Bem Vindo.

Bem vindo ao Personal Dog o lugar certo para você educar o seu cão! aqui educamos seu cão através do carinho e do amor. Criamos esse blog para que você conheça um pouquinho do nosso serviço e para você cliente que já deixa seu cãozinho com a gente ver o dia a dia do seu mascote...
Oferecemos, hospedagem canina, banho, passeios e bricadeiras, deixando seu cão forte e educado.
Venho nos conhecer.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Castração

ESTERILIZAÇÃO OU CASTRAÇÃO:
É a retirada cirúrgica dos testículos nos machos, e do útero e ovários nas fêmeas, impedindo definitivamente a procriação e consequentemente a proliferação destes animais.
O ciclo nas fêmeas se inicia por volta dos 6 meses, quando ainda não estão fisicamente desenvolvidas por completo, podendo durar entre 4 a 12 dias cada ciclo. As gatas podem apresentar o cio durante um tempo indeterminado dependendo da presença do macho. O cio das gatas não sangra como o das cadelas, porém apresentam comportamento extremamente agitado miando muito durante algumas noites.
O cio da cadela ocorre a cada 6 meses e elas podem gerar em média 12 filhotes ao ano! A cirurgia é a única forma eficiente para prevenir as crias indesejadas, o abandono, as doenças (câncer e infecções uterinas, por exemplo) e o sacrifício dos animais. Esta cirurgia pode ser feita a partir dos 2 meses de idade, mas é preferível que se faça aos 4 / 5 meses.
O animal não sofre durante o procedimento cirúrgico, porque é realizado com anestesia geral e no dia seguinte o animal irá tomar analgésicos e antibióticos para prevenir a dor e infecções pós-operatórias.
Em geral os animais operados tornam-se mais tranqüilos e amigáveis.

VANTAGENS PARA OS MACHOS:
Eles param de urinar em todos os cantos;
Diminui o odor da urina;
Não vão atrás das fêmeas;
Diminui a incidência de câncer e problemas na próstata;
Não latem / miam durante a noite a não ser que seja para alertar sobre intrusos.

VANTAGENS PARA AS FÊMEAS:
Não sangram pela vagina e não têm mais cio;
Elimina as chances de infecções uterinas (piometras) e diminui a incidência de tumores mamários;
Aumenta o período de vida do animal;


Previne contra a prenhez indesejada e psicológica (pseudociese).

