Bem Vindo.

Bem vindo ao Personal Dog o lugar certo para você educar o seu cão! aqui educamos seu cão através do carinho e do amor. Criamos esse blog para que você conheça um pouquinho do nosso serviço e para você cliente que já deixa seu cãozinho com a gente ver o dia a dia do seu mascote...
Oferecemos, hospedagem canina, banho, passeios e bricadeiras, deixando seu cão forte e educado.
Venho nos conhecer.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Labrador


Os filhotes de Labrador são muito fofos e cativantes. E quando adultos eles continuam tão simpático quanto antes. Uma raça popular no mundo todo que conquista cada vez mais corações.

Família: cão de caça, cão de busca
Grupo do AKC: Esportistas
Área de origem: Canadá
Função original: busca na água
Tamanho médio do macho: Alt: 57-62 cm, Peso: 29-36 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 54-60 cm, Peso: 25-31 kg
Outros nomes: Retriever do Labrador
Posição no ranking de inteligência: 7ª posição
Padrão da raça: confira aqui

 
ENERGIA
GOSTO POR BRINCADEIRAS
AMIZADE COM OUTROS CÃES
AMIZADE COM ESTRANHOS
AMIZADE COM OUTROS ANIMAIS
PROTEÇÃO
TOLERÂNCIA AO CALOR
TOLERÂNCIA AO FRIO
NECESSIDADE DE EXERCÍCIO
APEGO AO DONO
FACILIDADE DE TREINAMENTO
GUARDA
CUIDADOS COM A HIGIENE DO CÃO


Origem e história da raça

LabradorOs primeiros Labradores eram geralmente cães da água que vieram dos Terra-nova, não dos Labradores. Essa raça não apenas não deu origem ao Labrador como também não foi chamada de Labrador Retriever no começo. Os Terra-nova do começo de 1800 tinham diferentes tamanhos, sendo o menor deles, “Lesser”, ou “Cão de Saint John”, a primeira encarnação do Labrador. Esses cães, pretos, de tamanho médio e pelo curto, não apenas buscavam caças, mas também peixes, puxando pequenos barcos de pesca nas águas geladas e ajudando os pescadores em todas as tarefas em que precisasse nadar. A raça acabou desaparecendo, em grande parte por causa dos pesados impostos sobre cães. Porém, um grupo de Labradores foi levado à Inglaterra no começo de 1800, e foi a partir desses cães, cruzados com outros retrievers, que a raça continuou. Foi também na Inglaterra que a raça ganhou reputação com um extraordinário buscador de caças de montanha. No começo, os criadores davam preferência aos Labs pretos, e sacrificavam os de cores amarela ou chocolate. No começo de 1900, as outras cores começaram a ser aceitas, embora não tanto quanto a cor preta. A raça foi reconhecia pelo English Kennel Club em 1903, e pelo AKC em 1917. Sua popularidade cresceu sem parar. Ele se tornou a raça mais popular da América em 1991 e continua sendo até hoje.


Temperamento do Labrador

Poucas raças merecem tanto seu sucesso como o Labrador Retriever. Devotado, obediente e amável, o Lab se dá bem com crianças, outros cães e animais de estimação. Ele pode ser um tranquilo cão dentro de casa, um brincalhão no quintal e um intenso cão do campo, tudo no mesmo dia. Ele tem muita vontade de agradar, adora aprender e se supera em obediência. É uma raça forte, que gosta de nadar e buscar coisas. Ele precisa de desafios diários para se manter ocupado. Um Lab entediado pode se meter em encrencas, como destruir tudo o que estiver na sua frente.


Cuidados com o Labrador

Labradores são cães ativos e sociáveis. Ele precisa de exercícios diários, de preferência nadando e buscando. Labradores adoram água! Donos de um Labrador que tenham piscina devem manter uma área separada só para ele, ou se preparar para dividir a piscina com o cachorro. Seu pelo é impermeável, não molha facilmente e precisa ser escovado para remover pelos mortos. Labradores são mais felizes vivendo dentro de casa com sua família.


