Peça para as crianças (pequenas e adultas) não brincarem de dar sustos no filhote, especialmente nas fases de impressão do medo.

Em resumo:
  1. Se você tem um filhote que ainda não demonstra medo ou é apenas tímido, prepare-se para a chegada da Copa do Mundo expondo seu filhote gradualmente a som altos;
  2. Se o seu cão já é adulto procure fazer a dessensibilização dos sons assustadores com a ajuda dos CDs Sem Medo;
  3. Crie uma área de conforto com o uso do D.A.P. para que seu peludo vá aprendendo a controlar sua ansiedade. O lugar onde você colocar o D.A.P. pode ser também o lugar para onde seu cão pode “fugir” nos momentos mais difíceis;
  4. Resista, a todo custo, a tentação de acariciar e tentar acalmar seu amigão quando ele estiver demonstrando sinais de medo. É melhor deixá-lo quieto em um canto do que ficar dando colo ou acariciando-o;
  5. Peça a ajuda do seu veterinário e siga a risca as recomendações dele se vocês optarem por usar algum medicamento para ajudar a quebrar o padrão de pânico do peludo;
  6. Deixe seu cachorro ficar em algum lugar calmo e seguro para ele. Nunca o deixe exposto diretamente a produtos de limpeza, nem em locais onde ele possa fugir ou se ferir. Se possível evite que ele fique sozinho nos dias mais “perigosos”, como por exemplo nos dias dos jogos do Brasil. Considere até em deixá-lo em uma hospedagem de cães que tenha bastante experiência e com instalações seguras;
  7. Siga o programa com muita disciplina e com paciência, pois este tratamento pode levar muitos meses (e só começa a demonstrar algum efeito com, no mínimo, 30 dias). Lembre-se que seu cão está sofrendo e precisa da sua ajuda. Não o puna se ele cavar um buraco embaixo do portão, se ele atacar seu sofá, ou se ele fizer xixi por todo canto. Ele não está fazendo isso para punir você, ele está apenas reagindo com os mecanismos que dispõe.
Da mesma forma que vamos estar torcendo para o Brasil ser hexacampeão, vamos estar torcendo para o seu peludo conseguir superar mais este desafio.

Nós aceitamos:
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

todos os cães sabem nadar


Teoricamente, todos os animais sabem se mexer dentro d` água para não afundar, mas na prática, não é bem assim…
Alguns animais são muito atléticos e adoram água.
Outros são pesados e detestam até tomar banho. Imagine se ele precisar nadar para não se afogar.
Algumas raças são nadadoras por natureza como os labradores, cão d` água portugues, goldens retrievers entre outras.
Mas as raças braquicefálicas (“cara achatada”) como os buldogues, por exemplo, têm mais dificuldade e podem ter problemas se dependerem de sua habilidade nadadora.
Acredito que a questão mais importante não é a capacidade ou não de nadar e sim a dificuldade que o animal pode encontrar para sair da piscina.
Mesmo um grande nadador pode se afogar ao cair acidentalmente numa piscina e não conseguir sair. Ele vai nadar até cansar, mas se não receber ajuda para sair vai acabar se afogando.
Infelizmente, conheço algumas histórias tristes como esta.
Em casas com cães, toda piscina deve ter uma opção para eles saírem. Se a própria escada da piscina for de alvenaria, com os degraus chegando ao limite da água, tudo bem. Basta checar se eles conseguem subir. As vezes, é necessário ensiná-los ou instalar um piso anti-derrapante para facilitar.
Quando a escada é daquele modelo tubular, é praticamente impossível um cachorro conseguir subir.  Existem plataformas para serem instaladas neste tipo de escada que resolvem o problema.
Outra opção é manter uma rampa (mesmo que improvisada) e ensinar o cão a sair da piscina, pelo menos quando não houver ninguém por perto. Também é possivel instalar uma tela ao redor da piscina para evitar que o cão caia acidentalmente.
Evite acidentes! Proteja seu(s) cão(es)!

cuidados com os cães nas festas de fim de ano


As Festas de Natal e Reveillón costumam ter a casa cheia de crianças, muita comida e bebida e papéis de presente pelo chão.
Nos divertimos muito, mas nossos animais de estimação podem acabar se envolvendo em acidentes. Nada como a prevenção. Aqui vão alguns pontos importantes para prestarmos atenção:
  • Problemas gastrointestinais- migalhas no chão e visitas que não resistem a carinha de pidão são a maior ameaça. Os animais não devem comer alimentos gordurosos e temperados e se intoxicam facilmente com álcool e chocolate. Avise às visitas que não devem alimentar os animais e evite que restos de comida fiquem à disposição na mesa, no chão ou em latas de lixo acessíveis.
  • Corpos estranhos- cães e gatos adoram brincar com papéis de presente, bolas de Natal, elásticos e fitas. Fique vigilante e limpe o chão assim que terminar a farra dos presentes. As bolas de vidro são perigosas porque podem quebrar e se ingeridas, causar lesões no trato gastrointestinal. Pequenos pedaços de plastico, metal e até pedaços da árvore de Natal podem causar obstrução intestinal, se ingeridos. Para remover os corpos estranhos, pode ser necessária uma endoscopia ou até mesmo uma cirurgia.
  • Luzes pisca-pisca – os animais mais curiosos, geralmente filhotes, podem mastigar os fios elétricos e levar choque ou até mesmo serem eletrocutados. Proteja os fios, fixando-os no chão ou na parede com fita adesiva ou cubra-os com tapetes.
  • Plantas tóxicas – a ponsettia, aquela planta vermelha, típica de Natal pode causar vômito e  diarreia. Não deixe ao alcance dos animais de estimação.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012