domingo, 30 de junho de 2013

O sentimento que a morte produz nos animais é semelhante a dor do luto

cachorro com asas anjo petrede O sentimento que a morte produz nos animais é semelhante a dor do luto
O luto é um sentimento profundo oriundo de uma perda importante na vida. Pessoas enlutadas experimentam traumas tanto físicos quanto emocionais, enquanto tentam adaptar suas vidas aos abalos trazidos pela perda. Há muito tempo os psicólogos reconheceram que o luto experimentado pelos proprietários de animais após a morte destes é o mesmo experimentado após a morte de uma pessoa. A morte de uma animal de estimação significa a perda de um amor incondicional. Esses sentimentos podem ser especialmente intensos nos idosos, nas crianças ou nos casais sem filhos. As crianças tendem a ficar enlutadas por um período mais curto, mas a sua dor não é menos intensa. Crianças, também, tendem a voltar ao assunto com mais frequência e, precisam ser encorajadas a falar livremente sobre o animal, oferecendo-lhe muito carinho e conforto.
Até os três anos, a única coisa que a criança entende é que o animal não estará lá mais com ela, mas não percebe que a morte é irreversível. A partir dos sete anos a criança já entende melhor o conceito da perda. Depois dos 12 anos, ela tem capacidade para entender e aceitar todo o processo da perda. É importante que seja esclarecido neste período de luto, que a morte faz parte do ciclo da vida, é algo natural que vai acontecer com todos os seres vivos. Não é aconselhável se apressar para dar outro animal. O ideal é que a criança consiga recordar as histórias do animal que perdeu, valorizando-o e não o vendo como objeto. Deixe que ela chore, não a force a sentir-se melhor. As crianças necessitam de mais tempo para compreender o que é morte. Deve-se falar sempre a verdade para a criança, evitando que ocorra traumas no futuro. A conscientização neste processo educativo deve enfocar, que assim como as listras das zebras são iguais as impressões digitais dos humanos, no caso dos cães, a impressão digital fica no focinho, provando desta forma, que cada animal é único e insubstituível.
A observação do ciclo de vida de um animal ajuda-nos a entender melhor as nossas próprias fases da vida. O luto é provavelmente a sensação mais confusa, frustrante e dolorosa que uma pessoa pode sentir. É ainda mais para proprietários de animais. A sociedade, em geral, não dá a essas pessoas “permissão” para demostrar a sua dor abertamente. Dessa forma, os proprietários frequentemente se sentem isolados e sozinhos.
A tristeza causada pela sua falta do animal de estimação aos idosos pode ocasionar inúmeras reações, surgindo sentimentos de culpa ou medo. Não existe mais para o proprietário aquele ser especial que lhe oferecia amor e proteção. A pessoa enlutada se sente extremamente triste, desesperançada, inútil e cansada. Muitos adquiriram seu animal para combater a solidão, pois muitos são viúvos, divorciados e não possuem parentes e, viviam felizes na companhia deste amigo inseparável. Após a morte do animal, é preciso que seja encontrado um novo estímulo, para que a pessoa continue se exercitando e cuidando da higiene da casa. A adoção de um novo animal é uma boa opção para restabelecer o equilíbrio emocional.
Os animais, também, criam laços muito fortes entre eles. Na verdade, animais que perderam um companheiro podem exibir vários sintomas idênticos aos experimentados pelo proprietário enlutado. O animal sobrevivente pode ficar inquieto, ansioso e deprimido. Ele pode suspirar com frequência, e ter dificuldade para comer e dormir. É comum que os animais procurem por seus companheiros mortos e exijam mais atenção dos seus donos. Mesmo animais que parecem ter dificuldade para se relacionarem podem exibir fortes sinais de estresse quando morre o outro animal da casa.
Na Tanzânia, primatologistas estudando o comportamento de chimpanzés registraram a morte de Flo, de 50 anos, a matriarca de um grupo. Durante todo o dia seguinte, o filho de Flo, Flint, sentou-se ao lado do corpo sem vida da mãe, ocasionalmente pegando sua mão e chorando. Nas semanas seguintes, Flint tornou-se crescentemente alheio, afastando-se do grupo – a despeito dos esforços de seus parentes para levá-lo de volta – e recusando comida. Três semanas após a morte de Flo, o outrora jovem e saudável chimpanzé também estava morto. A primatologista Jane Goodall, que assistiu a Flint morrer de fome após a morte da mãe, não tem dúvida: ele morreu de tristeza. Mas pode um macaco manifestar sentimentos que nós, antropocentricamente, associamos apenas a nós mesmos? É isso que propõe o livro: “The smile of a dolphin” (O sorriso de um golfinho), editado por Marc Bekoff, biólogo da Universidade do Colorado. No volume, 50 pesquisadores do comportamento animal – não só de chimpanzés e golfinhos, mas também de cães e pássaros – dizem que sim, nossos companheiros de reino podem sentir tristeza (luto), afeto, amor, alegria e prazer. Trata-se de uma virada e tanto no modo de os cientistas encararem essa questão, isto é, não se exige mais que isso seja respaldado por gráficos ou tabelas. “Eu nem mesmo posso provar que outro ser humano está se sentindo feliz ou triste. Mas eu posso deduzir como eles estão se sentindo a partir da linguagem do corpo e da expressão facial. Com uma vantagem: os animais não filtram ou dissimulam seus sentimentos como fazem os os seres humanos”, afirma Marc Bekoff. O biólogo espera que um maior entendimento do que os animais estão sentindo irá estimular regras mais rígidas sobre como eles devem ser tratados tanto em zoológicos e circos quanto em fazendas e residencias, o quanto eles sofrem ao serem maltratados.
Estudos sobre as reações à perda de um animal de estimação mostram como é forte o apego desenvolvido. Usando o modelo da teoria de apego (Bowlby, 1969, 1973, citado em Archer, 1996), Parkes (1986, citado em Archer, 1996) se referiu ao pesar de perder um animal de estimação como o custo de perder um grande amor. Há estudos que tendem para uma descrição mais qualitativa, mostrando paralelos entre o luto seguido da morte de um humano e da morte de um animal de estimação. Stewart (1983, citado por Archer, 1996) relatou que uma minoria de sua amostra (18%) ficou tão perturbada que foi incapaz de continuar com sua rotina normal, e um terço descreveu si mesmos como muito angustiados. Dunn e colaboradores (1992, citado por Archer, 1996) estudaram uma amostra de aproximadamente 1.000 donos de animais de estimação aflitos nos Estados Unidos e encontrou que o luto foi breve, porém intenso. Tristeza ainda era aparente em metade da amostra um mês após a perda, e choro e culpa em aproximadamente um quarto dos pesquisados.
Depoimentos que envolvem a morte dos animais:
Reverendo McSweeney. – Arquidiocese Católica de Nova York
O catolicismo tem certeza da vida após a morte dos seres humanos, mas não temos idéia sobre o que acontece com os animais. Jesus disse: – “Toda a criação se renovará no paraíso”. Para os proprietários de animais de estimação, eu diria que as palavras de Cristo podem significar que existe a possibilidade de que, quando isto acontecer, quando toda a criação for reunida num outro mundo, eles encontrem seus animais, pois o paraíso não deverá ser um lugar sem plantas nem animais. O céu foi feito para o ser humano. A razão para os cães irem para o céu não é por nós, nem por eles. Talvez, isto sim, pelo nosso relacionamento com eles. Eu diria que o Deus do amor deseja que sejamos felizes e nos permitirá ter conosco, os animais que partilharam de nosso amor.
Rabino G. Winkler – Novo México
O livro dos provérbios diz: “As pessoas piedosas conhecem as almas de seus animais” – o que significa que uma pessoa estudiosa, evoluída, tem ligação com o espírito do seu animal de estimação. Vários ensinamentos do Talmud falam de animais que pertencem a rabinos da antigüidade. O céu é chamado de “Jardim do Éden” e todas as criaturas são vistas celestialmente. O Pai Supremo, abençoado seja seu nome, não priva nenhuma de suas criaturas do prêmio celeste. Baseado em como viveram neste mundo, todos os animais receberão recompensa no mundo que está por vir. Existe um paralelo entre o pensamento católico e judaico, onde prevalece o pensamento de que os animais foram feitos para nós. Não foram. Eles são imbuídos de espírito, alma e têm escolhas. Todas as criaturas têm algo para nos ensinar. Eles têm seu próprio conhecimento.
Reverendo A. Linzey. – Fundação de Pesquisas para o Bem Estar Animal.- Prof. de Teologia da Universidade de OxfordPara mim é perfeitamente óbvio e teologicamente essencial que os animais vão para o céu. Na verdade, a única e importante pergunta teológica é saber se o ser humano vai para o céu. Afinal, nenhum animal peca, nenhum é sem fé ou violento como nós, seres humanos. Os animais são criaturas inocentes que sofrem por erros que não são deles. O Deus justo certamente dará a redenção e libertará de sofrimentos os animais, e dará a eles um lugar no céu. A Bíblia se refere em várias passagens aos animais: “O cordeiro deitará com o leão”, “A alma de todas as coisa vivas está nas mãos de Deus”, “Todos os animais da floresta me pertencem”.
Allan Kardec – Trecho do Livro dos Espíritos
Pois que os animais possuem uma inteligência que lhes faculta certa liberdade de ação, haverá neles algum princípio independente da matéria? Será esse princípio uma alma semelhante à do homem? – E também uma alma, se quiserdes, dependendo isto do sentido que se der a esta palavra. É, porém, inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e Deus.
Acredito que se os animais não tivessem alma, com certeza não seriam capazes de amar e de demonstrar seus sentimentos por nós de forma tão expressiva. Se não tivessem alma, não teriam inteligência, da qual há hoje em dia tantas provas científicas. Procurando alguma referência bíblica sobre humanos e animais, descobri esta passagem muito interessante em Eclesiastes. Acredito que este texto possa ajudar na sensibilização das pessoas em relação aos animais e a aparente semelhança da morte entre homens e animais: – “Eu também disse a mim mesmo: Como para os seres humanos, Deus testa-los para que eles possam ver que eles são como os animais. Certamente o destino dos seres humanos é semelhante à dos animais; o mesmo destino espera os dois: Como um morre, assim morre o outro. Todos têm o mesmo fôlego; os seres humanos não têm nenhuma vantagem sobre os animais”. (Eclesiastes 3-18,19)

