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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Maltratar animal pode dar multa de até R$ 58 mil – S.P

Garoto autista fica mais falante e feliz após adotar cachorra resgatada

Foi preciso apenas uma amizade verdadeira para o menino Johnny, que é autista, deixar de viver em seu mundo e encontrar alegria na companhia da família e de Xena, sua cachorra. Para Xena, foi a chance de deixar para trás um começo de vida muito difícil: a cachorrinha foi adotada depois de ser abandonada à beira da morte. Um final feliz que você lê aqui:

Antes de encontrar a cachorra Xena, Jonny passava horas jogando bolinhas de gude sozinho
Um garoto de oito anos que sofre de autismo se transformou de um garoto “dolorosamente estranho e isolado” em um menino tagarela graças à sua amada cachorra resgatada. Em apenas dois meses, a cachorra mix Staffordshire terrier fez de Jonny Hickey “a criança mais feliz desde que eu o conheço”, disse sua mãe, Linda, ao Daily Mail.
Jonny, que vive na Geórgia, nos Estados Unidos, mal falava antes de encontrar Xena. Ele passava horas jogando bolinhas de gude sozinho e morria de medo de novas experiências. Os dois desenvolveram uma relação especial desde que se encontraram, dois meses atrás, quando a família adotou a cachorrinha. Desde então, Jonny se transformou em um menino carinhoso e feliz, que considera Xena sua melhor amiga.
Um vídeo com os dois mostra Jonny cantando You’ve got a friend in me (música de Randy Newman etema de ‘Toy Story”) com Xena em seu colo. Em outro, o menino diz que ele e Xena formam um time mais que perfeito e beija a cabeça da cachorrinha.
Mãe de dois filhos, Linda Hickey, de 44 anos, disse em uma entrevista ao Today.com: “Estes dois estavam destinados a ficar juntos, a salvar um ao outro em um nível que os humanos simplesmente não conseguem entender”.
“Desde o primeiro dia, a cachorra sentou-se no colo dele no banco do carro, e tem lhe dado todos esses beijos. E é ali que ela tem ficado desde então”, disse Linda.
A professora disse que seu filho agora não para de conversar, falando a ela sobre como foi seu dia na escola.
Xena foi levada para um abrigo de animais na Georgia no fim de 2012, depois de ter desmaiado no quintal de uma pessoa. A cachorra de quatro meses estava esquelética e com cicatrizes, após ter sido jogada numa gaiola.
A equipe do abrigo DEKalb County Animal Services, na Geórgia, disse que Xena chegou pesando por volta de 1,8 kg e num estado muito próximo da morte, de acordo com o Today.com.
Chrissy kaczynski, do abrigo, disse que em 12 anos de trabalho com cachorros resgatados, Xena é um dos piores casos que já presenciou. A filhote rapidamente se recuperou e ganhou o apelido de Xena, a guerreira.
A mãe de Jonny achou a cachorra numa página do Facebook e foi pegá-la em um evento para angariar fundos para o abrigo, em novembro último. Ela diz que a conexão entre seu filho e Xena foi instantânea.
“Estávamos lá literalmente havia apenas quatro minutos quando Xena correu rapidamente na direção de Jonny e do meu marido. Eu já amei aquela cachorra na hora e, depois de conhecê-la, eu realmente confirmei este amor”.
Pesquisas sobre os efeitos de crianças com autismo e a companhia de animais têm mostrado que eles são mais propensos a rir e a falar na presença de animais que na de brinquedos.
Cães do Serviço de Autismo da América que possuem treinamento especial proporcionam um efeito calmante nas crianças. A mãe de Jonny posta regularmente fotos no Facebook de Xena e fez uma série de vídeos de apoio para entidades de prevenção de autismo e crueldade contra animais.
“Meu nome é Jonny e esta é minha cachorrinha, Xena”, ele fala no vídeo, com a cachorra descansando perto dele com a pata em seu colo.
“Bom, minha Xena foi muito machucada por pessoas não muito legais. E eu tenho austismo. Então, eu acho que nós formamos um time mais que perfeito para espalhar que se deve ser bom com os animais e legal com crianças como eu”, disse Jonny.

Ter um animal de estimação é benéfico contra doenças cardíacas

Não só amigo do homem, mas também amigo do coração, os cães são ótimos companheiros fazem bem à saúde.
Lindos, companheiros, dóceis, os animais de estimação tem muito a nos oferecer. Segundo a Associação Americana de Cardiologia (AHA), ter um animal de estimação pode reduzir o risco de doenças cardíacas. As informações foram publicadas na revista Circulation.
Glenn N. Levine, professor do Baylor College of Medicine, em Houston, Texas, e presidente da comissão que redigiu o artigo, disse que os resultados mostraram que o animal de estimação está associado não só à redução de riscos de doenças cardíacas, mas com o aumento da sobrevida dos pacientes. " Possuir animais de estimação está definitivamente relacionado com menores níveis de pressão arterial e colesterol, e uma menor incidência de obesidade."
animais fazem bem ao coraçãoNo estudo, foram analisados mais de 5.2 mil adultos donos de cães, que tinham mais propensão em praticar caminhadas do que os integrantes que não tinham cães. Os resultados mostraram, ainda, que 54% dos participantes que eram donos de cães estavam dentro do nível recomendado de atividade física.
"Em essência, os dados sugerem que provavelmente há uma associação entre a posse de animais e diminuição do risco cardiovascular. O que é menos claro é se o ato de adotar ou adquirir um animal de estimação pode levar a uma redução no risco cardiovascular em pacientes com doença pré-existente," afirma Levine, sobre as reações do corpo ao stress.
Os pesquisadores alertam que os resultados, apesar de importantes, ainda precisam ser estudados em profundidade. " Pode ser simplesmente que as pessoas mais saudáveis são os que têm animais de estimação, e não que ter um animal de estimação, na verdade, leva a ou provoca redução no risco cardiovascular. Ainda precisamos responder estas perguntas," completa Levine.
Com informações de: I Saúde

