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Bem vindo ao Personal Dog o lugar certo para você educar o seu cão! aqui educamos seu cão através do carinho e do amor. Criamos esse blog para que você conheça um pouquinho do nosso serviço e para você cliente que já deixa seu cãozinho com a gente ver o dia a dia do seu mascote...
Oferecemos, hospedagem canina, banho, passeios e bricadeiras, deixando seu cão forte e educado.
Venho nos conhecer.

domingo, 4 de agosto de 2013

por que tosar seu cahorro

por que tosar seu cahorro







Por muito tempo a tosa foi considerada um hábito meramente estético. No entanto, ela é um excelente instrumento para manter uma higiene perfeita da pele e da pelagem do cão.

A tosa é um processo que abrange etapas bem definidas:
Escovação
Limpeza de ouvidos
Corte de unhas
Banho
Secagem
Últimos cuidados.

Qualquer cão de pêlo médio a longo pode ser levado a um profissional de tosa para receber estes cuidados. Porém, existem pets que devem receber a tosa definida em seus padrões de raça.
Algumas destas raças são:
Airedale Terrier
Bichon Frisé
Bouvier de Flandres
Cocker Spaniel Inglês
Cocker Americano
Fox Terrier Pêlo Duro
Poodle
Schnauzers
Scottish Terrier
West Highland White Terrier
Yorkshire Terrier

Criação de cachorros

Criação de cachorros

ABC da criação de cães
Quantas vezes não desejamos cruzar a nossa cadela. Algumas vezes para ter descendência dos nossos amigos de quatro patas, outras para ganhar uns tostões. É uma cena repetida muito frequentemente e que acaba por se traduzir num cenário conhecido. Um dono em pânico e uma cadela em sofrimento. Se por vezes essa atitude é devida à inexperiência, amiúde é consequência de falta de informação e acompanhamento especializado.

Os resultados podem ser muitos mas pode implicar desde a perda da ninhada ou da cadela. O meio melhor de evitar ou se preparar para estas situações é ser um proprietário informado antes de criar cruzar os seus cães.


No veterinário


Antes de decidir cruzar o seu cão, uma visita ao seu veterinário é essencial. Assim pode assegurar-se de que o seu cão está em saúde excelente, com as vacinas em dia e livre de parasitas externos e internos. Discuta uma dieta adequada para a gravidez, pois certos requisitos nutricionais aumentarão. Se tem um cachorro de raça, esteja seguro de discutir qualquer possíveis problemas hereditários , porque cada raça tem uma tendência a desenvolver certas doenças ou condições. O seu veterinário pode informar de que problemas são comuns entre sua raça específica e se seu cão é um bom candidato ao cruzamento. O temperamento é importante. Animais tímidos ou agressivos, ansiosos ou nervosos frequentemente fazem pais pobres e passam estas características aos seus filhotes.
Durante a gravidez deverá ainda efectuar um diagnóstico de gestação.

O parceiro correcto


O companheiro direito para a sua cadela deve ser feito cuidadosamente e com consideração. Escolha um companheiro que complemente o seu animal . Um criador experiente frequentemente pode ser útil em mostrar-lhe as qualidades e defeitos do seu animal. Todas as raças têm um estalão da mesma que deverá conhecer de forma a avaliar o parceiro de cruza.

Ciclo Reprodutivo


O seu veterinário pode explicar em detalhe o ciclo reprodutivo da sua cadela caso não o conheça. Isto é essencial para tratar bem a cadela durante a gravidez. Uma cadela torna-se fértil aproximadamente duas vezes por ano. O cruzamento deverá ser feito nestes ciclos na altura mais propicia em que a cadela aceita o cão.. No caso de algumas raças como o Buldogue Inglês poderá ser necessário recorrer a inseminação artificial. O período de gestação, é de 58 a 63 dias a contar do dia do cruzamento.

O trabalho de parto


Durante as primeiras semanas de gravidez provavelmente não notará quaisquer diferenças notáveis em comportamento. Como a aproximação do parto a sua cadela pode tornar-se inquieta e começar a fazer o ninho e a desejar isolamento e tranquilidade. Com a aproximação do parto, segue-se uma queda natural na temperatura do corpo. Com o inicio do parto a cadela activamente contrai os músculos do abdómen e útero para ajudar a empurrar os cachorrinhos para a frente. Às vezes um fluido sai antes do cachorrinho. Estes são as membranas da placenta. Pode ter de ajudar a sua cadela a rasgar as placentas quando os filhotes estão cá fora. Não se admire de ela as comer. Se a sua cadela estiver mais de uma hora sem que saia um cachorro é altura de telefonar ao seu veterinário.