Cidade taiwanesa exige aulas prévias para quem quiser animal de estimação.

Publicado em 22/02/2012
Taipé, 22 fev (EFE).- A cidade mais populosa de Taiwan, Nova Taipé, anunciou que os moradores que quiserem ter um animal de estimação precisarão assistir antes a duas horas de aula, devido ao aumento de casos de animais abandonados.
A medida visa ainda contribuir para que os donos de animais domésticos aprendam a cuidar de seus bichos de estimação e se responsabilizem por eles, de acordo com nota oficial divulgada pela prefeitura nesta quarta-feira.
O prefeito local, Eric Chu, prometeu também criar uma equipe policial especializada em casos de maus-tratos de animais domésticos, e anunciou que equipes de veterinários utilizarão três veículos para oferecer serviços de vacinação, esterilização e implantação de chips para identificação.

Video resgate de cão – EUA

Porque que no Brasil isso não acontece? pra solicitar um resgate de um animal, nunca tem equipe disponível e ainda riem da nossa cara?!?!?
o Video está em ingles mas vale a pena assistir, mt lindo…. que sirva de exemplo…..

Cãozinho é salvo depois de ficar preso em cano por 12 horas

Estados Unidos – Um cãozinho foi salvo após ficar preso por mais de 12 horas em um cano de esgoto de uma casa em Detroid, estado de Michigan, nos Estados Unidos. Segundo o jornal "Detroid News", a equipe de resgate teve que usar uma escavadeira para salvar o filhote na semana passada.
"Estamos emocionados por ter tido um final feliz", declarou Kevin Hatman, porta-voz da Sociedade Humana de Michigan. O dono acha que o animal caiu na tubulação do porão e não conseguiu se soltar na noite da última quarta-feira.
Para resgatar o cãozinho, a equipe de resgate precisou fazer um buraco de dois metros de profundidade no quintal da casa para retirar o cano e alcançar o cachorro. Depois de muito trabalho, o animal foi resgatado e devolvido ao dono.
#!

Limpando pêlos de cães e gatos nos sofás, roupas etc…

Muito interessante e prático!

Cresce violência contra animais em Resende/RJ

Volta Redonda/RJ – 26 de fevereiro de 2012

Olá amigo,
segue a matéria veiculada hoje (26/02/2012) na versão impressa do Jornal Diário do Vale.
Atenção ao quadro "Violência doméstica pode começar com violência contra animais".
Maltratar animais é crime! 
Não tenha medo. Vá a delegacia local e DENUNCIE!
Verifique aqui como denunciar maus tratos.
Abraços,
Vira-Lata
Não temos abrigo

www.vira-lata.net

O SER HUMANO TEM MUITO QUE APRENDER COM OS ANIMAIS … O DIA QUE ISSO ACONTECER O MUNDO MELHORA ….

O SER HUMANO TEM MUITO QUE APRENDER COM OS ANIMAIS … O DIA QUE ISSO ACONTECER O MUNDO MELHORA ..
Durante os incidentes, da explosão de uma fábrica em Nanjing, China, em 28 de julho de 2010 . Caso de um acidente que matou 13 pessoas e feriu 300, despertou muita atenção o fato de um salvamento. Durante a explosão ocorreu, que um MACACO foi gravado, salvando um filhote de cachorro do local da explosão. Ele segura o cão enquanto ele corria para fora da fábrica em chamas. Se esse evento pode tocar nossa “CONSCIÊNCIA COLETIVA”, os animais podem mostrar COMPAIXÃO e BONDADE para com o outro. Muito diferente do rumo que caminha a humanidade.