Brasileiro gasta R$ 350 ao mês em cuidados com animais de estimação

O brasileiro gasta cerca de R$ 350 ao mês em cuidados com animais de estimação, segundo revela pesquisa realizada pela Anfalpet (Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação).
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De acordo com o estudo, no ano passado, o faturamento do mercado pet foi de R$ 12,5 bilhões, o sexto maior do mundo, sendo que a demanda de alimentos do setor foi de 4,5 milhões de toneladas, com volume de produção de 1,83 milhão de toneladas.
Os números mostram que o Brasil está cada vez mais autossuficiente na produção de alimentos para animais domésticos, visto que os números de importação estão caindo, passando de 13 milhões de toneladas registradas em 1998 para 4,2 milhões em 2010.
Animais de estimação
Ainda conforme a Associação, o Brasil possui cerca de 98 milhões de animais de estimação, o que faz do País o quarto colocado em população total de animais de estimação.
Confira abaixo os números do merecado pet no Brasil, de acordo com a Anfalpet:
- 98 milhões de animais de estimação
- 2º maior do mundo em população de cães e gatos
- 4º maior do mundo em população total de animais de estimação
- Faturamento de R$ 12,5 bilhões em 2011
- 3 milhões de toneladas de pet food/ano
- 25.000 pet shops.

Um terapeuta em casa

autismo é uma disfunção que afeta a capacidade de comunicação e de interação social do
Apesar da evolução da medicina, ainda não se conhece a causa do problema, mas os pais de autistas podem e devem incentivar seus filhos para que tenham o máximo possível de autonomia e independência. E alguns animais já se mostraram grandes aliados nesta luta.
Apesar da evolução da medicina, ainda não se conhece a causa do autismo, mas alguns animais já se mostraram grandes aliados nesta luta.
indivíduo e que apresenta diferentes graus de comprometimento. Apesar da evolução da medicina, ainda não se conhece a causa do problema, mas os pais de autistas podem e devem incentivar seus filhos para que tenham o máximo possível de autonomia e independência. E alguns animais já se mostraram grandes aliados nesta luta.
Do convívio com Luana (e que deu início à Ateac), Daniel conseguiu grandes avanços: ficava mais calmo, demorava menos a dormir e sua auto-estima aumentou. De acordo com Silvia Jansen, fundadora da ONG e mãe e Daniel, esse tipo de melhora é visível em quase todos os autistas que têm acesso à terapiaassistida por animais. “A resposta que se tem com os animais, gradualmente, pode ser estendida á relação com oser humano, em forma de mais confiança e aumento da afetividade”, explica Silvia, referindo-se aos casos em que o comprometimento é menor.
Marisa e a labradora Mel durante atendimento ao Lincoln na Adacamp / Foto Rodrigo Peçanha
Marisa e a labradora Mel durante atendimento ao Lincoln na Adacamp / Foto Rodrigo Peçanha
Os pais de Lincoln Tezuka, que frequenta Adacamp, uma das instituições em Campinas onde o trabalho voluntário da Ateac é permitido, comprovaram a evolução no comportamento do filho. “Sentimos que, no caso do Lincoln, o contato com os cachorros estimula a afetividade, a sensibilidade e o trato dele para com outros animais e também com as pessoas.” O efeito do tratamento foi estendido para casa. “Há algum tempo temos uma cachorrinha. E o Lincoln se diverte bastante, participa dos passeios todos os dias, ajuda quando ela vai tomar banho, etc.”
Famílias com autistas e que pretendem ter um cachorro devem escolher os animais mais dóceis e adestrá-los. “O animal precisa passar por um processo de desensensibilização, em que se acostume, por exemplo, a ser manuseado, a movimentos mais bruscos, para que não estranhe quando a criança vier mexer com ele. Também precisa aprender a não pular”, diz Silvia. Ela afirma que o autista deve participar do processo. “Em geral, mesmo aqueles que têm mais dificuldade aprendem rapidamente com o adestramento, até mais rápido que outras pessoas”.
Os cuidados básicos com a saúde do cão também são fundamentais: vacinas em dia, banhos periódicos e visitas ao veterinário sempre que necessário. Feita a adaptação, é só estimular as brincadeiras e o carinho.
Texto de Fabiana Parajara
Fonte: ATEAC