Saúde do Labrador

Principais Preocupações: CHD, torção gástrica, nanismo com displasia retinal, distrofia muscular, displasia do cotovelo
Preocupações Menores: catarata, OCD, CPRA, dermatite piotraumática
Vistos Ocasionalmente: diabetes, entrópio, distiquíase
Exames sugeridos: quadril, cotovelos, olhos
Expectativa de Vida: 10-12 anos


Cães semelhantes ao Labrador

Chesapeake Bay Retriever
Retriever de Pelo Encaracolado
Golden Retriever
Retriever de Pelo Liso

Cães e crianças: parte 2 – Como apresentar sem traumas


caoecrianca2 724x1024 Cães e crianças: parte 2   Como apresentar sem traumas
No último texto, falamos sobre os benefícios que a convivência entre cães e crianças pode trazer para ambos. E, para garantir cães e crianças tenham uma convivência saudável e tranquila desde o primeiro contato, há mais algumas dicas a serem seguidas por pais e familiares.
Se for um bebê
Se for o caso do primeiro contato do cão com o bebê da casa, que está vindo da maternidade, é recomendado que alguém da família leve para o cachorro (antes de mamãe e nenê chegarem em casa) algum pano já usado pelo bebê, para que o cão comece a se acostumar com o cheiro dele. É preciso deixar o cão farejar o objeto e, quando ele fizer isso, falar o nome da criança e recompensá-lo com algo bem gostoso! Para que a associação seja ainda mais positiva, o ideal é que o pano seja colocado também embaixo do pote de comida! Assim, o cão, com seu olfato apuradíssimo, já estará associando o bebê com coisas positivas.
No dia da chegada, o ideal é que a não mãe entre em casa sem o bebê no colo. Outra pessoa deve fazê-lo, já que o peludo estará há dias sem vê-la e certamente estará ansioso por interação com ela. Depois do contato inicial, quando o cão estiver calmo e tranquilo, podemos apresentá-lo ao bebê. Isto pode ocorrer no mesmo dia, alguns dias depois, tudo dependendo da segurança que as pessoas da casa vão sentir em relação ao sucesso da apresentação. É recomendável a utilização de guia, para que todos se sintam melhor.
Quando já instalada a rotina com o bebê na casa, é necessário prestar atenção a um detalhe muitas vezes esquecido: a presença do bebê no mesmo ambiente que o cão deve sempre ser associada a coisas positivas! Assim, quando ambos estiverem no mesmo local, o cão deve ser elogiado, deve ganhar brinquedos e petiscos gostosos. Quando o bebê não está por perto, a atenção deve ser mínima, para que o peludo não relacione a presença da criança com falta de atenção, gestos bruscos ou afastamento. Em geral, os pais costumam fazer exatamente o contrário...
Seguindo essas dicas, certamente a vinda do bebê, momento de muita alegria, será pleno para toda a família, inclusive para o cão!
Quando se trata de crianças maiores
Já quando vamos apresentar uma criança mais velha a um cão, os princípios devem ser os mesmos: para que as interações sejam boas para ambos, vale a regra do reforço positivo, ou seja, tudo deve ser associado a coisas boas!
A criança deve ser alertada quanto ao fato do cão não ser um brinquedo, mas sim um ser vivo que sente dor e medo. Desta forma, evitamos que a criança tente puxar orelhas, dar tapinhas, etc – atos que podem assustar ou machucar o cachorro.
Se o cão já for treinado em comandos de obediência, será bem tranquilo aproximar a criança de forma positiva: basta pedir um SENTA e, assim que o peludo obedecer, deixar a criança dar-lhe a recompensa!
Para cães brincalhões, a interação será ainda mais prazerosa: a criança pode jogar uma bolinha para o cão buscar e este perceberá o quanto aquela “mini pessoa” é divertida!
É importante observar as reações do animal e sempre que ele se mostrar alegre, tranquilo e receptivo à presença da criança, deverá ser prontamente incentivado e muito recompensado!
Por outro lado, se o cachorro for agressivo, ou tiver histórico de agressão, é muito importante que este tipo de aproximação seja feito com o auxílio de um profissional especialista em comportamento canino.
Assim, com cuidado, atenção, persistência e paciência, é possível garantir a todos – bebês, crianças e cães – momentos deliciosos durante a tenra infância, além de permitir à criança que cresça convivendo com um animal de outra espécie, o que é absolutamente saudável do ponto de vista emocional!
Atenção: cães e bebês/crianças pequenas nunca devem ser deixados sozinhos sem supervisão, mesmo que o cão seja dócil e tranquilo. A curiosidade dos peludos e/ou das crianças, pode acabar em acidente.
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Cachorros mais velhos, fazendo xixi no lugar errado??