Seja previdente


Todos esperamos um trabalho fácil e entrega com um ninhada linda de animais saudáveis como resultado. Mas se espera o melhor você também deve ser preparado para o pior. Uma cesariana é frequentemente necessária e regularmente antecipada em certas raças, tal como o buldogue inglês, como referido anteriormente Nem todas as crias sobrevivem; algum estão com defeitos de nascimento. E contrariamente à crença popular, nem todas as cadelas são "mães naturais." Algumas simplesmente rejeitam a ninhada pelo que deverá estar pronto para dormir por turnos durante 6 semanas com recurso a leite de substituição.

Além dos filhotes deve tomar cuidado com a mãe. A alimentação indicada para o aleitamento deve ser mantida rigorosamente e deve verificar se surgem feridas nas mamas derivadas do aleitamento. Informe-se sobre o risco de eclampsia no caso de ter uma cadela de pequenas dimensões.

Economicamente falando


Para o final deixo o que deveria ser considerado no inicio. As considerações económicas. Se está a pensar em ser criador profissional deverá saber exactamente qual o percurso que deseja e estar ciente dos investimentos avultados que terá de fazer em instalações, veterinários, animais e aprendizagem. È um percurso acidentado e muitas vezes ingrato num país sufocado por excesso de oferta de raças da moda criadas unicamente por considerações mercantilistas. O Criador responsável não tira um grande lucro de seus cães pois não se dá a economias para aperfeiçoar a raça.

Caso crie para ter um descendente de seu cão ou cadela, tenha algum dinheiro de parte para eventuais complicações no parto e ter os suplementos necessário para a mãe e seus filhotes e não se esqueça de começar a procurar donos para a ninhada antes mesmo de eles nascerem..

Bom trabalho.

sábado, 6 de julho de 2013

NATUREZA – Cachorro salva ´amigos`

Um cachorro muito solidário não pensou duas vezes ao avistar dois cães que estavam em uma canoa à deriva. A cena foi registrada em um rio dos EUA.
Ao ver os "amigos" em apuros, o labrador Robbie pula na água para tentar levá-los à margem do rio.
O bichinho consegue nadar contra a corrente até a canoa e com uma corda amarrada na boca, arrasta o bote sem nenhuma dificuldade.
As imagens foram postadas nas redes sociais e já tiveram mais de 50 mil visualizações.

Como fazer uma caminha com o cheirinho do dono

Olhem que bacana!!!!!
:D
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Os designers do escritório japonês Torafu Architects analisaram os comportamentos de um cachorro da raça Jack Russell Terrier e perceberam que o seu local favorito para uma soneca era onde estavam as roupas do seu dono. Tudo por causa do cheiro que exalavam e o faziam se sentir bem. Foi aí que surgiu a ideia daWanmock, uma espécie de rede que utiliza como tecido as próprias roupas velhas dos donos. Fonte: Pense Imóveis
A ideia é fantastica. De fato, pode estar o sofá inteiro desponível, mas eles tem que deitar bem onde deixamos o casaco, kkkk. Mas acho que funcionaria melhor com gatos invés de cães, por causa do peso. Aliás, a armação servia também como um arranhador com certeza!!!! Quem estiver acostumado a mexer com marcenaria pode até se arriscar a fazer um desses!!
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fonte Dicas para gateiros

Pets também sentem tédio

tédio é um sentimento que nos deixa inquietos e ansiosos por algum acontecimento; algo que nos tire da rotina ou de uma situação maçante. Novas pesquisas indicam que os animais também sofrem desse mesmo problema.
O estudo foi feito pela Universidade de Guelph, no Canadá, com animais em cativeiro, estando metade deles numa jaula “chata” e a outra metade em uma jaula que tinha acesso a outra maior, com brinquedos e outros tipos de estímulos. Nesse estudo, foi percebido que os bichinhos da jaula chata ficavam nervosos, inquietos e reagiam com qualquer tipo de coisa que era dada a eles, mesmo que não fosse algo tão bom. Eles também comiam mais, mesmo quando estavam sem fome, e dormiam menos do que os bichos que tiveram ações durante o dia; sinais estes de estresse, concluiu a pesquisa.
O estudo serve para mostrar a importância de fazer atividades com seus animaizinhos, seja uma brincadeira caseira ou um passeio no parque. O importante é manter seu animal com corpo e a mente sadios, certo, PetLovers? Por isso, sempre que puder, encha seu pet de atenção, brinque muito com ele, leve-o para passear e não esqueça de dar brinquedinhos do Meu Amigo Pet para ele se divertir muito, mesmo quando você não estiver por perto.