Ter animais de estimação reduz risco de sofrer de doença cardíaca

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Ter um animal de estimação pode ajudar a reduzir o risco de doença cardíaca. A conclusão é de um grupo de investigadores norte-americanos que fez, para a American Heart Association, a revisão de uma série deestudos anteriores sobre a influência dos animais, em especial dos cães, na saúde e veio, agora, comunicar os seus benefícios, avança o portal Boas Notícias.
De acordo com Glenn N. Levine, professor do Baylor College of Medicine em Houston, nos EUA, e coordenador da equipe que efetuou a revisão, publicada na revista científica Circulation, “ter um animal de estimação, em particular um cão, está, muito provavelmente, relacionado com uma diminuição do risco de doenças cardiovasculares”.
Segundo Levine, as investigações efetuadas até ao momento mostram que os benefícios da presença de um animal na vida dos donos têm, maioritariamente, a ver com a saúde do coração, já que estes tendem a ser mais ativos fisicamente por terem o hábito de passearem os seus cães.
Um estudo baseado em dados de cerca de 5.200 adultos mostrou que aqueles que tinham cães “caminhavam e faziam mais atividade física” do que os que não tinham, apresentando 54% mais probabilidade de cumprir o nível recomendado de atividade física diária.
Além disso, o fato de se ter um animal de estimação apareceu já, também, relacionado com uma tensão arterial mais baixa (porque estes “companheiros” de quatro patas podem ter um efeito positivo em termos da reação do organismo ao stress) e a níveis de colesterol reduzidos, além de uma menor incidência deobesidade.
Especialistas falam na necessidade de mais estudos
Ainda assim, alerta Levine, estes estudos “não são definitivos e não provam, necessariamente, que ter um animal de estimação reduz de imediato o risco de doença cardíaca”. “Também pode acontecer que as pessoas mais saudáveis sejam aquelas que têm animais e não que sejam os animais a causar esta redução”, sublinha.
“Na sua essência, os dados sugerem que há, provavelmente, uma associação entre o fato de se ter um animal de estimação e de existir um menor risco de doença cardiovascular”, esclarece o investigador, que afirma que “ainda é pouco claro se o ato de adotar ou comprar um animal pode levar à redução deste risco em pessoas que já tenham a doença”.
“Vão ser precisas investigações mais aprofundadas e estudos de mais qualidade para dar uma resposta definitiva a esta questão”, conclui Glenn Levine, destacando que, em qualquer dos casos, acrescentar um animal à família é algo que nunca deverá acontecer apenas por se considerar que haverá vantagens para a saúde.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Cães veem os donos como se fossem seus pais

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Que fofura. E como você é o pai, claro, seu cachorro age como se fosse uma criança – mesmo se ele já estiver velhinho.
Foi o que 22 cachorros mostraram numa pesquisa liderada pela veterinária Lisa Horn, da Universidade de Viena, na Áustria. Ela os separou em três grupos: um terço ficaria sem o dono, enquanto os outros estariamacompanhados por eles – só que parte dos donos deveria se manter em silêncio, e outra parte deveriaencorajar os cães a fazer as atividades. E tudo o que os bichinhos precisavam fazer era interagir com alguns brinquedos. Em troca, ganhariam comida.
Os cachorros que estavam com os donos passavam muito mais tempo brincando. Nem a comida servia para motivar os cães ‘abandonados’.
A pesquisadora refez o teste, mas dessa vez os donos foram substituídos por pessoas desconhecidas. Nenhum dos cães mostrou muito interesse pelos brinquedos.
Segundo Horn, os testes são suficientes para provar a existência da “área de segurança”. Ou seja, oscães se sentem mais seguros, confiantes e confortáveis na presença dos donos. Sem eles, tudo parece mais perigoso – e sem graça. E é exatamente o que acontece na relação entre pais e filhos pequenos. “Esta é a primeira evidência da similaridade entre o ‘efeito de base segura’ encontrado na relação dono-cachorro e na criança-pai”, diz a pesquisa.
Pra quem tem um bichinho é fácil perceber isso, não? Quantas vezes você não disse por aí que seucachorro age sempre como se fosse uma criança?

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Crime Ambiental

Maus-tratos a animais também são crime ambiental
O problema de animais em apartamentos sempre foi bastante debatido, seja quanto à proibição de mantê-los nas unidades, ao barulho que produzem ou ao perigo que alguns oferecem aos moradores.
Há outro aspecto a ser abordado, entretanto, pouco discutido, principalmente com relação a cães, que deve ser levantado: trata-se dos maus tratos dispensados a eles.
As pessoas se encantam e compram filhotes de cães, levando-os para os condomínios, sem considerar antes a raça, o quanto vão crescer e a necessidade de correrem, de gastarem as energias.
Não são poucos os moradores de condomínios que viajam nos finais de semana ou trabalham o dia inteiro, deixando de levar em consideração que os cães são animais próprios para a vida em comunidade, totalmente dependentes do homem. Não se acostumam a ficar sozinhos dias ou finais de semana inteiros, na maioria das vezes.
Por essa razão, são frequentes as reclamações de vizinhos sobre latidos e uivos durante todo o dia, ou aos sábados e domingos, porque os animais são deixados sem qualquer companhia e, muitas vezes, sem água nem comida.
Há casos piores, de donos de cachorros que depois do encantamento inicial, maltratam os animais ou livram-se deles, soltando-os nas ruas, longe de casa.
Os síndicos — como representantes legais do condomínio — ao receberem queixas de latidos e uivos de cães, devem procurar saber se estão sendo mantidos sós, trancafiados nas unidades, e se é por isso que fazem tanto barulho.
Nessa hipótese, têm eles o dever de comunicar as autoridades policiais, tanto para proteger os animais, como para coibir o barulho que eles fazem ao serem largados sozinhos, com fome ou com sede.
É importante saber que para isso existe a denominada “Lei de Crimes Ambientais”, a Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Os maus tratos aos animais domésticos, também são considerados crime ambiental.
Essa lei, em seu artigo 32, prevê detenção de três meses a um ano, e multa, para quem “praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”.
Fonte: Consultor Jurídico