8ABR
Durante essa semana, recebemos um e-mail de uma cliente que está tendo problemas com seu animalzinho, ele não estava fazendo xixi e cocô no lugar certo. Sabemos que não é uma tarefa fácil mais ainda quando não é mais um filhote! Então estamos passando a dica para vocês também!!!
Alguns conselhos sobre como lidar com esta situação, segundo a adestradora Maíce Costa Carvalho:
Este treinamento será trabalhoso. Isto porque sua cachorrinha já elegeu lugares onde faz xixi e cocô, e provavelmente você não concordou com os locais que ela escolheu; e ela já tem controle urinário. Para resolver este problema você pode comprar um repelente de cães (interno se for dentro de casa, ou externo se for no quintal) e passar no local onde ela costuma fazer o xixi e o cocô. Este repelente tem um cheiro ruim, o que fará com que ele não chegue perto deste local.
O mais fácil, e eficiente, nestes casos é ensinar o seu cão a começar a fazer xixi e cocô na rua. Neste caso, você terá que sair com o seu pet na rua várias vezes por dia no começo, podendo diminuir o número de vezes diárias conforme os dias forem passando. O mais indicado para o começo do treinamento é sair logo que ele acordar, depois das refeições, depois de beber água, e antes de dormir. Tome também o cuidado de não deixar ração à disposição dela o dia inteiro, pois isso pode fazer com que o funcionamento do intestino fique muito desregulado.
Saia com seu cachorrinho na rua até que ele comece a fazer xixi. Então faça muita festa, e dê um biscoito enquanto estiver fazendo o xixi. Isto fará com que ele saiba que fazer xixi na rua é bom!  Deixa você feliz, ao contrário de quando ele faz no seu tapete.
Se você respeitar os horários indicados para sair com seu cachorro na rua, é provável que ele faça cocô também.  Neste caso também faça muitos elogios e dê um petisco enquanto estiver fazendo cocô. Depois recolha o cocô, com um saquinho e jogue-o na lata de lixo mais próxima.  Lembre-se: calçada não é banheiro de cachorro! Nada mais chato do que pisar em cocô de cachorro na rua!
É importante salientar que seu cãozinho pode levar algum tempo entre a vontade de fazer xixi, e a de fazer cocô, portanto não tenha pressa!  Comece este treinamento quando você tiver bastante tempo para dedicar a seu cão. Conforme os dias forem passando, já irá associar a saída para a rua, ao xixi e ao cocô, e este tempo ficará cada vez menor.
Este treinamento deve ser feitos com a maior freqüência possível. Fazer uma ou duas vezes e desistir é o mesmo que não fazer nada. Vai exigir de você também, pelo menos inicialmente, uma vigilância constante. Por esta razão, quando você não puder ficar de olho no seu animalzinho, deixe-o restrito a uma área da sua casa (ou apartamento)  que englobe o banheiro dele. Em apartamentos, o melhor é deixá-la restrito à área de serviço e, se for preciso, forre toda a área com bastante jornal ou tapete higiênicos. Com o tempo, vá colocando jornal ou tapete higiênicos numa área cada vez menor.  Outra opção que tem se mostrado muito eficiente é o uso de fraldas higiênicas no período em que você ficar fora de casa.
Alguns filhotes fazem xixi quando os donos chegam em casa, por ficarem muito excitados. O melhor nestes casos é ignorar o filhote até que ele se acalme, então dê atenção a ele;
Cães muito submissos fazem xixi ao se sentirem intimidados pelos donos, ou mesmo por estranhos.  O melhor neste caso é tratar do filhote com muita delicadeza, para que ele não se sinta intimidado. Brigar com ele só piora as coisas;
Bom, esperamos que você consiga refletir um pouco sobre isso! Nos conte depois o resultado!! Queremos saber!!!