Vermes são comuns e fáceis de tratar

Os parasitas comprometem a saúde dos cães, deixando-os mais expostos a outras doenças. / Divulgação
Eles habitam o intestino e no caso dos filhotes podem até levar à morte. Os vermes são comuns nos cães, mas o problema pode ser evitado com a administração regular de vermífugos e, especialmente, com hábitos adequados de higiene. Existem diversos tipos: lumbrigas ou vermes redondos (ascaris), chatos ou solitárias (dipilidiuns) e outros bem pequenos muitas vezes passam despercebidos. A maneira correta de fazer a vermifugação leva em conta os sintomas e as características do animal, como o peso e a idade, portanto, deve ser indicada pelo especialista.
Fezes amolecidas com sangue ou muco, apetite irregular, ingestão de coisas estranhas como terra, tijolo e fezes, e o hábito de arrastar o ânus no chão são os principais sinais de que o animal está com verme. Nos filhotes o sintoma clássico é a barriguinha grande. Segundo a veterinária Maria Beatriz Pellegrini, “estes podem ser parasitados ainda na gestação, ou seja, já nascem com os vermes no intestino”. Os bebês merecem atenção especial por serem mais frágeis, não sendo raras as mortes em função da infestação.
A transmissão é bastante facilitada por ambientes onde a higiene é negligenciada, por isso, as fezes devem ser recolhidas, se não imediatamente, no mínimo uma vez ao dia. Maria Beatriz recomenda ainda a lavagem do quintal com água sanitária: “Os desinfetantes devem ser evitados para não intoxicar os cães, mas a água sanitária pode ser usada e o local deve ser bem enxaguado”. Pulgas também podem transmitir verme, já que ingerem as larvas que ficam no ambiente. “Quando os cachorros se coçam e ingerem as pulgas elas e os parasitas vão para dentro do organismo”, explica a especialista.
Alguns tipos de vermes que habitam o intestino canino podem ser passados para o homem. Um exemplo é a larva do ancilóstoma, que penetra na pele e vai se locomovendo, causando um grande desconforto. Ela é conhecida como bicho geográfico e não é capaz de chegar até o intestino humano. Os beijos caninos, ou seja, as lambidas na boca do dono, oferecem risco de contaminação porque o animal costuma se higienizar e pode estar com fezes na língua.
O tratamento é simples e barato, podendo ser feito também como forma de prevenção. Ele se resume à administração de vermífugos, porém, estes devem ser recomendados pelo veterinário conforme as características do cão e os sintomas apresentados, já que existem medicamentos específicos para cada tipo de verme.
“O efeito é imediato, ou seja, não evita futuras infestações. Mas o remédio pode e deve ser dado regularmente, de seis em seis meses para animais que vivem sozinhos e de três em três para os que vivem em grupos ou passeiam bastante”, recomenda Maria Beatriz, lembrando que os cachorros parasitados ficam mais vulneráveis a outras doenças.

Diferentes formas de vida

Os parasitas se alimentam do organismo em que se instalam e podem estar no interior, como os vermes, ou do lado de fora, como os carrapatos e as pulgas. Os protozoários formam outro grupo que também habita o intestino, como é o caso da giárdia. Estes necessitam de tratamento próprio, pois não morrem com os vermífugos, são extremamente comuns em cães e gatos, e também passam para as pessoas.
Bactérias são aqueles micro-organismos que provocam infecções e são sensíveis aos antibióticos. Já os vírus não morrem com antibióticos e geralmente causam doenças que têm um curso limitado, ou seja, depois de alguns dias ela passa sozinha, isso se o bicho não for morto antes, o que vai gerar a necessidade de tratamento de suporte.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

cuidados no inverno com peludos e idosos

DICA #11 - CUIDADOS PARA O INVERNO
O inverno está ai, época boa de se enrolar em um edredom e ficarmos bem quentinhos. Os nossos peludos também gostam de ficar quentinhos quando o tempo esfria e isto é especialmente importante para os cães mais velhos e filhotes que são mais sensíveis ao frio. No caso dos cães idosos, várias doenças comuns da idade avançada como diabetes, doenças cardíacas, doenças renais e descontroles hormonais, como hipotireodismo, por exemplo, comprometem a capacidade destes peludos velhinhos regularem adequadamente a sua temperatura corporal.

O frio pode piorar problemas de artrite e artrose, causando dores e desconfortos, além de dificuldade para se movimentar, o que ajudaria a gerar calor. É importante colocar uma toalha ou cobertor na cama do peludo, ou até comprar uma roupinha quentinha para ele. Se ele tem alguns lugares prediletos da casa para ficar deitado, é importante cobrir o chão com uma toalha ou tapete, principalmente se o chão for de cimento ou azulejo. Se o seu peludo dorme do lado de fora não se esqueça de ter sempre uma casinha disponível para que ele possa se abrigar nas horas mais frias e, de preferência, mantenha um estrado para deixar seu cão afastado do chão. São coisas pequenas mas que podem deixa-los bem mais confortáveis e saudáveis durante o inverno.

Não são só os nossos companheiros de idade que sofrem com o frio. Algumas raças são muito sensíveis ao frio. As raças muito magrinhas ou com pêlo curtinho como Whippet, Doberman, Terrier Brasileiro, ou Miniatura Pinscher, por exemplo não são preparadas para aguentar temperaturas muito baixas e ficam muito desconfortáveis nesta época. Na hora do passeio é importante lembrar da roupinha. As melhores são de fleece que aquecem bem, são confortaveis e não causam alergias. No geral as mesmas dicas que valem para os velhinhos valem para estas raças e também para filhotes.