terça-feira, 2 de julho de 2013

Adotar Vira-lata

Porque eu adotaria um vira-lata, se posso comprar um cão de raça?
Ninguém está dizendo que você não pode comprar o cãozinho dos seus sonhos, aquele que você viu trabalhando no filme, super-adestrado, inteligente e cheio de graça. É claro que você vai ter de contratar um bom adestrador para deixar o seu filhote igual ao cão-ator (que, muitas das vezes, são vários cães, exatamente iguais, que se revezam na atuação, cada qual fazendo o truque que aprenderam). E, ao comprar um filhote, você terá, pela frente, um ano inteiro de paciência com ele, que estará aprendendo a fazer as necessidades no lugar certo, e afiando os dentinhos nos objetos que têm o cheiro de que ele mais gosta: o seu.
Tem também a questão do desconhecimento das características das diversas raças, e a falta de um assessoramento na hora da compra. Nenhum criador ou lojista vai investigar o perfil da sua família, para ver se combina com o perfil do cão que você está adquirindo. E aí, o filhote tão pequenino e bonitinho, parecendo um brinquedinho de pelúcia, se transforma num São Bernardo gigantesco, ou coisa-que-o-valha, e o sonho se transforma em pesadelo. Aquele bichinho, que dormia na cama, com os donos, e era carregado no colo, vai ser exilado para o fundo do quintal ou – pior – jogado em alguma estrada deserta, bem longe de casa, para nunca mais ser visto.biscoito3

E o nosso vira-lata? Esse, que você pega já adulto, vem no tamanho certo da sua necessidade, sabe tudo o que é preciso para agradar você; compreende, num piscar de olhos, o seu mais recôndito desejo, cumpre as ordens com facilidade, aprende o novo nome rapidamente, e será leal e agradecido até o último de seus dias, por essa oportunidade que você lhe está dando. Em poucos dias de adaptação, você terá um cão-amigo, conhecedor das rotinas da casa, fiel escudeiro, guarda-costas da família e segurança do seu território. Não é enjoado para comer, porque está acostumado a roer pedras e paus, morando na rua, onde desenvolveu habilidades extraordinárias para localizar restinhos de comida velha, muitas vezes incrustada no asfalto, de onde retira as migalhas amassadas pelos pés das pessoas insensíveis que, por eles passam, ou as disputa com as rodas dos carros, muitas vezes sendo por eles atropelados.
Ao levar para casa um destes bichinhos, você vai experimentar um sentimento de amor incondicional por parte dele, e uma sensação de plenitude, de dever-cumprido, pela sua.
Você poderá dizer: “A minha parte, eu fiz!”
Lázaro
Por que adotar um animal adulto e vira-lata??
No momento da adoção de um animal, as pessoas demonstram clara preferência pelos filhotes.
Mas, adotar um cão adulto tem grandes vantagens. Mesmo quem já criou animais, costuma se esquecer da fase de crescimento que sempre é muito trabalhosa e requer uma reserva de paciência que, às vezes, as pessoas já não possuem.
Na adoção de um animal adulto o trabalho é  sempre muito menor, pois ele passará apenas por um período de adaptação à  nova casa. Este período  é  quase sempre muito curto, pois o animal adulto que vem de um abrigo tem muita gratidão pelas pessoas que o recebem em seus lares e demonstrará essa gratidão claramente tornando-se, em muito pouco tempo, um companheiro fidelíssimo, obediente e muito carinhoso.
Além disso, será um guarda como poucos, capaz de defender com a própria vida o seu novo lar e as pessoas que o acolheram.
Ao contrário do que muitos acreditam, o cão adulto, quando adotado, aceita muito facilmente a mudança em sua vida (que sempre será para melhor), torna-se um animal muito alegre que, certamente, será o maior amigo de seu benfeitor.
E por que um Vira-lata?
Mistura de muitas raças, de porte grande, médio ou pequeno, pelagem longa ou curta, pretos, brancos, amarelos, cinza, pintados, tigrados, eis o vira-lata, um cão forte, saudável, amigo.
Hoje chamado sem raça definida, ou seja SRD, o vira-lata é  um cão formidável, que nada fica a dever aos cães de raça pura.
A mistura de raças favorece o fortalecimento desse tipo de animal, ao contrário daqueles de raça que muitas vezes carregam hereditariamente algumas características que os tornam sensíveis a determinados fatores ambientais ou genéticos como propensão a doenças de pele, olhos, alergias etc.
Do ponto de vista do temperamento os vira-latas em geral são cães alegres e sociáveis. Os de porte pequeno são ótimos cães de companhia, os de porte médio ou grande cumprem com galhardia a tarefa de guardiões de propriedades.
Podem ser adestrados tal qual os cães de raça e, como são inteligentes, aprendem com facilidade o que lhes ensinam.
Alguns nasceram em casa, outros na rua. Outros ainda, são frutos de cruzamentos de animais de raça e assim surgem eles, os mestiços, que não deixam de ser viralatas.
Na maioria das vezes desprezados por não terem “pedigree”, que é  o atestado de pureza de raça, eles sofrem muitas injustiças principalmente porque não têm valor de mercado ou não correspondem à  vaidade de certas pessoas que gostam de ostentar seu cão “raçudo.”
Independente de quaisquer considerações, o vira-lata é uma presença constante em nossas vidas. Muitos deles são conhecidos em todo o mundo porque se tornaram astros do cinema, outros pertencem à comunidade e são tratados pelos moradores de determinada rua, muitos são companheiros de pessoas infortunadas que vivem pelas ruas e outros ainda vivem em companhia de famílias que os adoram e são tratados a pão-de-ló.
Ser vira-lata não é problema. O triste é ser cão abandonado (e muitos de raça o são), passar fome e frio, não ter carinho, receber pontapés e pedradas. Importante  é ser bem tratado.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Castração