domingo, 13 de janeiro de 2013

Como lidar com cães que fazem xixi na própria caminha


Este é um problema que, normalmente, deixa os proprietários decepcionados, já que eles se preocupam em oferecer maior conforto ao seu cãozinho e quando menos percebem, a caminha está toda molhada e cheirando a xixi!
E por que os cães têm este tipo de comportamento?
Há inúmeras causas que podem levar o cão a fazer xixi em locais inapropriados, mas antes de tentar detectar, devemos primeiro nos certificar que estamos seguindo todos os passos para um treinamento correto:
• O banheirinho deve ser um local de fácil acesso, porém reservado. O ideal é ter um “cantinho”: ao invés de colocar no meio da sala, deixá-lo na varanda, ou ao invés da cozinha a lavanderia;
• Ter alguns locais espalhados pela casa: os cães, por serem animaissociais, não gostam muito de se afastar das pessoas e do seu grupo, por isso é interessante oferecer mais de uma opção de banheiro;
• Posição da comida, água e cama: esses três itens devem ficar sempre no lado oposto ao do banheiro, portanto, procure não restringir seu cão em uma área muito pequena;
• Recompensa, reforço positivo: nunca deixe de recompensar o seu cão sempre que o vir fazendo as necessidades no local correto (mesmo que ele já tenha aprendido), pois ele se sentirá mais motivado a acertar mais vezes.
Caso todos esses passos tenham sido seguidos e mesmo assim o seu cão insiste em fazer xixi na própria cama, há uma grande chance de que ele esteja agindo dessa maneira para se refrescar. Isso mesmo, alguns cães sentem muito calor (ainda mais com essas caminhas fofinhas) e fazem o xixi para molhá-las e deixá-las mais frescas.
E como resolver?
É possível deixar o ambiente mais fresco com um ventilador e se possível, fazer o treino da caixa de transporte, pois dentro delas dificilmente os cães fazem suas necessidades. Outra tentativa é espalhar petiscos por toda a caminha, para mudar a associação do cão (como um esconderijo de petiscos).
De qualquer maneira, é importante solicitar a orientação de um profissional, para que seja possível analisar cada caso e oferecer uma solução mais apropriada.
É importante também fazer consultas regulares ao veterinário, pois alguns cães podem apresentar problemas como incontinência urinária, entre outros.

sábado, 12 de janeiro de 2013

O que esperar do adestramento?


Um cão adestrado é, com certeza, mais feliz do que aquele que não aprendeu os princípios básicos de obediência. Por saber se comportar, ele terá menos restrições na convivência com pessoas e com outros animais. A família ganha um companheiro para todas as atividades do dia-a-dia, sabendo que ele vai ser agradável com uma visita e até paciente para esperar seu dono do lado de fora de uma loja.
O que o cão pode aprender
O Adestramento Inteligente possibilita a redução do medo e da agressividade do cão, além de desenvolver melhor suas capacidades físicas e mentais. A Cão Cidadão propõe o treinamento dividido em duas partes: a educação e os comandos. Na primeira, que tem como objetivo melhorar o comportamento do animal, ele irá aprender a:
  • Não pular nas pessoas
  • Não latir ou chorar para chamar atenção
  • Não puxar a guia
  • Não brincar de forma bruta
  • Não pegar comida do chão
  • Tornar-se sociável
  • Respeitar a palavra “não”
  • Deixar ser examinado
  • Deixar colocar a coleira
Já os comandos básicos, que normalmente são aprendidos pelo cão em um prazo de três a quatro meses, são os seguintes:
  • Sentar
  • Deitar
  • Dar a pata
  • Dar a outra pata
  • Ficar
  • Vir quando chamado
  • Andar junto
E, à medida que o adestramento evoluiu, ele também pode aprender a:
  • Cumprimentar
  • Fingir de morto
  • Rolar
  • Buscar objetos
  • Saltar
  • Rastejar

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Mantenha recompensas em locais estratégicos

Petiscos e brinquedos devem estar sempre por perto, espalhados pela casa. Se você deixar essas recompensas apenas na área de serviço, por exemplo, o cão pode responder super bem nesse local e ignorar os comandos no restante da casa.




Elogie seu cão


Pense no petisco como algo além de um alimento. Assim como o brinquedo, a comida ou o passeio, o petisco é um prêmio por ele ter sido obediente. Elogie o cão ao dar o petisco e ao ato dele comer. Com o tempo ele saberá que receber o petisco marca uma aprovação de seus donos e assim a recompensa terá um valor cada vez maior.