Uma dica se você mora em uma cidade muito fria é que as roupinhas de cachorro ajudam a diminuir o frio, mas os peludos perdem calor principalmente pelas almofadinhas das patas, pelas orelhas e pela respiração, então não exagere no tempo de exposição ao frio. Se você estiver começando a sentir frio seu cachorro provavelmente também vai estar, então é hora de entrar em casa. E se a raça do seu cachorro exigir tosa, procure evitá-las durante o inverno.

Fique atento a sinais de desconforto e dor no seu amigão. Estes sinais podem ser tremores, chorinhos, movimentos ansiosos, ficar letárgico ou se mover lentamente. Fique de olho se o peludo procurar locais para se esconder, ou ficar se enfiando debaixo do carro, caixas, ou outras lugares que possam parecer como tocas.

Não esqueçam do seu peludo no inverno, afinal, quem não gosta de estar quientinho?
DICA #10 - O USO DA PORTA PARA CãES
Alguns cães aprendem em poucos minutos a usar a Buddy Pet Door - Porta para Cães, outros vão precisar de mais tempo e paciência. Na dúvida você pode treinar seu cão e ir e vir pela Buddy Pet Door antes mesmo de instalá-la na porta.
Se você puder contar com a ajuda de outra pessoa que seu peludo goste muito o processo será ainda mais fácil. Você fica de um lado da porta e seu ajudante do outro.
Sente-se no chão com seu cão e tenha por perto os brinquedos prediletos ou os petiscos prediletos
Com uma das mãos segure a cortina de PVC transparente levantada e jogue o brinquedo ou o petisco pela abertura. Encoraje se amigão a passar pela Buddy Pet Door sem forçá-lo
Se ele passar faça a maior festa. Se estiver contando com um ajudante peça para ele fazer a maior festa e dar um pedacinho extra de guloseima como prêmio.
Se o seu peludo não demonstrar o menor interesse em passar para o outro lado experimente colocar, gentilmente, as duas patinhas dianteiras dele de um lado da abertura enquanto você bloqueia a traseira dele para ele não voltar. Peça para o seu ajudante chamar e incentivar o peludo a continuar passando pela Buddy Pet Doorsozinho. Quando ele chegar do outro lado é só fazer muita festa e dar um pedacinho de petisco ou brincar com seu brinquedo predileto.
Quando seu peludo já estiver passando com naturalidade de um lado para o outro comece a deixar a cortina de PVC tocar nas costas dele, enquanto ele passa pela abertura.
Próximo passo é levantar muito pouco a cortina de PVC, de forma que seu cão não tenha que empurrá-la ainda, mas que ele já sinta a cortina tocando o alto de sua cabeça.
Finalmente você chama seu peludo com várias coisas tentadoras do outro lado da porta e incentiva seu amigão a passar sozinho pela Buddy Pet Door.
Neste ponto pode ser útil manter seu cão com uma coleira e guia, assim, você pode dar um pequeno incentivo extra, puxando-o pela guia através da abertura. Mas lembre-se de fazer isso de forma muito gentil e delicada. Nada de ficar dando trancos ou puxões para não deixar seu cão desconfiado e com medo da Buddy Pet Door.
Repita cada sessão umas 4 ou 5 vezes, 3 vezes por dia, mas fique atento para possíveis (porém raros) sinais de estresse do peludo. Se esse for o caso faça sessões menores - 2 ou 3 repetições – e termine sempre com o máximo de entusiasmo.
DICA #9 - ENSINAR A TRAZER A BOLINHA
A melhor maneira de ensinar um cachorro a devolver a bolinha é não correr e não puxar a bolinha da boca dele (lembre-se a brincadeira deve ser “ele solta a bola e eu jogo” e não cabo-de-guerra).

Algumas dicas podem ajudar a ensinar mais rápido o seu cão a devolver a bolinha:

Comece a treinar o seu peludo sempre com coleira e guia. Primeiro jogue a bolinha sempre perto, deixe-o pegar a bolinha e puxe o peludo gentilmente até você. Faça-o soltar a bola, colocando o seu dedo indicador na língua dele e fazendo uma leve pressão para baixo. Assim que a bola for solta, encha o peludo de carinhos e jogue a bola novamente. Repita várias vezes, mas nunca repita tanto que o cão perca o interesse.

O importante é parar a brincadeira enquanto ele ainda está interessado e disposto a brincar. Caso o peludo não vá buscar a bola, ou caso você tenha que ter uma luta corporal com ele para pegar a bolinha, simplesmente pare de brincar e GUARDE a bolinha. Não deixe seu cão brincar com ela sozinho. Quando esta fase já estiver muito fácil é hora de aumentar os desafios.

Na segunda fase repita os exercícios, mas desta vez com uma guia longa, de 7 metros de comprimento. Resista a tentação de ir rápido demais e deixar o peludo a correr livremente, sem a guia, até que ele esteja voltando, sem que você tenha que puxar a guia.

O meu Jack Russell demorou 4 meses, de treinamento diários, para aprender a devolver a bolinha, mas hoje ele é um mestre na arte de entregar bolinhas bem na nossa mão.
DICA #8 - REMOVEDOR OU REPELENTE?
A indústria de produtos para animais vem melhorando a cada dia e nos oferecendo novos auxiliares para solucionar velhos problemas. Mais recentemente foi introduzido no mercado um novo conceito de limpeza de odores de xixi, cocô, e outros cheirinhos desagradáveis produzidos por nossos pets, bem como novos produtos para manter os peludos afastados de áreas “proibidas”.