ALERTA PARA TODOS QUE AMAM SEUS ANIMAIS E CRIAM DENTRO DE SUAS CASAS:

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ALERTA PARA TODOS QUE AMAM SEUS ANIMAIS E CRIAM DENTRO DE SUAS CASAS:
Resolvi postar o que aconteceu aqui em casa com nossa cadelinha, uma filhote de Golden Retriever de 06 meses chamada Melody, a fim de servir como alerta a todos que tem seus bichinhos dentro de casa e acham que eles estão 100% protegidos.
Nunca imaginei que um puxador de gaveta fosse uma arma tão perigosa!!!
O fato ocorreu no último dia 16/02. Chegamos em casa depois de três horas ausente e como sempre fomos recebidos com muita festa pela nossa cadelinha. Uma alegria contagiante. E sem nem mesmo ter tempo para trocar de roupa, ficamos na frente da casa brincando com ela. Até que pedi para ela buscar a bolinha, pois ela adora brincar de buscar, a mesma estava dentro de casa. Então ela foi toda desesperada, saltitante, daquele jeito que vocês sabem muito bem.
Quando ela estava voltando, veio correndo pela cozinha e só escutamos seu grito de dor e seu choro desesperador. O grito dela foi tão intenso, que até os vizinhos, que já a conhecem, vieram correndo para saber o que havia acontecido.
Meu marido e eu saímos correndo para ver o que havia ocorrido e a bichinha chorava tanto, ela veio se encolhendo em nossa direção, até que meu marido viu um corte no lado direito dela. Antes fosse só um corte… O que aconteceu, foi que ela veio correndo, escorregou no piso da cozinha e bateu no puxador de uma das gavetas do armário da cozinha. Seus 22 kg acabaram favorecendo para que o acidente fosse mais grave. Ela ficou agarrada, sua pele arrancada inteira, víamos abaixo da pele. Um desespero!
Meu marido a pegou no colo e saímos correndo em direção ao veterinário. Que chegando lá, o mesmo identificou que o caso era mais grave do que parecia. Foi preciso sedá-la para suturar, aplicar medicamentos. Ela levou +/- 15 pontos.
Voltamos ao veterinário no dia 18/02 para ele analisar o andamento do machucado e o doutor disse que estava tudo bem. Porém quando retornamos no dia 23/02 para a retirada dos pontos, tivemos mais uma surpresa desagradável. Aquilo que meu marido e eu passamos a semana inteira achando que estava “sequinho”, na verdade era a pele que havia necrosado. Isso mesmo, a pele que sobrou acima dos pontos estava necrosada. Então, foi preciso cortar e raspar toda essa pele morta. Sendo assim, o corte precisou ficar aberto. Pois não haveria a possibilidade de dar novos pontos em cima dos que já estavam. Desde esse dia, a opção foi esperar a cicatrização de dentro para fora, esperar a pele se regenerar aos poucos. Eu estou de vigilante da Melody desde então, pois não posso deixá-la coçar nem lamber.
Tivemos muita sorte em poder contar com uma equipe de veterinários tão atenciosos e competentes na Preserve Clínica Veterinária aqui pertinho da nossa casa em Duque de Caxias/RJ.
Vocês não tem noção da dor que minha bichinha sofreu. Até hoje ainda não saiu da minha mente aquele grito e aquele choro de dor que ela deu. Nós fizemos tudo que podíamos, agimos exatamente como se deve, socorremos, estamos dando toda a assistência que ela merece. Como ainda não temos filhos, ela é como se fosse nossa filha, paparicamos ao máximo, ela dorme no quarto com a gente, é ela quem manda na casa e assistir a sua dor e seu sofrimento não foi nada fácil. Meu marido e eu choramos muito e ficamos muito mal com esse acontecimento, por isso resolvi compartilhar com vocês. Pois eu nunca imaginei que um puxador de gaveta causasse tanto estrago, pudesse causar um acidente tão grave (observem as fotos).
Após este acontecimento, retiramos todos os puxadores existentes dentro da nossa casa e todas as coisas que podem causar acidentes. Fizemos uma fiscalização na casa inteira e tudo que consideramos perigoso retiramos para que não aconteça nunca mais nada parecido com isso com nossa filhinha de quatro patas.
Bom, hoje a Melody encontra-se muito bem de saúde, voltou a ficar serelepe, recuperou seu peso, mas ainda expira cuidados devido a ferida ainda não estar totalmente cicatrizada. Ela continua fazendo uso de antibiótico (Lexin) e um spray (Neodexa) muito bom que está ajudando na cicatrização do corte.
Bom pessoal é isso! Achei importante compartilhar esse acontecimento com vocês, pois só nós que amamos nossos filhos de quatro patas sabemos da importância de cuidados e de muito amor com eles.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Maltratar animal pode dar multa de até R$ 58 mil – S.P