ESTERILIZAÇÃO OU CASTRAÇÃO:
É a retirada cirúrgica dos testículos nos machos, e do útero e ovários nas fêmeas, impedindo definitivamente a procriação e consequentemente a proliferação destes animais.
O ciclo nas fêmeas se inicia por volta dos 6 meses, quando ainda não estão fisicamente desenvolvidas por completo, podendo durar entre 4 a 12 dias cada ciclo. As gatas podem apresentar o cio durante um tempo indeterminado dependendo da presença do macho. O cio das gatas não sangra como o das cadelas, porém apresentam comportamento extremamente agitado miando muito durante algumas noites.
O cio da cadela ocorre a cada 6 meses e elas podem gerar em média 12 filhotes ao ano! A cirurgia é a única forma eficiente para prevenir as crias indesejadas, o abandono, as doenças (câncer e infecções uterinas, por exemplo) e o sacrifício dos animais. Esta cirurgia pode ser feita a partir dos 2 meses de idade, mas é preferível que se faça aos 4 / 5 meses.
O animal não sofre durante o procedimento cirúrgico, porque é realizado com anestesia geral e no dia seguinte o animal irá tomar analgésicos e antibióticos para prevenir a dor e infecções pós-operatórias.
Em geral os animais operados tornam-se mais tranqüilos e amigáveis.

VANTAGENS PARA OS MACHOS:
Eles param de urinar em todos os cantos;
Diminui o odor da urina;
Não vão atrás das fêmeas;
Diminui a incidência de câncer e problemas na próstata;
Não latem / miam durante a noite a não ser que seja para alertar sobre intrusos.

VANTAGENS PARA AS FÊMEAS:
Não sangram pela vagina e não têm mais cio;
Elimina as chances de infecções uterinas (piometras) e diminui a incidência de tumores mamários;
Aumenta o período de vida do animal;


Previne contra a prenhez indesejada e psicológica (pseudociese).