Integre o adestramento no dia-a-dia


É importante integrar os comandos no convívio com o seu cão e exercitá-los ao longo do dia. Por exemplo, sempre que você for fazer carinho, peça para ele sentar, deitar, dar a pata etc. Se você reservar apenas 20 minutos do dia para praticar o adestramento, seu cão pode aprender a obedecer somente durante esse tempo.


Erros mais comuns


 Não use a palavra “não” a toda hora.
• Evite dar “bronca” nos momentos em que o cão tiver dificuldades em relacioná-la ao comportamento errado que se quer coibir. Sem a certeza do motivo, o cão irá apenas se acostumar à “bronca”.
• Muitas vezes, ao fazer algo errado, o cão está apenas querendo chamar a atenção. Cair nessa “armadilha” (por exemplo, correr atrás do animal para retirar um retirar um objeto de sua boca) reforçará esse comportamento.
• Usar violência física como punição é um erro grave que levará o cão a desenvolver distúrbios comportamentais, como medo excessivo e/ou agressividade. Além disso, depois de estabelecida essa prática, tornam-se remotas as possibilidades de reversões futuras no quadro comportamental.
• Se, no entanto, a punição for inevitável, é imprescindível escolher o momento exato em que deve ocorrer. A melhor ocasião será durante a “intenção”, antes de o comportamento errado acontecer; ou ainda quando o comportamento errado está acontecendo, sendo ideal torná-lo desagradável ou sem graça. Depois de o comportamento errado ter terminado, a punição fica sem sentido. A melhor estratégia será então tentar provocar a mesma situação novamente para, aí sim, aplicar a punição.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

vacina contra carapato


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Vacina livraria cães da “doença do carrapato”, que pode ser letal
Foto: Reprodução
Vacina livraria cães da “doença do carrapato”, que pode ser letal Reprodução
Uma descoberta acidental pode salvar a vida de cães em todo o mundo. Durante testes para o estudo de bactérias em animais, pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém conseguiram desenvolver uma vacina contra a erliquiose monocíclica canina, a chamada “doença do carrapato”, uma das enfermidades mais comuns, contagiosas, dolorosas e fatais para cachorros. A doença leva cães a sofrerem com coceiras, febre, falta de apetite, sangramento pelo nariz e fraqueza, além de causar morte em casos mais graves. Ela também afeta raposas, lobos e outros canídeos, além de gatos e até mesmo humanos, mesmo que com mais raridade.
A novidade foi revelada quando uma equipe da Escola de Veterinária Koret, em Rehovot (Sul de Israel), ligada à Universidade Hebraica, desenvolvia projetos a partir de bactérias relacionadas a cães. Em certo momento, os pesquisadores perceberam que uma das bactérias, aEhrlichia canis, que causa a erliquiose monocíclica canina, estava reagindo de forma estranha.
— Estávamos lidando com outra pesquisa quando notamos que a bateria que estávamos usando experimentava mudanças, estava enfraquecendo. Esse foi o momento em que eu e meu colega, o professor Gad Baneth, decidimos checar se essa tendência poderia ser usada como vacina — conta Shimon Harrus, da Escola de Veterinária Koret. — A pesquisa provou que estávamos certos.
A vacina se mostrou efetiva num estudo experimental cujos resultados foram publicados na edição de dezembro da “Vaccine”. Ela foi desenvolvida a partir de um tipo de vírus atenuado da Ehrlichia canis. Doze cães foram divididos em três grupos. Quatro foram vacinados duas vezes com o vírus atenuado, quatro foram inoculados apenas uma vez e os outros quatro serviram de grupo de controle. Os cachorros vacinados não mostraram nenhum sinal da doença depois de serem inoculados e nem sofreram com efeitos colaterais. Depois, todos os cães foram posteriormente infectados com o tipo mais grave do vírus. O grupo de controle desenvolveu a doença de maneira severa. Quanto aos oito cães vacinados, só três apresentaram uma febre baixa. Os outros cinco animais permaneceram saudáveis.
Até hoje, a única forma de evitar que cachorros contraíssem a doença era mantê-los distantes de carrapatos, tratá-los com carrapaticida ou limpá-los constantemente — o que é muito difícil, já que cada carrapato coloca nada menos do que quatro mil ovos.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/criada-em-israel-vacina-contra-doenca-do-carrapato-7220764#ixzz2HZF8p5Lf
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