Garoto autista fica mais falante e feliz após adotar cachorra resgatada

Foi preciso apenas uma amizade verdadeira para o menino Johnny, que é autista, deixar de viver em seu mundo e encontrar alegria na companhia da família e de Xena, sua cachorra. Para Xena, foi a chance de deixar para trás um começo de vida muito difícil: a cachorrinha foi adotada depois de ser abandonada à beira da morte. Um final feliz que você lê aqui:

Antes de encontrar a cachorra Xena, Jonny passava horas jogando bolinhas de gude sozinho
Um garoto de oito anos que sofre de autismo se transformou de um garoto “dolorosamente estranho e isolado” em um menino tagarela graças à sua amada cachorra resgatada. Em apenas dois meses, a cachorra mix Staffordshire terrier fez de Jonny Hickey “a criança mais feliz desde que eu o conheço”, disse sua mãe, Linda, ao Daily Mail.
Jonny, que vive na Geórgia, nos Estados Unidos, mal falava antes de encontrar Xena. Ele passava horas jogando bolinhas de gude sozinho e morria de medo de novas experiências. Os dois desenvolveram uma relação especial desde que se encontraram, dois meses atrás, quando a família adotou a cachorrinha. Desde então, Jonny se transformou em um menino carinhoso e feliz, que considera Xena sua melhor amiga.
Um vídeo com os dois mostra Jonny cantando You’ve got a friend in me (música de Randy Newman etema de ‘Toy Story”) com Xena em seu colo. Em outro, o menino diz que ele e Xena formam um time mais que perfeito e beija a cabeça da cachorrinha.
Mãe de dois filhos, Linda Hickey, de 44 anos, disse em uma entrevista ao Today.com: “Estes dois estavam destinados a ficar juntos, a salvar um ao outro em um nível que os humanos simplesmente não conseguem entender”.
“Desde o primeiro dia, a cachorra sentou-se no colo dele no banco do carro, e tem lhe dado todos esses beijos. E é ali que ela tem ficado desde então”, disse Linda.
A professora disse que seu filho agora não para de conversar, falando a ela sobre como foi seu dia na escola.
Xena foi levada para um abrigo de animais na Georgia no fim de 2012, depois de ter desmaiado no quintal de uma pessoa. A cachorra de quatro meses estava esquelética e com cicatrizes, após ter sido jogada numa gaiola.
A equipe do abrigo DEKalb County Animal Services, na Geórgia, disse que Xena chegou pesando por volta de 1,8 kg e num estado muito próximo da morte, de acordo com o Today.com.
Chrissy kaczynski, do abrigo, disse que em 12 anos de trabalho com cachorros resgatados, Xena é um dos piores casos que já presenciou. A filhote rapidamente se recuperou e ganhou o apelido de Xena, a guerreira.
A mãe de Jonny achou a cachorra numa página do Facebook e foi pegá-la em um evento para angariar fundos para o abrigo, em novembro último. Ela diz que a conexão entre seu filho e Xena foi instantânea.
“Estávamos lá literalmente havia apenas quatro minutos quando Xena correu rapidamente na direção de Jonny e do meu marido. Eu já amei aquela cachorra na hora e, depois de conhecê-la, eu realmente confirmei este amor”.
Pesquisas sobre os efeitos de crianças com autismo e a companhia de animais têm mostrado que eles são mais propensos a rir e a falar na presença de animais que na de brinquedos.
Cães do Serviço de Autismo da América que possuem treinamento especial proporcionam um efeito calmante nas crianças. A mãe de Jonny posta regularmente fotos no Facebook de Xena e fez uma série de vídeos de apoio para entidades de prevenção de autismo e crueldade contra animais.
“Meu nome é Jonny e esta é minha cachorrinha, Xena”, ele fala no vídeo, com a cachorra descansando perto dele com a pata em seu colo.
“Bom, minha Xena foi muito machucada por pessoas não muito legais. E eu tenho austismo. Então, eu acho que nós formamos um time mais que perfeito para espalhar que se deve ser bom com os animais e legal com crianças como eu”, disse Jonny.