domingo, 30 de junho de 2013

O sentimento que a morte produz nos animais é semelhante a dor do luto

cachorro com asas anjo petrede O sentimento que a morte produz nos animais é semelhante a dor do luto
O luto é um sentimento profundo oriundo de uma perda importante na vida. Pessoas enlutadas experimentam traumas tanto físicos quanto emocionais, enquanto tentam adaptar suas vidas aos abalos trazidos pela perda. Há muito tempo os psicólogos reconheceram que o luto experimentado pelos proprietários de animais após a morte destes é o mesmo experimentado após a morte de uma pessoa. A morte de uma animal de estimação significa a perda de um amor incondicional. Esses sentimentos podem ser especialmente intensos nos idosos, nas crianças ou nos casais sem filhos. As crianças tendem a ficar enlutadas por um período mais curto, mas a sua dor não é menos intensa. Crianças, também, tendem a voltar ao assunto com mais frequência e, precisam ser encorajadas a falar livremente sobre o animal, oferecendo-lhe muito carinho e conforto.
Até os três anos, a única coisa que a criança entende é que o animal não estará lá mais com ela, mas não percebe que a morte é irreversível. A partir dos sete anos a criança já entende melhor o conceito da perda. Depois dos 12 anos, ela tem capacidade para entender e aceitar todo o processo da perda. É importante que seja esclarecido neste período de luto, que a morte faz parte do ciclo da vida, é algo natural que vai acontecer com todos os seres vivos. Não é aconselhável se apressar para dar outro animal. O ideal é que a criança consiga recordar as histórias do animal que perdeu, valorizando-o e não o vendo como objeto. Deixe que ela chore, não a force a sentir-se melhor. As crianças necessitam de mais tempo para compreender o que é morte. Deve-se falar sempre a verdade para a criança, evitando que ocorra traumas no futuro. A conscientização neste processo educativo deve enfocar, que assim como as listras das zebras são iguais as impressões digitais dos humanos, no caso dos cães, a impressão digital fica no focinho, provando desta forma, que cada animal é único e insubstituível.
A observação do ciclo de vida de um animal ajuda-nos a entender melhor as nossas próprias fases da vida. O luto é provavelmente a sensação mais confusa, frustrante e dolorosa que uma pessoa pode sentir. É ainda mais para proprietários de animais. A sociedade, em geral, não dá a essas pessoas “permissão” para demostrar a sua dor abertamente. Dessa forma, os proprietários frequentemente se sentem isolados e sozinhos.
A tristeza causada pela sua falta do animal de estimação aos idosos pode ocasionar inúmeras reações, surgindo sentimentos de culpa ou medo. Não existe mais para o proprietário aquele ser especial que lhe oferecia amor e proteção. A pessoa enlutada se sente extremamente triste, desesperançada, inútil e cansada. Muitos adquiriram seu animal para combater a solidão, pois muitos são viúvos, divorciados e não possuem parentes e, viviam felizes na companhia deste amigo inseparável. Após a morte do animal, é preciso que seja encontrado um novo estímulo, para que a pessoa continue se exercitando e cuidando da higiene da casa. A adoção de um novo animal é uma boa opção para restabelecer o equilíbrio emocional.
Os animais, também, criam laços muito fortes entre eles. Na verdade, animais que perderam um companheiro podem exibir vários sintomas idênticos aos experimentados pelo proprietário enlutado. O animal sobrevivente pode ficar inquieto, ansioso e deprimido. Ele pode suspirar com frequência, e ter dificuldade para comer e dormir. É comum que os animais procurem por seus companheiros mortos e exijam mais atenção dos seus donos. Mesmo animais que parecem ter dificuldade para se relacionarem podem exibir fortes sinais de estresse quando morre o outro animal da casa.
Na Tanzânia, primatologistas estudando o comportamento de chimpanzés registraram a morte de Flo, de 50 anos, a matriarca de um grupo. Durante todo o dia seguinte, o filho de Flo, Flint, sentou-se ao lado do corpo sem vida da mãe, ocasionalmente pegando sua mão e chorando. Nas semanas seguintes, Flint tornou-se crescentemente alheio, afastando-se do grupo – a despeito dos esforços de seus parentes para levá-lo de volta – e recusando comida. Três semanas após a morte de Flo, o outrora jovem e saudável chimpanzé também estava morto. A primatologista Jane Goodall, que assistiu a Flint morrer de fome após a morte da mãe, não tem dúvida: ele morreu de tristeza. Mas pode um macaco manifestar sentimentos que nós, antropocentricamente, associamos apenas a nós mesmos? É isso que propõe o livro: “The smile of a dolphin” (O sorriso de um golfinho), editado por Marc Bekoff, biólogo da Universidade do Colorado. No volume, 50 pesquisadores do comportamento animal – não só de chimpanzés e golfinhos, mas também de cães e pássaros – dizem que sim, nossos companheiros de reino podem sentir tristeza (luto), afeto, amor, alegria e prazer. Trata-se de uma virada e tanto no modo de os cientistas encararem essa questão, isto é, não se exige mais que isso seja respaldado por gráficos ou tabelas. “Eu nem mesmo posso provar que outro ser humano está se sentindo feliz ou triste. Mas eu posso deduzir como eles estão se sentindo a partir da linguagem do corpo e da expressão facial. Com uma vantagem: os animais não filtram ou dissimulam seus sentimentos como fazem os os seres humanos”, afirma Marc Bekoff. O biólogo espera que um maior entendimento do que os animais estão sentindo irá estimular regras mais rígidas sobre como eles devem ser tratados tanto em zoológicos e circos quanto em fazendas e residencias, o quanto eles sofrem ao serem maltratados.
Estudos sobre as reações à perda de um animal de estimação mostram como é forte o apego desenvolvido. Usando o modelo da teoria de apego (Bowlby, 1969, 1973, citado em Archer, 1996), Parkes (1986, citado em Archer, 1996) se referiu ao pesar de perder um animal de estimação como o custo de perder um grande amor. Há estudos que tendem para uma descrição mais qualitativa, mostrando paralelos entre o luto seguido da morte de um humano e da morte de um animal de estimação. Stewart (1983, citado por Archer, 1996) relatou que uma minoria de sua amostra (18%) ficou tão perturbada que foi incapaz de continuar com sua rotina normal, e um terço descreveu si mesmos como muito angustiados. Dunn e colaboradores (1992, citado por Archer, 1996) estudaram uma amostra de aproximadamente 1.000 donos de animais de estimação aflitos nos Estados Unidos e encontrou que o luto foi breve, porém intenso. Tristeza ainda era aparente em metade da amostra um mês após a perda, e choro e culpa em aproximadamente um quarto dos pesquisados.
Depoimentos que envolvem a morte dos animais:
Reverendo McSweeney. – Arquidiocese Católica de Nova York
O catolicismo tem certeza da vida após a morte dos seres humanos, mas não temos idéia sobre o que acontece com os animais. Jesus disse: – “Toda a criação se renovará no paraíso”. Para os proprietários de animais de estimação, eu diria que as palavras de Cristo podem significar que existe a possibilidade de que, quando isto acontecer, quando toda a criação for reunida num outro mundo, eles encontrem seus animais, pois o paraíso não deverá ser um lugar sem plantas nem animais. O céu foi feito para o ser humano. A razão para os cães irem para o céu não é por nós, nem por eles. Talvez, isto sim, pelo nosso relacionamento com eles. Eu diria que o Deus do amor deseja que sejamos felizes e nos permitirá ter conosco, os animais que partilharam de nosso amor.
Rabino G. Winkler – Novo México
O livro dos provérbios diz: “As pessoas piedosas conhecem as almas de seus animais” – o que significa que uma pessoa estudiosa, evoluída, tem ligação com o espírito do seu animal de estimação. Vários ensinamentos do Talmud falam de animais que pertencem a rabinos da antigüidade. O céu é chamado de “Jardim do Éden” e todas as criaturas são vistas celestialmente. O Pai Supremo, abençoado seja seu nome, não priva nenhuma de suas criaturas do prêmio celeste. Baseado em como viveram neste mundo, todos os animais receberão recompensa no mundo que está por vir. Existe um paralelo entre o pensamento católico e judaico, onde prevalece o pensamento de que os animais foram feitos para nós. Não foram. Eles são imbuídos de espírito, alma e têm escolhas. Todas as criaturas têm algo para nos ensinar. Eles têm seu próprio conhecimento.
Reverendo A. Linzey. – Fundação de Pesquisas para o Bem Estar Animal.- Prof. de Teologia da Universidade de OxfordPara mim é perfeitamente óbvio e teologicamente essencial que os animais vão para o céu. Na verdade, a única e importante pergunta teológica é saber se o ser humano vai para o céu. Afinal, nenhum animal peca, nenhum é sem fé ou violento como nós, seres humanos. Os animais são criaturas inocentes que sofrem por erros que não são deles. O Deus justo certamente dará a redenção e libertará de sofrimentos os animais, e dará a eles um lugar no céu. A Bíblia se refere em várias passagens aos animais: “O cordeiro deitará com o leão”, “A alma de todas as coisa vivas está nas mãos de Deus”, “Todos os animais da floresta me pertencem”.
Allan Kardec – Trecho do Livro dos Espíritos
Pois que os animais possuem uma inteligência que lhes faculta certa liberdade de ação, haverá neles algum princípio independente da matéria? Será esse princípio uma alma semelhante à do homem? – E também uma alma, se quiserdes, dependendo isto do sentido que se der a esta palavra. É, porém, inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e Deus.
Acredito que se os animais não tivessem alma, com certeza não seriam capazes de amar e de demonstrar seus sentimentos por nós de forma tão expressiva. Se não tivessem alma, não teriam inteligência, da qual há hoje em dia tantas provas científicas. Procurando alguma referência bíblica sobre humanos e animais, descobri esta passagem muito interessante em Eclesiastes. Acredito que este texto possa ajudar na sensibilização das pessoas em relação aos animais e a aparente semelhança da morte entre homens e animais: – “Eu também disse a mim mesmo: Como para os seres humanos, Deus testa-los para que eles possam ver que eles são como os animais. Certamente o destino dos seres humanos é semelhante à dos animais; o mesmo destino espera os dois: Como um morre, assim morre o outro. Todos têm o mesmo fôlego; os seres humanos não têm nenhuma vantagem sobre os animais”. (Eclesiastes 3-18,19)