Infelizmente muitos donos de cães ainda não conhecem estes preciosos auxiliares, ou fazem uma grande confusão de como eles funcionam ou quando devem ser usados.

Eliminadores de Odores e Manchas 
Este produto é insubstituível quando usado corretamente, pois ao contrário dos outros produtos que normalmente usamos para limpar as áreas usadas pelos nossos bichos como banheiro (desinfetantes, álcool, vinagre, lisoform, por exemplo), ele não “mascara” o cheiro da urina ou das fezes, este produto realmente REMOVE o cheiro, de forma que nem os peludos percebam mais onde o móvel, tapete, ou chão foi marcado. Os produtos de limpeza comuns são como perfumes colocados em uma pessoa suada que não tomou banho ainda (ECA!). Para o nariz ultra-sensível do cão é possível perceber o cheiro da urina coberto de desinfetante, vinagre, ou seja lá o que for.

Mas por que estes REMOVEDORES são tão eficientes e especiais?
Porque na sua fórmula estão incluídas enzimas especiais que DESTROEM as moléculas que causam o odor que os peludos tanto gostam de reforçar.

E como o produto deve ser usado?
Identificada a área em que o cachorro fez xixi e cocô (ou mesmo vomitou), limpe a área com papel toalha ou um pano seco para retirar o máximo possível do dejeto. Em seguida aplique o REMOVEDOR de odores generosamente, procurando cobrir um pouco além da área que foi suja pelo cão. Lembre-se que o xixi tende a escorrer rapidamente, por cantinhos que nem sempre a gente consegue ver. Pronto agora é só deixar o produto agir.

Não é preciso enxaguar, nem secar o REMOVEDOR com outro pano. Aliás, o ideal é não secar mesmo, pois enquanto o produto seca naturalmente estará agindo para destruir as tais moléculas mal-cheirosas. Se o local onde você vai aplicar o REMOVEDOR, já estiver manchada, você pode tentar lavar previamente o local, ou usar uma escovinha para “esfregar” o REMOVEDOR e ajudá-lo a retirar as manchas. A BitCão recomenda o ENZIMAC, pois além de ser comprovadamente eficaz, ter um cheiro agradável, e ter um preço muito em conta, vem em uma embalagem super prática, com borrifador que evita o desperdício do produto.

Quando devo usar? 
O REMOVEDOR de Odores e Manchas deve ser usado sempre que você vir o seu cachorro fazendo xixi ou cocô no lugar impróprio. O ideal é aplicar o produto imediatamente depois do acidente, mas se você não viu nada de errado, mas achou uma manchinha, ou um molhadinho mal-cheiroso não perca mais tempo e faça uso do seu REMOVEDOR imediatamente.

E serve só para remover cheiro de urina e fezes? 
Na verdade o REMOVEDOR de Odores e Manchas pode ser usado para tirar cheiros e manchas de vômitos, secreções, cheiro de cachorro (pulverize no chão e passe um pano na casa que você vai ver como o cheiro de cachorro sai, deixando um cheirinho perfumado e gostoso). Uma vez eu consegui até tirar mancha de café (?!) de uma cadeira de tecido bege!!

Só o REMOVEDOR basta para o meu cachorro não fazer mais xixi ou cocô no lugar errado?
Para alguns cachorros sim, basta remover o cheirinho de banheiro canino do tapete para o peludo deixar de fazer visitas indesejadas. Mas para outros peludos é preciso um pouco mais de persuasão, usando um REPELENTE no local, e até mesmo um programa intensivo de treinamento de hábitos de higiene.

Como dissemos acima, alguns cachorrinhos precisam de um incentivo extra para abandonar uma área indesejada. Nestes casos nós podemos contar com os REPELENTES olfativos.

Este produto tem um cheiro marcante e bastante desagradável para os cachorros, mantendo-os afastados das áreas proibidas e evitando assim que ele se sinta a vontade de voltar no local onde você já limpou tão cuidadosamente com o REMOVEDOR de Odores e Manchas. A propósito, até bem pouco tempo os REPELENTES eram desagradáveis não só para os peludos como para os humanos também, mas agora você já pode encontrar na BitCão o REPPEL PET, cujo cheirinho de citronela é bastante agradável.

Mas por que estes REPELENTES são tão eficientes e especiais? 
O olfato é provavelmente o mais importante e mais sensível dos sentidos do cão. Nem sempre o que cheira mal para a gente é repulsivo para o peludo, e nem sempre o que cheira bem para nós é atraente para eles (a não ser o cheirinho de churrasco do fim-de-semana). Com este repelente fica muito mais fácil de “lembrar” ao peludo que você não o quer por perto de determinado local. O efeito do REPELENTE é muito mais duradouro para o nariz do cão do que para o nosso.

E como o produto deve ser usado?
No caso de você estar tentando evitar que o cachorro volte em um local para usá-lo como banheiro é preciso antes limpar este local adequadamente com o REMOVEDOR de Odores e Manchas. Depois de aplicar o REMOVEDOR, dê uma segunda “sprayada” no local com o REPELENTE e deixe secar normalmente.

Quando devo usar? 
O REPELENTE deve ser colocado inicialmente duas vezes por dia para desencorajar os cães mais persistentes. Se depois de uma semana o peludo não estiver mais se aproximando do local tratado, reduza a freqüência das aplicações para uma vez por dia, no horário mais propício aos acidentes acontecerem, seja durante o dia, durante a noite, ou imediatamente antes de você sair de casa. Mantenha a área sendo tratada com REPELENTE por mais 3 semanas depois do peludo já ter desistido de visitar o local proibido, para reforçar o hábito dele se manter afastado de lá.