Ter um animal de estimação é benéfico contra doenças cardíacas

Não só amigo do homem, mas também amigo do coração, os cães são ótimos companheiros fazem bem à saúde.
Lindos, companheiros, dóceis, os animais de estimação tem muito a nos oferecer. Segundo a Associação Americana de Cardiologia (AHA), ter um animal de estimação pode reduzir o risco de doenças cardíacas. As informações foram publicadas na revista Circulation.
Glenn N. Levine, professor do Baylor College of Medicine, em Houston, Texas, e presidente da comissão que redigiu o artigo, disse que os resultados mostraram que o animal de estimação está associado não só à redução de riscos de doenças cardíacas, mas com o aumento da sobrevida dos pacientes. " Possuir animais de estimação está definitivamente relacionado com menores níveis de pressão arterial e colesterol, e uma menor incidência de obesidade."
animais fazem bem ao coraçãoNo estudo, foram analisados mais de 5.2 mil adultos donos de cães, que tinham mais propensão em praticar caminhadas do que os integrantes que não tinham cães. Os resultados mostraram, ainda, que 54% dos participantes que eram donos de cães estavam dentro do nível recomendado de atividade física.
"Em essência, os dados sugerem que provavelmente há uma associação entre a posse de animais e diminuição do risco cardiovascular. O que é menos claro é se o ato de adotar ou adquirir um animal de estimação pode levar a uma redução no risco cardiovascular em pacientes com doença pré-existente," afirma Levine, sobre as reações do corpo ao stress.
Os pesquisadores alertam que os resultados, apesar de importantes, ainda precisam ser estudados em profundidade. " Pode ser simplesmente que as pessoas mais saudáveis são os que têm animais de estimação, e não que ter um animal de estimação, na verdade, leva a ou provoca redução no risco cardiovascular. Ainda precisamos responder estas perguntas," completa Levine.
Com informações de: I Saúde

Brasileiro gasta R$ 350 ao mês em cuidados com animais de estimação

O brasileiro gasta cerca de R$ 350 ao mês em cuidados com animais de estimação, segundo revela pesquisa realizada pela Anfalpet (Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação).
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De acordo com o estudo, no ano passado, o faturamento do mercado pet foi de R$ 12,5 bilhões, o sexto maior do mundo, sendo que a demanda de alimentos do setor foi de 4,5 milhões de toneladas, com volume de produção de 1,83 milhão de toneladas.
Os números mostram que o Brasil está cada vez mais autossuficiente na produção de alimentos para animais domésticos, visto que os números de importação estão caindo, passando de 13 milhões de toneladas registradas em 1998 para 4,2 milhões em 2010.
Animais de estimação
Ainda conforme a Associação, o Brasil possui cerca de 98 milhões de animais de estimação, o que faz do País o quarto colocado em população total de animais de estimação.
Confira abaixo os números do merecado pet no Brasil, de acordo com a Anfalpet:
- 98 milhões de animais de estimação
- 2º maior do mundo em população de cães e gatos
- 4º maior do mundo em população total de animais de estimação
- Faturamento de R$ 12,5 bilhões em 2011
- 3 milhões de toneladas de pet food/ano
- 25.000 pet shops.