Cidade taiwanesa exige aulas prévias para quem quiser animal de estimação.

Publicado em 22/02/2012
Taipé, 22 fev (EFE).- A cidade mais populosa de Taiwan, Nova Taipé, anunciou que os moradores que quiserem ter um animal de estimação precisarão assistir antes a duas horas de aula, devido ao aumento de casos de animais abandonados.
A medida visa ainda contribuir para que os donos de animais domésticos aprendam a cuidar de seus bichos de estimação e se responsabilizem por eles, de acordo com nota oficial divulgada pela prefeitura nesta quarta-feira.
O prefeito local, Eric Chu, prometeu também criar uma equipe policial especializada em casos de maus-tratos de animais domésticos, e anunciou que equipes de veterinários utilizarão três veículos para oferecer serviços de vacinação, esterilização e implantação de chips para identificação.

Video resgate de cão – EUA

Porque que no Brasil isso não acontece? pra solicitar um resgate de um animal, nunca tem equipe disponível e ainda riem da nossa cara?!?!?
o Video está em ingles mas vale a pena assistir, mt lindo…. que sirva de exemplo…..

Cãozinho é salvo depois de ficar preso em cano por 12 horas

Estados Unidos – Um cãozinho foi salvo após ficar preso por mais de 12 horas em um cano de esgoto de uma casa em Detroid, estado de Michigan, nos Estados Unidos. Segundo o jornal "Detroid News", a equipe de resgate teve que usar uma escavadeira para salvar o filhote na semana passada.
"Estamos emocionados por ter tido um final feliz", declarou Kevin Hatman, porta-voz da Sociedade Humana de Michigan. O dono acha que o animal caiu na tubulação do porão e não conseguiu se soltar na noite da última quarta-feira.
Para resgatar o cãozinho, a equipe de resgate precisou fazer um buraco de dois metros de profundidade no quintal da casa para retirar o cano e alcançar o cachorro. Depois de muito trabalho, o animal foi resgatado e devolvido ao dono.
#!