Foto: É comum, alguns cães mesmo quando adultos, adotarem o hábito de comer as próprias fezes, ou as fezes de outros animais - esse comportamento é chamado de coprofagia. Quando essas situações acontecem, o ideal é levar o cãozinho a uma consulta veterinária para garantir que não haja presença de parasitas ou outra enfermidade que leve a deficiências nutricionais. Outros motivos que levam os cães a esse hábito são  ansiedade e até mesmo para chamar a atenção, entendo que pode ser uma brincadeira. Por isso, proporcionar brinquedos, exercício físico adequado e não brigar quando ele estiver comendo suas fezes, são boas formas de amenizar o problema. Uma dica é passar produto amargo não tóxico, encontrado nas pet shops, para que elas se tornem menos atrativas. 

Este conteúdo foi escrito por: 
Alexandre Rossi e Thais Oliveira
Adestradora Equipe Cão CidadãoÉ comum, alguns cães mesmo quando adultos, adotarem o hábito de comer as próprias fezes, ou as fezes de outros animais - esse comportamento é chamado de coprofagia. Quando essas situações acontecem, o ideal é levar o cãozinho a uma consulta

veterinária para garantir que não haja presença de parasitas ou outra enfermidade que leve a deficiências nutricionais. Outros motivos que levam os cães a esse hábito são ansiedade e até mesmo para chamar a atenção, entendo que pode ser uma brincadeira. Por isso, proporcionar brinquedos, exercício físico adequado e não brigar quando ele estiver comendo suas fezes, são boas formas de amenizar o problema. Uma dica é passar produto amargo não tóxico, encontrado nas pet shops, para que elas se tornem menos atrativas.

PRONTOS PARA O PASSEIO

    ESSA É A MELHOR HORA ......A DO PASSEIO PELA ORLA DE SEPETIBA!!

QUAL A MELHOR RAÇA DE CÃO PARA VOCÊ

Outras Raças de cachorro
   
Airedale Terrier - fortes, ágeis, ativos e leais. Conheça este interessante cão de origem inglesa.
Akita - os akitas são cães muito corajosos, afetuosos e companheiros.
Beagle - os beagles são ativos, gostam de brincar e apresentam-se quase sempre alegres.
Cão Maltês - são fáceis de serem adestrados, adaptando-se facilmente ao rítmo de vida dos donos.
Cane Corso - um cachorro de raça de origem italiana que é forte e excelente como cão de guarda.
Chihuahua - possui um temperamento dócil, porém quando provocados, tornam-se nervosos e irritados.
Cocker Spaniel Americano - saiba porque este cachorro de raça é um ótimo animal de estimação.
Dálmata - demonstram facilmente, através de latidos ou manifestações corporais, o que estão querendo.
Dachshund - os cachorros desta raça são amigáveis, ciumentos e também corajosos.
Dogue Brasileiro - saiba mais sobre este excelente cão de guarda que nasceu no Brasil.
Dogue Alemão - o corpo do dogue alemão é forte e musculoso. Saiba mais.
Fila Brasileiro - para serem adestrados necessitam de um bom trabalho.
Fox Paulistinha - saiba mais sobre esta raça de cachorro desenvolvida no Brasil.
Golden Retriever - informações sobre esta raça de cachorro de origem britânica.
Husky Siberiano - são espertos e atentos, percebendo facilmente tudo que ocorre ao seu redor.
Lhasa Apso - o temperamento do lhasa apso é bom, porém é um cão muito temperamental.
Livros sobre cachorros - bibliografia sobre cães de raça, guias e manuais sobre a vida dos cachorros.
Mastim Napolitano - é atento a tudo que acontece de estranho ao seu redor.
Pastor Alemão - é atento a tudo que acontece de estranho ao seu redor.
Pequinês - o pequinês é um cão de comportamento caracterizado pelo ciúme e teimosia.
Pinscher Miniatura - costumam latir para estranhos ou em situações estranhas.
Pit bull - os pit bulls são inteligentes e quando adestrados corretamente, tornam-se obedientes.
Poodle - os poodles são bem brincalhões e inteligentes.
Pug - são cachorros companheiros, dóceis e alertas.
Rottweiler - necessitam de ambientes amplos para desenvolverem atividades físicas.
Samoieda - uma linda raça de cachorro de origem russa. São inteligentes, dóceis e afetuosos.
São Bernardo - possuem uma excelente habilidade no trabalho de resgate.
Schnauzer miniatura - os cachorros desta raça são simpáticos, sociáveis, amigos e inteligentes.
Sharpei - saiba mais sobre este cachorro de raça de origem chinesa.
Shih-Tzu - adaptam-se muito bem em ambientes pequenos como, por exemplo, apartamentos.
Spitz alemão - um cão esperto, alegre, dócil, inteligente e muito ativo.
Weimaraner - um cão versátil, inteligente, dócil e brincalhão. Saiba mais sobre esta interessante raça canina.
Yorkshire Terrier - é muito sociável, tornando-se um grande companheiro dos integrantes da família.