Um terapeuta em casa

autismo é uma disfunção que afeta a capacidade de comunicação e de interação social do
Apesar da evolução da medicina, ainda não se conhece a causa do problema, mas os pais de autistas podem e devem incentivar seus filhos para que tenham o máximo possível de autonomia e independência. E alguns animais já se mostraram grandes aliados nesta luta.
Apesar da evolução da medicina, ainda não se conhece a causa do autismo, mas alguns animais já se mostraram grandes aliados nesta luta.
indivíduo e que apresenta diferentes graus de comprometimento. Apesar da evolução da medicina, ainda não se conhece a causa do problema, mas os pais de autistas podem e devem incentivar seus filhos para que tenham o máximo possível de autonomia e independência. E alguns animais já se mostraram grandes aliados nesta luta.
Do convívio com Luana (e que deu início à Ateac), Daniel conseguiu grandes avanços: ficava mais calmo, demorava menos a dormir e sua auto-estima aumentou. De acordo com Silvia Jansen, fundadora da ONG e mãe e Daniel, esse tipo de melhora é visível em quase todos os autistas que têm acesso à terapiaassistida por animais. “A resposta que se tem com os animais, gradualmente, pode ser estendida á relação com oser humano, em forma de mais confiança e aumento da afetividade”, explica Silvia, referindo-se aos casos em que o comprometimento é menor.
Marisa e a labradora Mel durante atendimento ao Lincoln na Adacamp / Foto Rodrigo Peçanha
Marisa e a labradora Mel durante atendimento ao Lincoln na Adacamp / Foto Rodrigo Peçanha
Os pais de Lincoln Tezuka, que frequenta Adacamp, uma das instituições em Campinas onde o trabalho voluntário da Ateac é permitido, comprovaram a evolução no comportamento do filho. “Sentimos que, no caso do Lincoln, o contato com os cachorros estimula a afetividade, a sensibilidade e o trato dele para com outros animais e também com as pessoas.” O efeito do tratamento foi estendido para casa. “Há algum tempo temos uma cachorrinha. E o Lincoln se diverte bastante, participa dos passeios todos os dias, ajuda quando ela vai tomar banho, etc.”
Famílias com autistas e que pretendem ter um cachorro devem escolher os animais mais dóceis e adestrá-los. “O animal precisa passar por um processo de desensensibilização, em que se acostume, por exemplo, a ser manuseado, a movimentos mais bruscos, para que não estranhe quando a criança vier mexer com ele. Também precisa aprender a não pular”, diz Silvia. Ela afirma que o autista deve participar do processo. “Em geral, mesmo aqueles que têm mais dificuldade aprendem rapidamente com o adestramento, até mais rápido que outras pessoas”.
Os cuidados básicos com a saúde do cão também são fundamentais: vacinas em dia, banhos periódicos e visitas ao veterinário sempre que necessário. Feita a adaptação, é só estimular as brincadeiras e o carinho.
Texto de Fabiana Parajara
Fonte: ATEAC

Ter animais de estimação reduz risco de sofrer de doença cardíaca

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Ter um animal de estimação pode ajudar a reduzir o risco de doença cardíaca. A conclusão é de um grupo de investigadores norte-americanos que fez, para a American Heart Association, a revisão de uma série deestudos anteriores sobre a influência dos animais, em especial dos cães, na saúde e veio, agora, comunicar os seus benefícios, avança o portal Boas Notícias.
De acordo com Glenn N. Levine, professor do Baylor College of Medicine em Houston, nos EUA, e coordenador da equipe que efetuou a revisão, publicada na revista científica Circulation, “ter um animal de estimação, em particular um cão, está, muito provavelmente, relacionado com uma diminuição do risco de doenças cardiovasculares”.
Segundo Levine, as investigações efetuadas até ao momento mostram que os benefícios da presença de um animal na vida dos donos têm, maioritariamente, a ver com a saúde do coração, já que estes tendem a ser mais ativos fisicamente por terem o hábito de passearem os seus cães.
Um estudo baseado em dados de cerca de 5.200 adultos mostrou que aqueles que tinham cães “caminhavam e faziam mais atividade física” do que os que não tinham, apresentando 54% mais probabilidade de cumprir o nível recomendado de atividade física diária.
Além disso, o fato de se ter um animal de estimação apareceu já, também, relacionado com uma tensão arterial mais baixa (porque estes “companheiros” de quatro patas podem ter um efeito positivo em termos da reação do organismo ao stress) e a níveis de colesterol reduzidos, além de uma menor incidência deobesidade.
Especialistas falam na necessidade de mais estudos
Ainda assim, alerta Levine, estes estudos “não são definitivos e não provam, necessariamente, que ter um animal de estimação reduz de imediato o risco de doença cardíaca”. “Também pode acontecer que as pessoas mais saudáveis sejam aquelas que têm animais e não que sejam os animais a causar esta redução”, sublinha.
“Na sua essência, os dados sugerem que há, provavelmente, uma associação entre o fato de se ter um animal de estimação e de existir um menor risco de doença cardiovascular”, esclarece o investigador, que afirma que “ainda é pouco claro se o ato de adotar ou comprar um animal pode levar à redução deste risco em pessoas que já tenham a doença”.
“Vão ser precisas investigações mais aprofundadas e estudos de mais qualidade para dar uma resposta definitiva a esta questão”, conclui Glenn Levine, destacando que, em qualquer dos casos, acrescentar um animal à família é algo que nunca deverá acontecer apenas por se considerar que haverá vantagens para a saúde.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Cães veem os donos como se fossem seus pais