E serve só para repelir o lugar onde ele marcou com cheiro de urina e fezes? 
Não, você pode usar o REPELENTE para proteger seus móveis e tapetes dos dentinhos afiados dos cães-roedores, para evitar que o seu cachorro fique arranhando a porta, para mantê-lo longe da lata de lixo, ou para manter os cachorros da vizinhança afastados do seu muro ou do seu portão. Você pode também aplicar nas beiradas dos vasos se o p peludo gosta de mexer na terra. Aliás, para manter o cão-ratão longe do seu jardim e evitar que ele cave poços de petróleo na sua propriedade ou nos seus vasos, você pode usar o REPELENTE GRANULADO, que dura e rende muito mais, além de não fazer mal às plantas. Para manter o bichão longe da pia ou do sofá experimente o TATTLE TALE, ou SNAPPY TRAINER.

Como saber exatamente onde o meu cachorro fez xixi no sofá ou no tapete?
Por enquanto você tem que confiar nos seus instintos e no seu nariz, mas prepare-se, pois a BitCão já está trabalhando em um produto que vai mudar a sua vida!!!!!

NOTA: Embora o REMOVEDOR e o REPELENTE sejam seguros para a maioria das superfícies, não custa nada testar um pouquinho do produto em um cantinho discreto antes de espalhar por toda a poltrona, sofá ou tapete.
DICA #7 - AJUSTE DO APITO PARA CãES

Estas instruções valem para o Apito para Cães Nacionale o Silent Dog Whistle.

Primeiro descubra a graduação do apito adequada para o seu cachorro. Para isto espere ele estar dormindo e fique a uns 5 metros de distância. Coloque o apito na graduação mais baixa, rosqueando totalmente o seu corpo. Sopre o apito normalmente (não com muita força) e veja se ele acordou. Se ele acordar trave esta graduação do apito com a contra-porca ou parafuso de ajuste. Caso ele não acorde, gire meia volta do corpo do apito e tente novamente. Repita esta operação até ele acordar. Quando isto acontecer faça um grande carinho, ou dê um biscoito. O que você quer é associar o som do apito com uma grande festa para ele.

Após ajustado, ensine-o a obedecer a alguns comandos com o som do apito. Você pode ter diferentes sons para diferentes comandos, por exemplo: um som curto é para ele sentar, um longo é para ele vir até você, dois sons para ele procurar, etc.

No início treine-o diariamente usando carinho ou biscoito como recompensa. Depois use frequentemente o apito para ele não esquecer.
DICA #6 - CUIDADO COM OS OSSOS!
Ossos de couro podem se tornar perigosos se o seu cão consegue arrancar pedaços grandes e tenta engoli-los de uma só vez. Estes pedaços podem causar bloqueios no intestino ou na garganta do seu bichão. Sempre que o seu cachorro tiver roído um destes ossos até um tamanho que caiba inteiramente em sua boca é hora de jogar este pedaço fora e fornecer um novo para o seu amigão. Outra solução ideal para cães que arrancam pedaços dos ossos de couro é substituí-los pela Goodie Ball no tamanho certo para o seu peludo.
DICA #5 - ELIMINADOR DE ODORES
Os Eliminadores de Odores de Urina e Fezes têm um resultado muito mais eficaz se você secar bem com papel toalha ou com um pano a área que foi usada indevidamente como banheiro e depois jogar o produto puro, generosamente. Não seque, pois o Eliminador irá fazer efeito enquanto vai secando. Para pisos ou superfícies pouco absorventes use um borrifador para aplicar o Eliminador de Odores de forma uniforme e sem desperdício.
DICA #4 - CãES POSSESSIVOS
Cães muito possessivos com comida, brinquedos, ou agressivos e dominantes precisam se devidamente treinados antes de receber presentes como osso de couro, casco de vaca, ossos de canela, ou Goodie Ball. Veja como colocar estes bichões no bom caminho no Manual do Cachorro e na Apostila de Treinamento.
DICA #3 - ENFORCADOR DE CORRENTE
Nunca deixe o seu cão com um enforcador se não tiver alguém por perto. Enforcadores são valiosos para treinamento, mas podem facilmente enganchar em uma saliência e acabar sufocando o seu amigão se não tiver alguém para socorre-lo. Por outro lado, é muito importante manter o peludo sempre com uma coleira no pescoço, com plaqueta de identificação caso ele fuja por uma porta entreaberta.
DICA #2 - CORTE DE UNHAS DO FILHOTE
Acostume seu filhotinho o mais cedo possível a deixar você segurar a patinha bem como as unhas dele. Isso irá ajudar bastante quando você tiver que cortar as unhas do seu pequeno “tigre”. Coloque o filhote no seu colo quando ele estiver calmo e relaxado. Segure uma unha de cada vez por cerca de 5 segundos cada. Faça elogios com voz suave se ele ficar quietinho ou apenas insista calmamente até ele relaxar. Comece pelas patas dianteiras e depois repita com as traseiras. Deixe pedaços de Doguitos por perto como uma recompensa extra quando o exercício acabar.
DICA #1 - CUIDE BEM DA SUA GUIA
Para cuidar bem da guia do seu cão e fazer ela durar mais, não se esqueça de deixa-la pendurada sempre que vocês voltarem da rua e estiver chovendo, ou quando vocês forem à praia junto. A guia de couro pode mofar se ficar guardada num lugar escuro e úmido. Ah! Nuca deixe o seu peludo morder a guia enquanto passeia. Além de estraga-la ele está desafiando a sua autoridade, já que a guia significa a extensão do seu braço.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