Limpando pêlos de cães e gatos nos sofás, roupas etc…

Muito interessante e prático!

Cresce violência contra animais em Resende/RJ

Volta Redonda/RJ – 26 de fevereiro de 2012

Olá amigo,
segue a matéria veiculada hoje (26/02/2012) na versão impressa do Jornal Diário do Vale.
Atenção ao quadro "Violência doméstica pode começar com violência contra animais".
Maltratar animais é crime! 
Não tenha medo. Vá a delegacia local e DENUNCIE!
Verifique aqui como denunciar maus tratos.
Abraços,
Vira-Lata
Não temos abrigo

www.vira-lata.net

O SER HUMANO TEM MUITO QUE APRENDER COM OS ANIMAIS … O DIA QUE ISSO ACONTECER O MUNDO MELHORA ….

O SER HUMANO TEM MUITO QUE APRENDER COM OS ANIMAIS … O DIA QUE ISSO ACONTECER O MUNDO MELHORA ..
Durante os incidentes, da explosão de uma fábrica em Nanjing, China, em 28 de julho de 2010 . Caso de um acidente que matou 13 pessoas e feriu 300, despertou muita atenção o fato de um salvamento. Durante a explosão ocorreu, que um MACACO foi gravado, salvando um filhote de cachorro do local da explosão. Ele segura o cão enquanto ele corria para fora da fábrica em chamas. Se esse evento pode tocar nossa “CONSCIÊNCIA COLETIVA”, os animais podem mostrar COMPAIXÃO e BONDADE para com o outro. Muito diferente do rumo que caminha a humanidade.

Vermes são comuns e fáceis de tratar

Os parasitas comprometem a saúde dos cães, deixando-os mais expostos a outras doenças. / Divulgação
Eles habitam o intestino e no caso dos filhotes podem até levar à morte. Os vermes são comuns nos cães, mas o problema pode ser evitado com a administração regular de vermífugos e, especialmente, com hábitos adequados de higiene. Existem diversos tipos: lumbrigas ou vermes redondos (ascaris), chatos ou solitárias (dipilidiuns) e outros bem pequenos muitas vezes passam despercebidos. A maneira correta de fazer a vermifugação leva em conta os sintomas e as características do animal, como o peso e a idade, portanto, deve ser indicada pelo especialista.
Fezes amolecidas com sangue ou muco, apetite irregular, ingestão de coisas estranhas como terra, tijolo e fezes, e o hábito de arrastar o ânus no chão são os principais sinais de que o animal está com verme. Nos filhotes o sintoma clássico é a barriguinha grande. Segundo a veterinária Maria Beatriz Pellegrini, “estes podem ser parasitados ainda na gestação, ou seja, já nascem com os vermes no intestino”. Os bebês merecem atenção especial por serem mais frágeis, não sendo raras as mortes em função da infestação.
A transmissão é bastante facilitada por ambientes onde a higiene é negligenciada, por isso, as fezes devem ser recolhidas, se não imediatamente, no mínimo uma vez ao dia. Maria Beatriz recomenda ainda a lavagem do quintal com água sanitária: “Os desinfetantes devem ser evitados para não intoxicar os cães, mas a água sanitária pode ser usada e o local deve ser bem enxaguado”. Pulgas também podem transmitir verme, já que ingerem as larvas que ficam no ambiente. “Quando os cachorros se coçam e ingerem as pulgas elas e os parasitas vão para dentro do organismo”, explica a especialista.
Alguns tipos de vermes que habitam o intestino canino podem ser passados para o homem. Um exemplo é a larva do ancilóstoma, que penetra na pele e vai se locomovendo, causando um grande desconforto. Ela é conhecida como bicho geográfico e não é capaz de chegar até o intestino humano. Os beijos caninos, ou seja, as lambidas na boca do dono, oferecem risco de contaminação porque o animal costuma se higienizar e pode estar com fezes na língua.
O tratamento é simples e barato, podendo ser feito também como forma de prevenção. Ele se resume à administração de vermífugos, porém, estes devem ser recomendados pelo veterinário conforme as características do cão e os sintomas apresentados, já que existem medicamentos específicos para cada tipo de verme.
“O efeito é imediato, ou seja, não evita futuras infestações. Mas o remédio pode e deve ser dado regularmente, de seis em seis meses para animais que vivem sozinhos e de três em três para os que vivem em grupos ou passeiam bastante”, recomenda Maria Beatriz, lembrando que os cachorros parasitados ficam mais vulneráveis a outras doenças.

Diferentes formas de vida

Os parasitas se alimentam do organismo em que se instalam e podem estar no interior, como os vermes, ou do lado de fora, como os carrapatos e as pulgas. Os protozoários formam outro grupo que também habita o intestino, como é o caso da giárdia. Estes necessitam de tratamento próprio, pois não morrem com os vermífugos, são extremamente comuns em cães e gatos, e também passam para as pessoas.
Bactérias são aqueles micro-organismos que provocam infecções e são sensíveis aos antibióticos. Já os vírus não morrem com antibióticos e geralmente causam doenças que têm um curso limitado, ou seja, depois de alguns dias ela passa sozinha, isso se o bicho não for morto antes, o que vai gerar a necessidade de tratamento de suporte.