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Que fofura. E como você é o pai, claro, seu cachorro age como se fosse uma criança – mesmo se ele já estiver velhinho.
Foi o que 22 cachorros mostraram numa pesquisa liderada pela veterinária Lisa Horn, da Universidade de Viena, na Áustria. Ela os separou em três grupos: um terço ficaria sem o dono, enquanto os outros estariamacompanhados por eles – só que parte dos donos deveria se manter em silêncio, e outra parte deveriaencorajar os cães a fazer as atividades. E tudo o que os bichinhos precisavam fazer era interagir com alguns brinquedos. Em troca, ganhariam comida.
Os cachorros que estavam com os donos passavam muito mais tempo brincando. Nem a comida servia para motivar os cães ‘abandonados’.
A pesquisadora refez o teste, mas dessa vez os donos foram substituídos por pessoas desconhecidas. Nenhum dos cães mostrou muito interesse pelos brinquedos.
Segundo Horn, os testes são suficientes para provar a existência da “área de segurança”. Ou seja, oscães se sentem mais seguros, confiantes e confortáveis na presença dos donos. Sem eles, tudo parece mais perigoso – e sem graça. E é exatamente o que acontece na relação entre pais e filhos pequenos. “Esta é a primeira evidência da similaridade entre o ‘efeito de base segura’ encontrado na relação dono-cachorro e na criança-pai”, diz a pesquisa.
Pra quem tem um bichinho é fácil perceber isso, não? Quantas vezes você não disse por aí que seucachorro age sempre como se fosse uma criança?

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Crime Ambiental

Maus-tratos a animais também são crime ambiental
O problema de animais em apartamentos sempre foi bastante debatido, seja quanto à proibição de mantê-los nas unidades, ao barulho que produzem ou ao perigo que alguns oferecem aos moradores.
Há outro aspecto a ser abordado, entretanto, pouco discutido, principalmente com relação a cães, que deve ser levantado: trata-se dos maus tratos dispensados a eles.
As pessoas se encantam e compram filhotes de cães, levando-os para os condomínios, sem considerar antes a raça, o quanto vão crescer e a necessidade de correrem, de gastarem as energias.
Não são poucos os moradores de condomínios que viajam nos finais de semana ou trabalham o dia inteiro, deixando de levar em consideração que os cães são animais próprios para a vida em comunidade, totalmente dependentes do homem. Não se acostumam a ficar sozinhos dias ou finais de semana inteiros, na maioria das vezes.
Por essa razão, são frequentes as reclamações de vizinhos sobre latidos e uivos durante todo o dia, ou aos sábados e domingos, porque os animais são deixados sem qualquer companhia e, muitas vezes, sem água nem comida.
Há casos piores, de donos de cachorros que depois do encantamento inicial, maltratam os animais ou livram-se deles, soltando-os nas ruas, longe de casa.
Os síndicos — como representantes legais do condomínio — ao receberem queixas de latidos e uivos de cães, devem procurar saber se estão sendo mantidos sós, trancafiados nas unidades, e se é por isso que fazem tanto barulho.
Nessa hipótese, têm eles o dever de comunicar as autoridades policiais, tanto para proteger os animais, como para coibir o barulho que eles fazem ao serem largados sozinhos, com fome ou com sede.
É importante saber que para isso existe a denominada “Lei de Crimes Ambientais”, a Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Os maus tratos aos animais domésticos, também são considerados crime ambiental.
Essa lei, em seu artigo 32, prevê detenção de três meses a um ano, e multa, para quem “praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”.
Fonte: Consultor Jurídico

terça-feira, 2 de julho de 2013

Adotar Vira-lata

Porque eu adotaria um vira-lata, se posso comprar um cão de raça?
Ninguém está dizendo que você não pode comprar o cãozinho dos seus sonhos, aquele que você viu trabalhando no filme, super-adestrado, inteligente e cheio de graça. É claro que você vai ter de contratar um bom adestrador para deixar o seu filhote igual ao cão-ator (que, muitas das vezes, são vários cães, exatamente iguais, que se revezam na atuação, cada qual fazendo o truque que aprenderam). E, ao comprar um filhote, você terá, pela frente, um ano inteiro de paciência com ele, que estará aprendendo a fazer as necessidades no lugar certo, e afiando os dentinhos nos objetos que têm o cheiro de que ele mais gosta: o seu.
Tem também a questão do desconhecimento das características das diversas raças, e a falta de um assessoramento na hora da compra. Nenhum criador ou lojista vai investigar o perfil da sua família, para ver se combina com o perfil do cão que você está adquirindo. E aí, o filhote tão pequenino e bonitinho, parecendo um brinquedinho de pelúcia, se transforma num São Bernardo gigantesco, ou coisa-que-o-valha, e o sonho se transforma em pesadelo. Aquele bichinho, que dormia na cama, com os donos, e era carregado no colo, vai ser exilado para o fundo do quintal ou – pior – jogado em alguma estrada deserta, bem longe de casa, para nunca mais ser visto.biscoito3