agazalhe seu cão no inverno


Cachorro não precisa de agasalho

Gorro, casaquinho e, não raro, cachecol e meias! Se você acha que cobrir seu bicho das patas à cabeça vai protegê-lo do frio, saiba que, além de deixá-lo desconfortável, isso pode ser um perigo e tantopor Elaine Moraes
design GIOVANNI TINTI
Chega o frio. E aí, com a melhor das intenções ou, vamos ser francos, por puro exibicionismo, você resolve vestir o seu cão com roupas para dias de temperatura mínima, como se ele já não fosse munido por natureza de pelagem, curta ou longa, não importa. Antes de montar um guarda-roupa completo para o seu bicho passear nesta estação, alto lá. Bom senso, por favor, até por questões de saúde.

De acordo com Mario Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo, muita gente peca pelo exagero quando resolve encapotar o pobre animal e faz de um passeio com o cachorro um desfile de modelitos fashion. Além de inútil, tanta roupa pode botar o cão em risco, alerta o veterinário. O cachecol, por exemplo, às vezes provoca acidentes quando ele, tentando se desvencilhar da peça, acaba se enforcando.

Cães de pelagem longa definitivamente não precisam de roupa nenhuma, por mais frio que esteja o clima. Os que estão acima do peso, mesmo que sejam de uma raça de pelagem curta, também não. A própria gordura corporal já os deixa aquecidos, justifica o veterinário José Manuel Mourino, da Clínica Pet Place, em São Paulo. Se você teimar em agasalhar seu pet peludo ou gordo, só vai contribuir para uma bela hipertermia, quando a temperatura do corpo sobe além da conta.

As raças de pelo curto até podem aderir à moda, desde que você note que, de fato, seu cachorro sente frio (veja os sinais abaixo). No caso, escolha uma única peça e muito importante também observe se ela não tolhe os movimentos. Aliás, o ideal é que o animal seja acostumado à novidade aos poucos. E, se perceber que não quer mesmo saber de sair vestido, o melhor é não insistir. Para alguns, o contato do tecido com o corpo pode provocar um coça-coça sem fim e até mesmo uma doença de pele, se houver predisposição. O que tem que prevalecer sempre é o conforto, conclui Mourino.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

tosa no verão


A temperatura quente do verão pode ser um grande problema para os cães, especialmente para aqueles que possuem a pelagem grossa e comprida. Realmente é um desconforto muito grande nessa época para o animal, eles não têm a capacidade de suar como nós, à única maneira de perderem calor é arfando (ficam com a língua para fora).
As pessoas sempre acham que manter o pêlo do animal tosado no zero durante o verão é ideal para mantê-los mais confortáveis, mas isso nem sempre é verdade. O pêlo do animal é incorporado com qualidade que os ajudam a lidar com as variações de temperatura, ele atua como um isolante térmico.
A tosa deve ser feita seguindo apenas o padrão da raça, algumas áreas podem ser aparadas diminuindo um pouco a intensidade, mas nunca a tosa completa. O Sol incidente na pele dos animais podem ainda causar queimaduras, sempre passe protetor solar nas regiões que ficam constantemente expostas.


Leia mais: Tosar Cachorro no Verão 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

tosa é importante para alguns cães


EXCLUSIVO | COM A chegada do calor, muitos cães dão adeus a sua longa pelagem para uma versão mais leve para o verão. É óbvio que os cães não vão por vontade própria ao banho e tosa, mas levados pelos donos que acreditam que, com uma pelagem mais curtinha, poderão passar melhor pelos dias mais quentes. Mas será que realmente ajuda?
O ESTETICISTA animal Sérgio Villasanti, da República dos Cães, avisa que os cachorros não transpiram pela pele, mas sim pelas almofadas plantares e pela troca de calor feita pela língua. “A pele e o pêlo não influenciam em nada”, argumenta o esteticista. Por isso mesmo, não existe oficialmente a chamada “tosa verão”, tão popular entre cães da raça Lhasa Apso. “A raça foi criada para ter a pelagem no chão, independentemente do clima.”
A TOSA da pelagem lisa, conhecida como “tosa verão” ou “tosa bebê”, apareceu no mercado devido a mudança de vida do ser humano. “Nos dias atuais, as pessoas procuram um cão que dê menos trabalho na parte de cuidados e principalmente que permaneça mais limpo. Por este motivo, o corte da pelagem apareceu no mercado.”
A tosa verão não é padrão para a raça, por isso pode variar no comprimento do pêlo
A tosa verão não é padrão para a raça, por isso pode variar no comprimento do pêlo
SENDO assim, como a “tosa verão” não é um padrão, ela fica a vontade do cliente ou ao que o tosador pode oferecer. Alguns clientes gostam mais longos, outros mais curtos, explica Villasanti, que enviou a imagem ao lado para mostrar uma possibilidade de comprimento para um Lhasa Apso na chamada “tosa verão”.
É BOM LEMBRAR, no entanto, que a tosa curta pode comprometer a textura original dos pêlos. “O corte mudará a textura e talvez deixe o pêlo mais cheio, tirando a beleza natural da pelagem”, avisa Sérgio Villasanti. Por isso mesmo, antes de passar a tesoura no longo pêlo do seu Lhasa Apso, pense bem e converse bastante com o tosador.
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