E o nosso vira-lata? Esse, que você pega já adulto, vem no tamanho certo da sua necessidade, sabe tudo o que é preciso para agradar você; compreende, num piscar de olhos, o seu mais recôndito desejo, cumpre as ordens com facilidade, aprende o novo nome rapidamente, e será leal e agradecido até o último de seus dias, por essa oportunidade que você lhe está dando. Em poucos dias de adaptação, você terá um cão-amigo, conhecedor das rotinas da casa, fiel escudeiro, guarda-costas da família e segurança do seu território. Não é enjoado para comer, porque está acostumado a roer pedras e paus, morando na rua, onde desenvolveu habilidades extraordinárias para localizar restinhos de comida velha, muitas vezes incrustada no asfalto, de onde retira as migalhas amassadas pelos pés das pessoas insensíveis que, por eles passam, ou as disputa com as rodas dos carros, muitas vezes sendo por eles atropelados.
Ao levar para casa um destes bichinhos, você vai experimentar um sentimento de amor incondicional por parte dele, e uma sensação de plenitude, de dever-cumprido, pela sua.
Você poderá dizer: “A minha parte, eu fiz!”
Lázaro
Por que adotar um animal adulto e vira-lata??
No momento da adoção de um animal, as pessoas demonstram clara preferência pelos filhotes.
Mas, adotar um cão adulto tem grandes vantagens. Mesmo quem já criou animais, costuma se esquecer da fase de crescimento que sempre é muito trabalhosa e requer uma reserva de paciência que, às vezes, as pessoas já não possuem.
Na adoção de um animal adulto o trabalho é  sempre muito menor, pois ele passará apenas por um período de adaptação à  nova casa. Este período  é  quase sempre muito curto, pois o animal adulto que vem de um abrigo tem muita gratidão pelas pessoas que o recebem em seus lares e demonstrará essa gratidão claramente tornando-se, em muito pouco tempo, um companheiro fidelíssimo, obediente e muito carinhoso.
Além disso, será um guarda como poucos, capaz de defender com a própria vida o seu novo lar e as pessoas que o acolheram.
Ao contrário do que muitos acreditam, o cão adulto, quando adotado, aceita muito facilmente a mudança em sua vida (que sempre será para melhor), torna-se um animal muito alegre que, certamente, será o maior amigo de seu benfeitor.
E por que um Vira-lata?
Mistura de muitas raças, de porte grande, médio ou pequeno, pelagem longa ou curta, pretos, brancos, amarelos, cinza, pintados, tigrados, eis o vira-lata, um cão forte, saudável, amigo.
Hoje chamado sem raça definida, ou seja SRD, o vira-lata é  um cão formidável, que nada fica a dever aos cães de raça pura.
A mistura de raças favorece o fortalecimento desse tipo de animal, ao contrário daqueles de raça que muitas vezes carregam hereditariamente algumas características que os tornam sensíveis a determinados fatores ambientais ou genéticos como propensão a doenças de pele, olhos, alergias etc.
Do ponto de vista do temperamento os vira-latas em geral são cães alegres e sociáveis. Os de porte pequeno são ótimos cães de companhia, os de porte médio ou grande cumprem com galhardia a tarefa de guardiões de propriedades.
Podem ser adestrados tal qual os cães de raça e, como são inteligentes, aprendem com facilidade o que lhes ensinam.
Alguns nasceram em casa, outros na rua. Outros ainda, são frutos de cruzamentos de animais de raça e assim surgem eles, os mestiços, que não deixam de ser viralatas.
Na maioria das vezes desprezados por não terem “pedigree”, que é  o atestado de pureza de raça, eles sofrem muitas injustiças principalmente porque não têm valor de mercado ou não correspondem à  vaidade de certas pessoas que gostam de ostentar seu cão “raçudo.”
Independente de quaisquer considerações, o vira-lata é uma presença constante em nossas vidas. Muitos deles são conhecidos em todo o mundo porque se tornaram astros do cinema, outros pertencem à comunidade e são tratados pelos moradores de determinada rua, muitos são companheiros de pessoas infortunadas que vivem pelas ruas e outros ainda vivem em companhia de famílias que os adoram e são tratados a pão-de-ló.
Ser vira-lata não é problema. O triste é ser cão abandonado (e muitos de raça o são), passar fome e frio, não ter carinho, receber pontapés e pedradas. Importante  é ser bem tratado.